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Frases de Deyvyson Brasilino

84 frases

Força, resistência e esperança
Sou horrível por dentro e por fora Inimigo da minha própria memória Vivendo o que eu não sei o que é
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Sou horrível por dentro e por fora Inimigo da minha própria memória Vivendo o que eu não sei o que é Sendo o que for que vier Chuva em dia de sol eu sou Posso ser a poeira das estrelas Uma ponte sobre o abismo Posso ser também Posso ser o "quem sou eu?" Quem sou eu? Caos de mim eu sou Dias sem belos dias eu sou Tentando transformar o tédio em vinho Visando-me fico Flutuo como o nada sobre o nada Sendo o que sou, sou o "me pertenço" Também sou aquele tal de "desconhecido" Estrela brilhando na madrugada Posso ser ou não ser Porque de ser em ser eu vou sendo Sendo aquilo que não sei Sou em meu ser Sem querer ser outro ser Porque à mim me tenho E serei isso até o fim... Que fim? Fim de ser o único pilar de mim Sendo o que sou, vou ser sempre... E exageradamente o que não sei quem sou... Me afogando na alma do meu inferno vazio Nasçendo serei nada Vivendo serei o ser de mim Morrendo eternamente Vou me transformar Em fim

Loucura de te amar Deixa eu te amar Você me ama
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Loucura de te amar Deixa eu te amar Você me ama Eu lhe amo E assim, juntinhos Vamos nos amando Viver sozinho não tem graça Viver ao teu lado faz sentido Se distante de ti estou Perco meu fôlego Sem você Vou morrendo aos poucos Vem pra mim baby Estás sempre em meus pensamentos Dia após dia Principalmente quando ouço The Smiths Incontrolável eu fico E você me vem à cabeça Venha! Pegue na minha mão Deixa eu te amar Você faz sentido na loucura Loucura essa... De te amar Antes louco de amor por você Do que um louco solitário À morrer

Olhos negros Teus olhos são tão negros Quanto o abismo dos mares
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Olhos negros Teus olhos são tão negros Quanto o abismo dos mares Mais profundos Mais negros que o ar que eu respiro Nos meus dias mais sombrios Teus olhos são buracos negros E neles quero me perder Teus olhos é o aviso Me dizendo que a noite está chegando Olhos que trazem emoção, mistério e paixão... À me perpetuar Olhos negros de infinitos vales Necessito deles à cada dia Porque sem eles Sei que viverei uma eterna agonia

Queria poder ser engolido pelo universo Me envolver na imensidão Mergulhar nas profundezas do desconhecido
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Queria poder ser engolido pelo universo Me envolver na imensidão Mergulhar nas profundezas do desconhecido Voar sem medo de cair Saltar sobre os planetas Embriagar-me com as estrelas Dançar com a lua Quem sabe até casar com ela Quero ter a felicidade no meu olhar Viajar à mil anos-luz da tristeza Jogar os maus pensamentos Num buraco negro Bailar na cara da solidão Descobrir o lado oculto da fantasia Fugir da sociedade onde eu vivia Na qual nunca existiu alegria Mergulhando no infinito Irei explorar todas as galáxias Até não sobrar mais nenhuma Morar em saturno eu vou Ter meu próprio disco voador Viver intensamente de perto O calor do sol Mastigar cometas Bater um papo com alienígenas em marte Esquecer que a terra existe Sentindo o gosto do universo Vou vivendo a minha fantasia Construindo a minha felicidade Na gravidade da minha poesia

Pulmão de Aço Vida que é vida Tem que ser sofrida
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Pulmão de Aço Vida que é vida Tem que ser sofrida Mágoa passada Uma fantasia perdida As dores da vida Que escurecem em nossos corpos Alma que era incolor Hoje é branca e preta de tanta dor. Respiro o que eu trouxe a mim mesmo Não tenho medo da escuridão A escuridão sou eu E você que fala de mal de mim... Por frente e por trás Hey você que me odeia Saiba que você não vale as cinzas do meu cigarro. Aos amigos meus Digo que os amo Amigos que não são amigos São enganos Não os amo Onde eu posso Vou andando Chegarei aonde? A minha vida é minha dona Não sei de nada Nunca saberei O porquê de tudo isso? Sou apenas um cão, rebelde Guiado por uma coleira.

Eu grito por dentro Vida que chega em um ponto que basta Momentos que eu não posso expressar o nada do tudo que sinto.
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Eu grito por dentro Vida que chega em um ponto que basta Momentos que eu não posso expressar o nada do tudo que sinto. A dor de sentir-se perto do fim Sentir que pouco à pouco As coisas ao seu redor vão perdendo o gosto, a graça. Ter medo de tudo Ter medo de nada Como explicar esse buraco de abismos... Com pensamentos incorretos e indesejáveis? Querendo saltar de um pesadelo Fugir de si mesmo Enfrentar a floresta sombria do caos. Estar gritando por dentro e por fora O silêncio do vazio oculto E por fora não demostrar nada Das garras do mar de estresse Vamos se livrar? Da janela, uma ilusão perdida Quanto mais tentamos se distanciar Do buraco, é que ele está lá Onde luzes não há. Onde o nada do viver dói E que corrói nossos limites Fisicamente e psicologicamente. Me suicido em segundos de imaginações Viver é cruel e insano Sobreviver é uma missão. Mas não me preocupo mais com o tédio Ele absorve a emoção da alma E ele sim, faz parte da vida Queria dormir e nunca mais acordar Viver num sonho bom, eterno e imaginável Ou quando morrer Virar uma estrela, quem sabe?! Mas não, continuo vivo e sangrando Se é que estou VIVO mesmo ESTOU ?

Minha paz Meu bem, o mundo tá um caos Vem me abraçar
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Minha paz Meu bem, o mundo tá um caos Vem me abraçar Com você esqueço que o mau existe Teu sorriso resplandece o cais Da minha alma Se eu me perco nas tuas curvas Eu me acho nos teus lábios É que você menina Me passa a paz A paz de tudo O mundo está em paz agora Tudo parece tão calmo com você Você é como uma canção do Djavan Que quanto mais eu ouço Eu quero sempre ouvir mais Eu quero sempre te amar mais Quero o teu charme Até nos dias de tempestade E que a tua paz nunca me falte Nem mesmo no fim.

Noite de Julho Sou um poeta perturbado Vivendo meus dias
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Noite de Julho Sou um poeta perturbado Vivendo meus dias Com tamanha solidão Com tamanha imensidão De um grande vazio em mim Há dias que estou em paz Mas há dias que me tomo Como uma pessoa que está de saco cheio de viver Mas não sei exatamente o porque disso Não consigo me entender É como se eu vivesse mil anos É como se eu fosse um imortal E já tivesse enjoado de ser um imortal E não conseguisse suportar mais Essa vida sem sentido Essa vida vazia Uma vida ilusória Isso mesmo, meus amigos A vida é uma ilusão E talvez eu esteja cansado dessa ilusão Oh, Deus, obrigado pelos dias bons Os dias que eu me sinto fora de mim Obrigado pela esperança que ainda sinto nesses meus dias a esmo Afinal, que esperança é essa? Do que serve ela nesse deserto infindável da ilusão? Bom. De certo modo talvez essa maldita esperança sirva para alguma coisa Mas do que adianta cravar aqui nesta página tudo o que sinto? Um dia tudo se vai Oh como o céu está fechado Estou a um passo de terminar O idiota de Dostoiévski Ah, que livro.