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Frases de Deyvyson Brasilino

84 frases

Minha cocaína é escura Um doce de vício rebelde Me traz uma overdose
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Minha cocaína é escura Um doce de vício rebelde Me traz uma overdose De amor, é simples Uma menina que bastante Me faz sorrir... E não me causa dor. (para Vic, a amiga mais rebelde e andarilha desse mundo louco)

Me perdi em você Me perdi no labirinto Que é o teu olhar
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Me perdi em você Me perdi no labirinto Que é o teu olhar No teu sorriso que lembra o mar Na tua voz Que lembra o canto dos pássaros Eu me perdi Me perdi também naquilo que era achar Ser meu Agora me perdi de você Onde anda você? Que se vai sem ao menos dizer... Um adeus Que os deuses traga você de volta Pra eu me achar Em tudo que eu me perdi em você Volta! Porque hoje eu já não sei O que é ficar só Sem teu Suor Volta! Porque hoje sem você Eu só sou as cinzas Do cigarro que você fumava Enquanto olhava pra mim E que os ventos que balançavam Tua felicidade Te tragam de volta Pra mim Pra eu ficar em paz Pra eu viver feliz.

Meu amor cor de canela Linda quanto mil primaveras Num abraço teu eu queria star
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Meu amor cor de canela Linda quanto mil primaveras Num abraço teu eu queria star Mesmo falando contigo Todo santo dia... Eu não queria só falar Mas ficar no teu sorriso Mergulhar no teu olhar Simplesmente te tocar Ouvir o timbre divino... Rebelde da tua voz Colocar uma flor no teu cabelo E te dar 40 milhões de beijos Sem me cansar, eu queria contigo Me estrelar na tua constelação No teu espaço. (Para Maira Gabriela, cujo aquela que tem o sorriso mais belo que o brilho das estrelas)

As lembranças que tive As nóias que tenho As vezes nem eu me entendo
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As lembranças que tive As nóias que tenho As vezes nem eu me entendo Te vejo o quanto posso vida Nada te forço a ser Ser cada um é. Vou embora enquanto eu vírgula Morro agora Com sonhos, ilusões e pontos Exclamações que venha algumas Interrogações deixo em contos. No meu fim que penso Morro e renasço todo dia Prefiro acreditar que... A qualquer hora me venha uma escuridão Pra ser, acontecer Exatamente o contrário. No meu quarto, infinitos de mim Celebro a minha rebeldia Tipo, algo, coisa, assim Poeta não sou, sou além Do além nada sei. Sou a minha última taça de vinho Livro fechado, empoeirado Rascunho de mim Tempestade, não em copo d'água Brisa-sopro-vento-fumaça Casa sem jardim.

Tua boca provoca alucinações Nas quais eu queria me envolver Primeiro que do jeito como você segura esse cigarro
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Tua boca provoca alucinações Nas quais eu queria me envolver Primeiro que do jeito como você segura esse cigarro Me faz enlouquecer Santa que não é É toda feita de pecado Pecado esse que eu poderia me perder Conta as estrelas como ninguém Quem ver até pensa que ela é feliz Mas ninguém sabe da tristeza que ela tem Mesmo com a solidão cravada no peito Seus rabiscos, suas lágrimas, seus dias imperfeitos No final de tudo, ela sorrir... Como se nela mal algum fizesse efeito.

Perdidos não estamos Perdidos não estamos E se estamos, nos encontraremos
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Perdidos não estamos Perdidos não estamos E se estamos, nos encontraremos O sentimento de revolta e de tristeza nos abala Mas só vamos nos achar Quando olharmos para dentro de si mesmos. Pois perdidos não estamos Se acreditarmos que a esperança Vem de dentro de nós Assim vamos nos sentir livres Livres de todo medo que nos rodeia Livres como um pássaro Fora da gaiola.

Viver é uma guerra É noite! Da janela do meu quarto vejo estrelas Aqui estou eu, em meu vazio
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Viver é uma guerra É noite! Da janela do meu quarto vejo estrelas Aqui estou eu, em meu vazio Vivendo ou sobrevivendo? Nesses dias que me escorrem a imaginação Sem mais nem menos. Manhãs vazias, tardes de noticiários violentos Noites de sofá e insônias: Vou carregando o cotidiano nos meus ombros. A tal da felicidade é uma ilusão É como ouvir as ondas do mar Baterem ao longe E não poder vê-las ou toca-las Mas de vento em vento vou me encontrando Carrego o fardo do meu ser A minha própria guerra Em meu peito, contenho a areia fervente dos desertos Não morro de sede, morro de tédio Ah! E a solidão que não desgarra Mas com ela eu aprendo tanto A vida é mesmo uma coisa de se pensar Com o ontem não me preocupo mais O hoje talvez seja passado Vivo o agora, perigosamente E o amanhã, o amanhã talvez... Eu não esteja aqui, pra contar.