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Frases de Deyvyson Brasilino

84 frases

Eloise No sorriso dela Uma paz imensa
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Eloise No sorriso dela Uma paz imensa Mas ao mesmo tempo Por dentro do peito Uma sentença Se ela é feliz? Isso todo mundo pensa Mas não sabe Que aquela flor Chora escondida Sem esperança Confusa! Confunde céu com mar Ao luar E ninguém para amar Debruçada na rede Da varanda Eloise sonha Que nasceu pra sofrer E de tanta tristeza No seu sonhar Eloise esqueceu De acordar.

Mulher, mulher Tua alma é a gravidade Da tua própria essência
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Mulher, mulher Tua alma é a gravidade Da tua própria essência Nos teus jeitos infinitos de ser É o que encanta outro ser Meiga como você é O teu sorriso domina o mundo Quanto qualquer outra coisa Tu és forte... Quando pensas que estás fraca É que estás forte Você pode não saber disso Mas teus cabelos são as raízes Do teu equilíbrio divino Tudo o que sinto É que tu nasces como uma rosa As vezes frágil na vida Mas ágil, completa e sem desistir de si Tu não desistes de nada Na chuva você é uma tulipa Que dança, como se não existisse sombras É mulher só tu é tu Eterna no olhar E simples no abraço Livre de qualquer descompasso Nenhum homem te governa! E se estás triste... Deixa de besteira Hoje tu és tempestade Mas amanhã tu podes ser primavera. (Poema pras mulheres que por fora são feita de carne, mas que por dentro de aço)

Vida que levo Momentos de alegria Momentos de tédio
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Vida que levo Momentos de alegria Momentos de tédio Sustentando com a mão o peito Carregando mágoas que desprezo Cada segundo de solidão É uma dor no coração A poesia que me liberta É a mesma que me aprisiona Chama que arde e inflama Trancado no quarto, eu e o quarto Os livros me chamam Uns dizem quase nada Outros se fazem de santo Dose por dose, infinita Levando essa tal agonia Que me inferniza-excita-palpita Que melancolia que nada! É tudo fita de quem tudo nisso se imagina Das 7 vidas só me restou 1 Das outras 6 Não sei Hoje a noite não tem lua Mas do que importa tudo isso? E daí? Tudo é fixo Impreciso Risco intangível O sim dizendo que não O não dizendo que sim Por fim Ainda vou aprender latim Hoje ainda vou ver meus amigos Dizendo pra pra mim - sim sim, a vida vale cada tin tin E talvez quem sabe eu não esqueça um pouco de mim.

Amiga de longe Lá das Minas Gerais Teu sorriso
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Amiga de longe Lá das Minas Gerais Teu sorriso Lembra o poema Mais feliz do Vinicius de Moraes Tão doce como você é Mais doce que uma canção Do Chico Buarque Meiga no jeito de falar Tua simpatia é maior Que a muralha da China Hey morena Já dizia os Engenheiros do Hawaii: "Ana, teus lábios são labirintos Que atraem os meus instintos Mais sacanas" Deixa eu entrar na tua dança de cigana? Menina bacana! É Ana, e que você nunca deixe De ser quem você é!

A solidão que dilacera E eu que fui tão tolo na minha vida Enfim pude amar, mas o amor sempre acaba
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A solidão que dilacera E eu que fui tão tolo na minha vida Enfim pude amar, mas o amor sempre acaba E o que resta é a solidão a dilacerar Em meio à tanta solidão Nasce um belo dia Vejo a felicidade raiar no brilho do sol Será miragem ou quem sabe apenas um sonho? Sim! A felicidade aqui habitará Enquanto a manhã durar Mas a manhã não dura para sempre Igual ao amor, a manhã e a felicidade Uma hora se vai Anoitece! E o que era raio de felicidade Transforma-se em sombras de solidão De um coração vazio, um coração preto e branco E tudo volta ao normal Tolo sou mais uma vez Por achar que as coisas são eternas Percebo que tudo escorre pro nada Tudo pode ser nada E fico pensando Que talvez eu esteja enganado, confuso E que o amor e a felicidade nunca existiram Não passam de um brilho que dura apenas segundos É, tudo vira ilusão Ilusão que dói Esse lance de amor não existe Nem a felicidade existe A verdade é que meu coração vive sozinho Nas profundezas da solidão

A vida é isso e aquilo É uma gota a um segundo do chão Um fardo leve ou pura ilusão
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A vida é isso e aquilo É uma gota a um segundo do chão Um fardo leve ou pura ilusão De leve ser. A vida é mesmo difícil em alguns momentos. Momentos de tédio e solidão Talvez até de uma falsa paixão Quem sabe se paixão existe? Se apaixonamos por algumas coisas por outras não Amamos o desconhecido, sem ao menos conhecê-lo. Mas de quer vale a vida se não for para sonhar e viver? Vamos imaginando sonhos que não podem acontecer Vamos imaginando aquilo em nós Aquilo que nem sabemos direito o que é. Do sim e do não, vamos pertencendo É! A vida é abismo dentro de abismo Das nuvens do nosso ser.

Como é bom Como é bom, no frio da madrugada Abrir a janela, colocar a cabeça para fora
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Como é bom Como é bom, no frio da madrugada Abrir a janela, colocar a cabeça para fora E tragar o vento Como é bom, olhar a lua e sentir-se Como se estivesse olhando-a pela primeira vez Como é bom, sair com os amigos Fumar até se matar Encher a cara até vomitar Como é bom, deixar a vida nos levar Como a leve onda do mar Que passa docemente pelo nosso olhar Como é bom, ser o que se é Sem querer ser outro alguém Ou ser um Zé Mané Como é bom, ser forte E a cada dia estar de pé Lambuzando-se com a vida Do jeito que a gente quiser

Um amor chamado solidão Arrumei uma namorada, ela se chama solidão... Desde então
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Um amor chamado solidão Arrumei uma namorada, ela se chama solidão... Desde então Só ando de mãos dadas com ela Do dia para a noite Da noite para o dia Colhendo ventos de fantasia. Dia após dia Ela não me larga Grudada na carne, no osso e na alma Ela é: Céu e Inferno Metal fincado lá dentro No fundo do vazio coração. Tem dias que é canção Tem noites que é tempestade O tudo e o nada de mim Sem mim, ela não vive Sem ela, eu não sou eu. É! Tal solidão Já que me ama então Ver se inventa pra mim Pra nossa paixão Um amor infinito, que não se acabe E que não seja em vão Me trazendo a cada dia Em meu coração Mais poesia e ilusão Tristeza não!

Ultimamente sem tem o que fazer, a não ser, namorar com a tv, com as musicas, com os livros, com a solidão e com o pensamento de não ter mais sentido na vida. Mas até que isso é bom, gosto dessa minha vida meia solitária, meia rebelde e amarga. Isso tudo me vem, preciso de um tra…
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Ultimamente sem tem o que fazer, a não ser, namorar com a tv, com as musicas, com os livros, com a solidão e com o pensamento de não ter mais sentido na vida. Mas até que isso é bom, gosto dessa minha vida meia solitária, meia rebelde e amarga. Isso tudo me vem, preciso de um trabalho novamente. Quero ver meus amigos, ando brigado com meus pais, tô de saco cheio de viver nessa casa. Todos contra mim, sempre estou errado em tudo. Quero morar em outro lugar, quero uma vida de aventuras, viver a minha própria "On The Road", sabe? Quero ser um Kerouac da vida, quero ser livre. Da janela do meu quarto vejo um camaleão na árvore em frente a minha casa, do verde do camaleão e da árvore me vem a esperança de nunca desacreditar da vida e nunca parar de escrever, pois isso é o que me mantém vivo. Penso, logo escrevo.

Meu equilíbrio se foi, perdido estou no espaço. Daqui vejo minha alma obscura e vazia, ao meu redor, sinto o suave doce vento do caos. Nesse momento eu me inclino pra ver os monstros, os hospedeiros da escuridão me esperam, mas a minha rebeldia não me faz fugir do mal absoluto, m…
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Meu equilíbrio se foi, perdido estou no espaço. Daqui vejo minha alma obscura e vazia, ao meu redor, sinto o suave doce vento do caos. Nesse momento eu me inclino pra ver os monstros, os hospedeiros da escuridão me esperam, mas a minha rebeldia não me faz fugir do mal absoluto, mesmo inerte, navegando lentamente sobre a alvorada do mais sombrio mistério, que sou eu mesmo.

Ela acordou Sorriu pra mim O seu sorriso é todo poesia
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Ela acordou Sorriu pra mim O seu sorriso é todo poesia Na mesa, tomando um café Lendo Rimbaud Ela acende um cigarro sutilmente Não deixo de perceber Detalhe por detalhe dessa guria Quando a beijo, logo me sinto bem Após um beijo docemente De despedida, em seguida, ao abrir a porta Ela tem que trabalhar, uma lágrima me cai Porque 1 segundo sem ela eu fico oco Eu não existo, logo morro.

Olhando a fogueira Enquanto as chamas reluzem O meu olhar, me devaneio
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Olhando a fogueira Enquanto as chamas reluzem O meu olhar, me devaneio Em pequenas fatias Do tempo, das coisas passadas Dos momentos doces E o que vejo à minha frente São justamente isso As chamas com a doce luz cintilante Que se mistura ao vento da noite Que me fazem pensar Que atualmente As coisas não são mais doces Tudo hoje é mais rústico-agudo Mas o que importa isso? O que passou passou Se os meus dias perderam A doçura, pelo menos Tenho essa fogueira silenciosa E o meu espírito imortal de criança Sempre vivo! Que me faz mergulhar em devaneios De cujo tempo onde as coisas Não só eram doce, como faziam Mais sentido! (Doces Devaneios) 11/06/16

Ninguém nos ama É tudo ilusão Do nosso coração
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Ninguém nos ama É tudo ilusão Do nosso coração A chama que não é de paixão Vai no final nos transformar em pó Quem só pensa e não diz nada Esconde pra si A tristeza amarga Não se engane Não chore por amores Passageiros Não se afogue com lembranças Que não deram certo Gurda pra ti só o que te faz bem Porém Não te assustes se eu disser Que a vida é difícil E que você corre o risco de morrer na solidão.

Não sei Hoje acordei em outro dia Não sei se chorava ou se sorria
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Não sei Hoje acordei em outro dia Não sei se chorava ou se sorria Não sei se era felicidade ou melancolia Uma grande confusão em mim eu sentia Numa manhã cinzenta e sombria Não sei se era verdade ou fantasia Não sei se era medo ou agonia Não sei se sonhava ou se vivia Um pesadelo no meu dia Numa tarde amarga e vazia Não sei se era ilusão ou solidão Que prevalecia... Não sei se era engano ou mágoa Que me entorpecia... Um simples final de tarde sem harmonia Numa noite sem luar No imenso mar da escuridão Vejo os meus pensamentos à valejar Não sei se sigo em frente ou se paro de remar Não sei se é minha alma ou meu corpo à navegar Não sei se esse meu dia vai acabar ou se eternizar E nesse imenso mar obscuro Não sei onde vou chegar Não sei