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Frases de D. Azevedo

80 frases

Eu não vou mais te esperar Tenho coisas a fazer Não posso dizê-las, eu não as fiz
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Eu não vou mais te esperar Tenho coisas a fazer Não posso dizê-las, eu não as fiz Não posso deixar-te, não seriam feitas E não há mais o que eu precise esperar Porque eu tenho tempo para perder E não há mais o que fazer Sem te envolver Eu não confio no tempo Até o Sol nascer do horizonte Eu não precisaria de relógios Se Ele não mais brilhasse Eu quero ficar próximo Eu quero ficar cego Pela força das estrelas Porque seu brilho não me basta Se eu souber que já não queima Porque seu brilho não me basta Quando espero sinais de fantasma Eu tenho coisas a deixar de lado Eu tenho medo que o seu passado Chegue sem você Não há mais o que eu possa dizer Nem esperar Não há mais nada a declarar Sobre o significado do nascer do Sol

Se eu tô tentando não ser gentil demais, é pra não esperançar esse amor antes da hora. É que eu não sou capaz perto do que ele faz quando acha uma brecha cresce de novo noutra manobra que extrapola e me devora. Daí você ainda não tá pronta, daí ele chora e chora, palpita duma vez…
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Se eu tô tentando não ser gentil demais, é pra não esperançar esse amor antes da hora. É que eu não sou capaz perto do que ele faz quando acha uma brecha cresce de novo noutra manobra que extrapola e me devora. Daí você ainda não tá pronta, daí ele chora e chora, palpita duma vez e vai embora. Então não sorrie pra ele diretamente, mas deixe bem claro pra gente, que outro dia vai ser diferente e que ele vai poder bater o máximo que conseguir, que é pra o mundo ouvir, que é pra você vir e me ter na sua frente.

O Sol morreu e com ele os dias futuros, agora ninguém tem mais tempo, ninguém mais faz aniversário, ninguém apaga uma vela, e todo mundo agora espera a Terra sem órbita conhecida pra outra estrela se aproximar. O Sol morreu e os girassóis deitam, as pessoas dormem sem querer, as…
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O Sol morreu e com ele os dias futuros, agora ninguém tem mais tempo, ninguém mais faz aniversário, ninguém apaga uma vela, e todo mundo agora espera a Terra sem órbita conhecida pra outra estrela se aproximar. O Sol morreu e os girassóis deitam, as pessoas dormem sem querer, as praias estão vazias, o ouro não vale tanto. O Sol morreu e agora todo mundo é branco por fora e negro por dentro, e o mar está de luto.

Tanto O tanto que fui, Não deu
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Tanto O tanto que fui, Não deu O tanto que sou, Não é capaz O tanto que serei, Não sei O tanto que sinto, É muito mais Esse tanto me trouxe Todos os motivos Esse tanto me faz Tão vivaz E se desse tanto Ainda canto, É pro amor que tanto faz

Por isso, dai-me um relógio. Mesmo que o Sol não nasça do horizonte e a noite pareça eterna, se ainda podes vislumbrar a Lua, saibas que é aquele o mesmo Sol que queima e incide sobre ela do outro lado dessa Terra. E quando uma pessoa parecer perdida na Lua, não se engane sobre…
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Por isso, dai-me um relógio. Mesmo que o Sol não nasça do horizonte e a noite pareça eterna, se ainda podes vislumbrar a Lua, saibas que é aquele o mesmo Sol que queima e incide sobre ela do outro lado dessa Terra. E quando uma pessoa parecer perdida na Lua, não se engane sobre ela, que pode mesmo é estar tão certa e crente que o Sol vai encontrar trazendo luz aos dias novamente.

Promessa falida Hoje veio me dizer tudo o que eu precisei enquanto já dormia: me disse que irá passar muitas vezes em minha casa pra me ver ou me levar, sem aviso ou pedir permissão, pois sabia que mesmo que não estivesse eu voltaria e que problema nenhum teria. Disse que restab…
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Promessa falida Hoje veio me dizer tudo o que eu precisei enquanto já dormia: me disse que irá passar muitas vezes em minha casa pra me ver ou me levar, sem aviso ou pedir permissão, pois sabia que mesmo que não estivesse eu voltaria e que problema nenhum teria. Disse que restabelecerá aquela disposição contagiante que eu tinha quando nos conhecemos, tirando das minhas memórias tudo o que a suprimiu e que me fez um cara de rotinas superficiais e com medo de minhas próprias idéias. Disse que não vai mais se importar com surpresas e que, diferente de todos hoje, não as encara como desrespeito ou invasão de privacidade. Disse que quer viver em comunidade, vai me apresentar aos seus amigos e faz questão de se apresentar aos meus também. Que vamos voltar a fazer planos tão maiores que nossos compromissos pequenos, pra eu nunca mais voltar a omitir meus desejos tentando proteger um rotulo que não se sustentaria sem tê-los feitos. Que vamos fazer uma poupança para viajar pra muito longe, conhecer gente bacana, comer o que só ouvi falar, montar uma barraca e acampar. Me disse que não preciso me preocupar com a liberdade, com o modo que vou me comportar diante todas essas novidades, que é agora adiante é pra deixar rolar. Me disse tudo isso, no banco de trás de um carro, guiado pelo pai que eu conhecia pela primeira vez por um retrovisor, os olhos sorrindo, tão parecidos com os dela. Eu emburrado, não queria acreditar, mas ela dizia tão rapidamente, sem gaguejar e olhava para a janela do carro e me instigava pra ouvir contente. Eu olhava e estava tão diferente. Era presente, porque o tempo venci antes de morrer: não deixe o tempo vencer, ele não tem data de vencimento. Mas acordei. E não ouvi mais ninguém. Lembrei que o amor não espera que você esteja preparado e que simplesmente entra sem bater... Aqui ele entrou, mas a porta ainda está aberta e ele, tão menino quanto nós, pode correr pra fora a qualquer hora, gritando.

Conexão de ruas e praças vazias É pelo canal de poesia É pela foto do teu dia
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Conexão de ruas e praças vazias É pelo canal de poesia É pela foto do teu dia É pela lua nova que brilha E também o Sol que arde e irradia Onde está minha conexão É pela flor que gira É pela frase repetida É pela falta e agonia À espera de uma declaração Onde sinto um coração É pelo café na xícara É pelo perfume guia É pela terra úmida e fria Na chuva que amanhecia Onde sinto ventar recordação É pela vista insensata Incansável e iludida Encontrar-te em tudo Pois uma vez Tudo em ti já encontrei Minha mente é guarnecida Pela imagem desse sonho rei.

Lampejos da sombra [...] Quando não tiveres mais nenhum objetivo, quando perderes todas as tuas crenças e a tua fé, quando não enxergares utilidade em crescer, pois desprovido de sonhos e, tudo que já tiveres contigo começar a nada significar, então não verás sentido em nenhuma…
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Lampejos da sombra [...] Quando não tiveres mais nenhum objetivo, quando perderes todas as tuas crenças e a tua fé, quando não enxergares utilidade em crescer, pois desprovido de sonhos e, tudo que já tiveres contigo começar a nada significar, então não verás sentido em nenhuma convenção social humana, perderás a alteridade, a moral, o amor, a ética e, finalmente, perderás ação na vida, ou nenhuma das tuas terão um motivo, uma direção.

Três mil suspiros Pressinto Perto
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Três mil suspiros Pressinto Perto Recinto Vazio Preciso Tudo Longe Caminho ... Escondo Cresce Sentido Perdido ... Encontro Nasce Momento Querido ... Vivo Caído Continuo Contigo ... Perdido Esgoto Todo Sentido ... Respiro Mofo Lembro Sobrevivo

Que isso seja poesia algum dia, pois hoje não é Depois de espasmos conscientes demais Caminhar que já fora algum remédio
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Que isso seja poesia algum dia, pois hoje não é Depois de espasmos conscientes demais Caminhar que já fora algum remédio Trouxe-me vontades súbitas de cair Naqueles asfaltos aquecidos pelo sol E fricções das rodas A ponte que ontem recebera minha arte Hoje pareceu tão rente as avenidas abaixo Que pareceu uma escada que chamava Meu semblante senil esforcei para quietar Mas como impossível é frear esses pensamentos Ele sempre voltava reclamando da enxaqueca Os cães vizinhos que sempre Sempre latiam enraivecidos ou brincalhões Quando eu chegava Hoje pareciam ver apenas um fantasma Um morto a entrar psicótico em sua casa. Paralisados de perplexidade pela incomum e agoniante expressão de um conhecido Porem agora, um louco pedindo ajuda Porém com medo de enlouquecer os seus Foge Foge Foge Pra fora de si Sem conseguir

Um propósito pode ser, às vezes, tão incomum, puro e grandioso em sua subjetividade e planos que, por sua aparência exterior e, por ser obrigado pela escassez material da realidade a adotar parcialmente os meios comuns tradicionais para se perpetuar, será automaticamente rotulado…
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Um propósito pode ser, às vezes, tão incomum, puro e grandioso em sua subjetividade e planos que, por sua aparência exterior e, por ser obrigado pela escassez material da realidade a adotar parcialmente os meios comuns tradicionais para se perpetuar, será automaticamente rotulado, generalizado e então julgado comumente pelas pessoas que confiam nessa equivocada lógica humana racional para, finalmente, arruiná-lo ou prejudicá-lo barrando a sua realização tendo como justificativa unicamente que, “por ser isso, terá isso (ou vice-versa)” ou “por se apresentar tal forma, obrigatoriamente deverá conter ‘esses’ elementos e/ou se regerá por ‘essas’ regras”. Essa maneira de raciocinar pareceria muito célebre, se não se escondesse sob máscaras de políticas padronizadoras quase imperceptíveis aos próprios que as movimentam (nós), fazendo do desenvolvimento social um mito e transformando bons propósitos em desvios que devem ser hostilizados. Que, por imaginarem ser a realidade tão padronizada quanto suas mentes, condenam propósitos maiores por elementos rejeitados socialmente que “muito provavelmente” estariam lá. Julgando falsas realidades, gerando consequências reais.

Eu tenho muita vontade de soltar um tiro na minha cabeça. Quem sabe eu esqueça de tudo e venha descansar? Kkkkkkk Mas, ao mesmo tempo, eu tenho tanta vontade de que alguém me conheça como você começou a conhecer. Na realidade, de você, a única coisa que eu quero que termine um di…
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Eu tenho muita vontade de soltar um tiro na minha cabeça. Quem sabe eu esqueça de tudo e venha descansar? Kkkkkkk Mas, ao mesmo tempo, eu tenho tanta vontade de que alguém me conheça como você começou a conhecer. Na realidade, de você, a única coisa que eu quero que termine um dia, é que você e eu terminemos de nos conhecer, mesmo que dure a eternidade Kkkkkkkk E, se por cada frase eu sorrio ou dou até gargalhadas kkkkk, é pra que você se lembre que já me conhece e que ainda nos gostamos de nos conhecer, somos inovadores e interessantes, vivemos trocando palavras, risadas e experiências, mas o melhor é quando vivemos a mesma coisa e ainda assim percebemos, cada um de uma forma, lembrando que fomos feitos para nos abraçarmos, completando a quentura de que o coração de todos enamorados pedem para bater. Kkkkkkk Eu gosto tanto das suas manias e mais de como elas começam a surgir, ou quando eu começo a perceber a regularidade delas... kkkkkkkkkkkkkk “Eu não” kk e morde, morde as unhas, e quando o pensamento mal chegou e você já quase dá um salto ou vira-se repentinamente pra falar, abre a palma da mão pra chamar atenção. Kkkkkkk Estala mil vezes o mesmo dedo, repugnante! Por isso tem os dedos dos pés tortinhos kkkkkkkkkkkk Mas era tão bom dar as mão pra eles! Kkkkkk E quando você caía tão bem quando eu apontava pra algo e você olhava deixando o cangote à vista e gosto, hmmmm. A piscadela exagerada e as composturas estranhas e tem ainda o jeito lento de comer pão kkk Vou parar por aqui sobre essas manias kkkkkkkkkkk’ Aaah, escrever isso já me fez bem alegre, vou ficar lembrando durante o dia, então, de começo eu ia escrever mais e mais, até chegar em nossas tramas, dramas e segredos, somente pra descarregar magoas e pesos. Mas nem preciso mais, olha o animo que você me traz! Minha áurea está reluzente porque sei que te conheço o bastante para que me faça bem feliz, o desconhecido fica interessante frente essa matriz. Acho que estou até rimando de alegria, podia ser assim todo dia. Quero terminar de te conhecer, por isso, estou terminando aqui essa carta, parcialmente kkkkkkk. Olha o beijo !

Amantes à margem da amor Oi, quanto tempo não lhe vejo. Que estranho é escrever esse texto, estamos parecendo tão distantes, nossas conversas não parecem ter a mesma mensagem, reinado de pronomes impessoais, perguntas mascarando propósitos maiores, resquícios tímidos de esperanç…
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Amantes à margem da amor Oi, quanto tempo não lhe vejo. Que estranho é escrever esse texto, estamos parecendo tão distantes, nossas conversas não parecem ter a mesma mensagem, reinado de pronomes impessoais, perguntas mascarando propósitos maiores, resquícios tímidos de esperança na tentativa de restabelecer a força do elástico afrouxado do nosso elo. Ainda o temos, é verdade, mas agora é só um cordão, um cabo de aço talvez que, mesmo conectado está tão extenso que não podemos ver onde a outra ponta termina, onde se encontra, e temos medo de segui-la, ainda que vivamos presumindo os vários lugares muito prováveis de encontrá-la, temos o receio de quebrar uma promessa falida, de deixar que nosso desejo flua bravamente interrompendo esse período, a ausência, e, finalmente, seja ele novamente barrado. E agora sinto que o desejo está se sentindo desacreditado nesse coração, mesmo que seja o mais querido, eu já não tenho mais como satisfazê-lo e ele insinua ir embora, seja sumindo, seja migrando ou se transformando, eu realmente não faço ideia, sei apenas que se não se satisfez enquanto esteve comigo, não vai permanecer em meio a nosso novo e estranho modo de se comunicar. Creio que ele se sinta demasiado reprimido e ofendido sob esse reinado do tempo, principalmente pela formalidade de contato, vezes ele grita, consome as lembranças, mas de nada adianta e só o frustra mais saber que a fonte está sendo negada. Por isso, penso que manter um contato dessa forma é coagir um gigante imensurável a caber num duto de dois centímetros de diâmetro. Muito estranho. Penso também que nossa afinidade está arraigada na carne, isto é, no cósmico-biológico que se influencia reciprocamente, mesmo que não tenha sido sempre assim, no começo, pode ser que o que sinto por você agora é parte imanente de mim. Eu sei que é conexão, e ainda que pareça coincidência, essa, por sua vez, não é mais que uma conexão não esclarecida, um impulso “involuntário”, como uma lembrança que deletada deixa sempre o rastro de suas consequências emotivas, impossíveis de suprimir, exemplo muito expressivo disso dado no filme: “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”. É por isso que saem pesquisas cientificas afirmando que passamos a nos parecer, até fisicamente, com quem tivemos muita proximidade e convivência e com quem temos muita afinidade. Aquele beijo nosso que era capaz de desligar o mundo, de trazer a paz e apontar a conexão existente mais rápido que qualquer palavra, qualquer. Isso porque, quero explicar, beijar envolve doar nossos insumos gênicos, nossa biologia, como se cada célula do corpo e da boca se cumprimentassem com o DNA mais adequado ou semelhante, compositor de ritmos e, veja, que nada dessa natureza muda com frequência, ao contrario são as palavras, tão fluidas, conformadas muitas vezes, tênues e até mesmo inexpressivas dessa conexão que existe, ainda também existem nossos comportamentos contraditórios, inundado de preconceitos, de ansiedades, de deferência, de expectativa de que sejamos vistos de uma forma desejada (conforme a expectativa do outro) se agirmos contidamente construindo assim uma “fachada” do próprio eu, tudo facilmente manipulado por nós e pelos outros. O incrível é que essa intimidade entre nossas almas, entre nosso maná individual e a biologia dos seres não é alcançável volitivamente, ainda que saibamos algumas definições e interferimos em algo, é sempre limitada nossa interferência consciente enquanto estamos sempre sob a regência dessa ordem. É impossível fugir. Relendo a tragédia grega de Édipo, enxergamos que devíamos ter consciência do destino, das coisas relativamente intangíveis do universo. O que nos une já não é mesmo humano, simplesmente. Então, desconheço qualquer fator que nos impute à estranheza e formalidades cabíveis apenas entre desconhecidos que não seja fruto único e exclusivo de nossa diligência sobre o comportamento, a qual me esforço em repudiar quando incoerente com a vontade essencial, responsável pelo próprio inicio dessas conversas, incoerente, finalmente, com o destino e, que quando essa situação se repete, reforço, essa vontade se sente ofendida e prejudicada. Não parece haver outra saída, era e é provável que esse período apresentasse muitas mudanças, que eu contraia relacionamentos, por exemplo, apesar de que já se passarão quatro meses assim e nada relevante tem acontecido, muito por causa nossa, por causa do descrito no ultimo texto deixado em seu e-mail e por seus artifícios que me chamam a atenção. Eu gosto assim. Como dito, vou fazer o máximo para conseguir e quando, por desventura, estiver lhe perdendo, vou procurá-la, como tentativa última desesperada, independente da situação que se encontre. Quero deixar claro ainda que se aparentar que estamos muito distantes, um de nós pode sempre se manifestar, pelos locais que conhecemos e como tem ocorrido ou de outra forma que indubitavelmente precisemos e queiramos muito, sempre, com carinho que nos é imanente e assim restabelecer a segurança de fé que nossas crenças e devaneios humanos nos tiram. Lembrete: Nenhuma das palavras escritas que direciono para você se assemelha as características que mencionei atrás, as palavras que escrevo para você, antes de tudo, são constituintes e resultado direto da vontade do destino, da sentimentalidade permanente, ou pelo menos, se esforçam por assim bem traduzir. Sei que você sabe bem disso e eu não poderia terminar sem dizer um Eu te amo, frase que mais fielmente representa o teor e intensidade dessa conexão... Eu amo, amo, amo muito você! O amor dispensa formalidades, dispensa a margem, ele quer usar de todo e qualquer vocabulário, de toda extensão de terra e céu, o centro e os lados.

Duvide da minha dúvida Eu duvido que tu venhas Um dia a me dizer
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Duvide da minha dúvida Eu duvido que tu venhas Um dia a me dizer Que queres dividir comigo A dívida de viver Eu duvido que divido Tudo meu contigo Deveria não tê-lo dito É impossível de fazer Eu duvido que tu leia Tudo sem se dividir Eu duvido que tu vás Até onde posso ir Eu duvido até daquele dia Que te conheci Duvido que tu existas Só pra dividir a dúvida De que tu venhas Um dia a me dizer

Deuscreva Deus é sentimento. É o que mora no coração. Existe mesmo que não o vejam, mesmo que não o toquem e mesmo assim Ele te move e te faz nascer e morrer na vida. Seu Deus é poderoso? Como um sentimento de irmão, ou de mãe? Aquele que se sente e perdura na distância do temp…
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Deuscreva Deus é sentimento. É o que mora no coração. Existe mesmo que não o vejam, mesmo que não o toquem e mesmo assim Ele te move e te faz nascer e morrer na vida. Seu Deus é poderoso? Como um sentimento de irmão, ou de mãe? Aquele que se sente e perdura na distância do tempo? Onipresente, onipotente, omnisciente e único? Único sentimento de um coração. Amor, o sentimento mais comum e ainda o mais particular. Meu Deus. Seu Deus. Combinam muito bem. Onipresente, se sente em qualquer lugar. Onipotente, não se desgasta porque não se questiona, é por si, é a verdade última. Pois é omnisciente, sabe da verdade, essa verdade de sentir e de ver as coisas com a fé da vontade de transformar o improvável. Verdade que atribui sentido, que transforma outras verdades sob uma dialética dominante. Deus é sentimento. Eu sinto Deus no meu coração enquanto Ele se aprova em mim por cada expressão do que descrevi aqui, no tempo, no espaço, na verdade, na unidade. Por que Deus só pode ser um? Porque ser Deus engloba tudo e com tudo não se faz plural. Sentir Deus é sentir, ou não se sentir vazio nunca. Ser Deus é criar, crie um sentimento.

Cê num sabe o tanto de coisa que começo e paro O tanto de coisa que arrumei pra fazê tentativa de substitui uma falta daquele sê
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Cê num sabe o tanto de coisa que começo e paro O tanto de coisa que arrumei pra fazê tentativa de substitui uma falta daquele sê E quando vejo que nenhuma dessas coisa feita vai mesmo trazê aquele prazê Que vinha só d'ocê Que enjoou que me dá Frô sem cor Doses, línguas Pela metade Aí vem a sardade E um enjôo depois ... "Queria me enjoar de você"