Pular para o conteúdo

Frases de D. Azevedo

80 frases

Que peso preciso! Quisestes mostrar ao espectador A extrema importância do teu extremo
Continuar lendo

Que peso preciso! Quisestes mostrar ao espectador A extrema importância do teu extremo Para o equilíbrio dos meus passos!!! Eu pouco lhe observara, eu sei... Enquanto tu me serviras Todos os dias! Tampouco eu notara O mínimo que tu me pediras Em troca de minhas vitórias E até ontem mesmo não percebi Quem tinha metade pra decidir Pouco me importava até então Contanto que eu tivesse O esperado resultado Que fosse ao final aclamado E me sentisse inteiro Sem ao menos oferecer Parte dessas vitórias a ti. Quisestes provar ao mundo Pela mídia televisiva Que a esquerda é decisiva! Que o jogador devia se atentar De que, se um pôde levantar É porque houve força dobrada Do outro lado pra amparar! Não sofrerás mais... Eu atenderei agora Aos teus apelos! Mesmo que tu entendas Que se os farei Ainda não serão por ti Mas, ao contrário, sempre e somente Para assegurar minha própria fama e sossego...

Doce ilusão A cura não me alcança Ainda bebo aquele veneno
Continuar lendo

Doce ilusão A cura não me alcança Ainda bebo aquele veneno Que me paralisou, que é amor Que faz de mim um viciado, um legado Pela lembrança, um condenado Em regime de esperança [...] Então digo, para não esquecer Que não há perigo d’eu escapar Ninguém que passe por aqui Terá um carro ou um avião Que leve o peso desse coração Que só você pôde aliviar Mas que loucura essa paixão! Que pensaria eu sobre a situação, Se fosse incapaz de amar? Até parece normal a obrigação Não me culpe não Pois é você que ainda Tão diferente será A mesma que vou amar [...] E que pena vou sentir Desse amor que sinto Vai parecer tão pequeno Que pode até desaparecer Frente ao que a liberdade Prometeu nos trazer Deixo correr o tempo E deixe-me escrever Já que não ponho risco em mais nada Já que não surpreendo mais você Eu vou pro seu lado Você vai ao contrário Sempre foi e pode ser.

Eu não terminei E ninguém pode Com isso acabar
Continuar lendo

Eu não terminei E ninguém pode Com isso acabar O que comecei Não foi errado Mas pode falar Eu não terminei Tenho começado Mas não sou só Eu responsável Sou a causa E resultado Eu não terminei A quem vim amar Mas pode findar Esse compromisso Estou muito além disso E não vou mesmo parar Eu não terminei E não vou esperar Pode chegar com um grito E dizer que vai acabar Ou pode mesmo calar Tentando antecipar Eu não terminei Eu não ouço Eu grito Eu sei Estou louco Esqueceu? Sou tudo que fui Tudo que não Te aconteceu Tudo que nisso (R)estou não é Mais eu Mas quem sou Deixou Tudo que era Pra ser (S)eu Eu não terminei Então não venha Dizer qual louco Sou eu Que eu te acuso Doutora De tentar curar Quem você adoeceu Pois não venha mesmo Dizendo que está louca E quer terminar Eu te acuso De tentar me matar Só pra me salvar Do que não te aconteceu Eu não terminei E não consigo Voltar atrás Eu já sou Se você Quer Ser mais louca Que eu Faz. ! Eu bem mais louco do que era capaz Como um louco Não como um morto Eu não.

Eu não sei se fiz a coisa certa, mas não era exatamente o certo a se fazer. Ainda quero você, de vestido, te ver. Dormir e sonhar é uma desgraça, quando acordo e não sinto seus doces cabelos a me envolver. Eu queria, aquele dia, te perguntar se concordava com como seria depois…
Continuar lendo

Eu não sei se fiz a coisa certa, mas não era exatamente o certo a se fazer. Ainda quero você, de vestido, te ver. Dormir e sonhar é uma desgraça, quando acordo e não sinto seus doces cabelos a me envolver. Eu queria, aquele dia, te perguntar se concordava com como seria depois dali. Queria ter combinado um jeito da gente sair, uma vez a cada dois meses, pelo menos, dia 22, se preferir. Talvez eu preferisse ainda te amar e me ferir, um quase voto de castidade, para quem nunca quis sofrer a maldade de não ter quem ama perto de si. Não tenho tudo o que quero, vou viver querendo assim, precisando só do que eu tenho e querendo de volta só o que me falta para ser feliz.

Desculpe se lhe fiz sofrer, sob meu método de provar o saber Desculpe se preciso de provas, mas só posso agir se as ter Desculpe se não ajo por impulso, eu poderia me perder
Continuar lendo

Desculpe se lhe fiz sofrer, sob meu método de provar o saber Desculpe se preciso de provas, mas só posso agir se as ter Desculpe se não ajo por impulso, eu poderia me perder Desculpe se eu não sei bem para onde estou indo, mas é o que busco saber.

Me doeu anunciar a minha hora de partir. Vem você me abracar. Atrasa e dificulta o penoso trabalho. Sair do seu abraco, é como deixar éden por um fútil compromisso. A minha magna reunião acontece quando reunimos braços olhar e coração. Eu tinha compromissos. Mas por favor, não m…
Continuar lendo

Me doeu anunciar a minha hora de partir. Vem você me abracar. Atrasa e dificulta o penoso trabalho. Sair do seu abraco, é como deixar éden por um fútil compromisso. A minha magna reunião acontece quando reunimos braços olhar e coração. Eu tinha compromissos. Mas por favor, não me largue jamais. Porque mesmo que eu saia, meu pensamento aqui jaz. Eu tenho que partir. Construir a estância de nosso futuro. Mas por favor, me segure um pouco mais. Pode ficar comigo. Os minutos a mais eu desconto correndo de volta. Uso de todo seu calor, combustão para meu gás.

Hoje vi que estava ontem e renasci do acidente Cheguei cansado, desolado, Sozinho e já afastado
Continuar lendo

Hoje vi que estava ontem e renasci do acidente Cheguei cansado, desolado, Sozinho e já afastado E a fome pretendeu, fazer-me dormir Para esquecer da noite A pior que já vivi As ondas não cessaram A maré ousou subir Encurtando a noite Instigando-me a fugir: Rema! Remei! remenda! Acorda! Cadê o elixir? Assopra brisa forte sobre o rosto Mas nenhum perfume hei de sentir Meia volta completa do estalo contínuo Do mau cochilo, desperta o menino Para a janela ver o maior brilho Ela está e sempre esteve lá fora Cansada, desolada Sozinha e já afastada O mesmo vento que lhe tira a traz de volta O perfume do sopro da vista E tudo a volta se renova É dia, um outro... Acorda! É dia, o cheiro das flores lá fora! ______________________________________ Não é sempre a maior ou mais colorida flor que traz em si o melhor néctar.

Não faça minha vontade Opa! Foi mal. Não vi você aí Agi sem saber que queria dividir
Continuar lendo

Não faça minha vontade Opa! Foi mal. Não vi você aí Agi sem saber que queria dividir Opa! Foi mal. Mas não te reconheço Um desejo que não clama Não vive e não sana Eu nunca vou sentir Quando é que sua vontade Se deixou subsistir Na falsa arbitrariedade De quem só quer sorrir? Larga mão desse negócio Que eu não sou seu sócio Deixa eu escutar sua vontade Pra matar a saudade De quem eu conheci Opa! Faz bem. Me chame pra sair Fala sem perguntar o que quero ouvir Opa! Faz melhor. Faça o que quiser Que eu sei que seus desejos Não se resumem em beijos E também me fazem sorrir Quando é que sua vontade Se escondeu do vento Sob uma passividade Que nem eu aguento? Larga a mão desse negocio, menina Que eu não sou seu sócio Abre esse coração Deixe eu ver o que tem dentro... Opa! [...]