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Frase de D. Azevedo

Um propósito pode ser, às vezes, tão incomum, puro e grandioso em sua subjetividade e planos que, por sua aparência exterior e, por ser obrigado pela escassez material da realidade a adotar parcialmente os meios comuns tradicionais para se perpetuar, será automaticamente rotulado, generalizado e então julgado comumente pelas pessoas que confiam nessa equivocada lógica humana racional para, finalmente, arruiná-lo ou prejudicá-lo barrando a sua realização tendo como justificativa unicamente que, “por ser isso, terá isso (ou vice-versa)” ou “por se apresentar tal forma, obrigatoriamente deverá conter ‘esses’ elementos e/ou se regerá por ‘essas’ regras”. Essa maneira de raciocinar pareceria muito célebre, se não se escondesse sob máscaras de políticas padronizadoras quase imperceptíveis aos próprios que as movimentam (nós), fazendo do desenvolvimento social um mito e transformando bons propósitos em desvios que devem ser hostilizados. Que, por imaginarem ser a realidade tão padronizada quanto suas mentes, condenam propósitos maiores por elementos rejeitados socialmente que “muito provavelmente” estariam lá. Julgando falsas realidades, gerando consequências reais.

D. Azevedo

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Pensador.com

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Senta É a doce sensação de inocência É o prolongar daquele brilho infantil Que nos faz mais jovens e tira dos nossos olhos o peso das lágrimas Quando tiramos a culpa da gente vemos que é a culpa a mais culpada Porque, querida, a gente diz que sabe para se fingir responsável Mas veja esse mundo como anda... A gente não sabe mesmo é nada! Tem roxo que aparece sem dor Tem dor que surge do nada Tem culpa quem não amou? Tem só culpa criada... Seja boa consigo e humilde sob esse universo Pois que se ele não diz, não haverá verso capaz De mostrar porque veio, como se cria ou o que faz A gente veio, mas aqui já existia tudo. Tudo! E antes do tudo... Existia era outra coisa ainda mais complicada.

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Ansiedade moderna: O pressurosismo 'Depois', para quem sofre de ansiedade, não é menos que um instrumento de tortura. 'Sobrecarga', para quem sofre de ansiedade, não é mais que uma consequência recorrente do querer e do fazer imediato, do "tudo agora". 'Angústia', para quem sofre de ansiedade, não é senão o efeito da consciência do tempo corrido em vista do que ainda não foi realizado, da decepção corrente ou mesmo da perca definitiva/temporária da esperança.