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Frase de D. Azevedo

Não faça minha vontade Opa! Foi mal. Não vi você aí Agi sem saber que queria dividir Opa! Foi mal. Mas não te reconheço Um desejo que não clama Não vive e não sana Eu nunca vou sentir Quando é que sua vontade Se deixou subsistir Na falsa arbitrariedade De quem só quer sorrir? Larga mão desse negócio Que eu não sou seu sócio Deixa eu escutar sua vontade Pra matar a saudade De quem eu conheci Opa! Faz bem. Me chame pra sair Fala sem perguntar o que quero ouvir Opa! Faz melhor. Faça o que quiser Que eu sei que seus desejos Não se resumem em beijos E também me fazem sorrir Quando é que sua vontade Se escondeu do vento Sob uma passividade Que nem eu aguento? Larga a mão desse negocio, menina Que eu não sou seu sócio Abre esse coração Deixe eu ver o que tem dentro... Opa! [...]

D. Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Senta É a doce sensação de inocência É o prolongar daquele brilho infantil
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Senta É a doce sensação de inocência É o prolongar daquele brilho infantil Que nos faz mais jovens e tira dos nossos olhos o peso das lágrimas Quando tiramos a culpa da gente vemos que é a culpa a mais culpada Porque, querida, a gente diz que sabe para se fingir responsável Mas veja esse mundo como anda... A gente não sabe mesmo é nada! Tem roxo que aparece sem dor Tem dor que surge do nada Tem culpa quem não amou? Tem só culpa criada... Seja boa consigo e humilde sob esse universo Pois que se ele não diz, não haverá verso capaz De mostrar porque veio, como se cria ou o que faz A gente veio, mas aqui já existia tudo. Tudo! E antes do tudo... Existia era outra coisa ainda mais complicada.

Ansiedade moderna: O pressurosismo 'Depois', para quem sofre de ansiedade, não é menos que um instrumento de tortura. 'Sobrecarga', para quem sofre de ansiedade, não é mais que uma consequência recorrente do querer e do fazer imediato, do "tudo agora".
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Ansiedade moderna: O pressurosismo 'Depois', para quem sofre de ansiedade, não é menos que um instrumento de tortura. 'Sobrecarga', para quem sofre de ansiedade, não é mais que uma consequência recorrente do querer e do fazer imediato, do "tudo agora". 'Angústia', para quem sofre de ansiedade, não é senão o efeito da consciência do tempo corrido em vista do que ainda não foi realizado, da decepção corrente ou mesmo da perca definitiva/temporária da esperança.