Frase de D. Azevedo
Doce ilusão A cura não me alcança Ainda bebo aquele veneno Que me paralisou, que é amor Que faz de mim um viciado, um legado Pela lembrança, um condenado Em regime de esperança [...] Então digo, para não esquecer Que não há perigo d’eu escapar Ninguém que passe por aqui Terá um carro ou um avião Que leve o peso desse coração Que só você pôde aliviar Mas que loucura essa paixão! Que pensaria eu sobre a situação, Se fosse incapaz de amar? Até parece normal a obrigação Não me culpe não Pois é você que ainda Tão diferente será A mesma que vou amar [...] E que pena vou sentir Desse amor que sinto Vai parecer tão pequeno Que pode até desaparecer Frente ao que a liberdade Prometeu nos trazer Deixo correr o tempo E deixe-me escrever Já que não ponho risco em mais nada Já que não surpreendo mais você Eu vou pro seu lado Você vai ao contrário Sempre foi e pode ser.
No pensador.ai desde