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Frases de Cris Milanni

18 frases

Aprecio a liberdade Ser solta como o vento sem ter curva ou paragem
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Aprecio a liberdade Ser solta como o vento sem ter curva ou paragem Sou do instante... da eternidade da profundidade das emoções Amo o amor em tua intensidade tão perto da loucura de ilusões Eu quero sentir todo o Mundo pulsando dentro de mim Enquanto o vento sopra toda Vida em meu rosto

Os meus pensamentos divagam, nostálgicos. O coração ansioso, a taquicardia rotineira causada pela espera. Parece que os dias se arrastam, as horas parecem dias e os dias parecem meses. E tudo está sem cor, ausência da alegria lá fora e aqui dentro, parece está pior. Já não tenho…
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Os meus pensamentos divagam, nostálgicos. O coração ansioso, a taquicardia rotineira causada pela espera. Parece que os dias se arrastam, as horas parecem dias e os dias parecem meses. E tudo está sem cor, ausência da alegria lá fora e aqui dentro, parece está pior. Já não tenho alívio nas drogas em cápsulas, nem sequer em taças de vinho em outra companhia. Caio no impasse, na monotonia dos dias... O meu corpo letárgico, sucumbe aos dias de ócio. A fé parece ter me abandonado. Tornou um rifual e tudo só se repete, nos vazios onde tudo se comporta, mas nada o preenche. O sol nasce outra vez, e mesmo inerte, quase sem vida, o sangue ainda quente ainda percorre o teu trajeto habitual. Sigo na inexistência, nas partículas invisíveis. Deixei de vomitar palavras sem sentido, o silêncio, tem sido o meu triunfo. Nele eu grito e expresso o que eu sinto.

O silêncio é a música da vida. Nenhum de nós nunca mais cedeu... Ao devaneio que se perdeu
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O silêncio é a música da vida. Nenhum de nós nunca mais cedeu... Ao devaneio que se perdeu Custou muito que dizer ao perceber Que tudo nessa vida ainda pode se perder... E quem disse que toda música de amor é só puro merchan pra vender... Ainda vai ter muito do que se arrepender. Não que não seja a coisa mais óbvia a se dizer Mas depois que terminou, nenhum de nós voltou Não que seja a coisa mais triste a se dizer Mas é um fato que não há mais amor Não existe elo algum remanescente Nenhum verso bonito num sol ardente e poente Não é a coisa mais certa a se falar agora... Mas sinto tanto por nós mesmos que nos deixamos morrer Abrindo mão de tudo que nos ligava É por isso que existe o negócio do amor Sempre irá render muito espalhar essa dor A doce angústia se decompondo Em tanto mais e até em certo jocoso louvor De cada dia morrer um pouco Por tudo abandonado, tão atroz e jogado Talvez seja por isso que essa música sempre tocou No silêncio No eterno luto de intervalos que ousamos chamar de estupor. A espera dos dias, tão demorados O eterno amargor por tudo arruinado Aos poucos é possível ouvir um leve sibilar Não de pássaros, mas só o tempo gemendo pelo o que ainda falta levar Sem chorar E até indolor, incolor O silêncio extenua e mata aquilo que queríamos que fosse amor

A noite escura aos teus cabelos enegrece, O desenho do mar que nos curva Retrata a tristeza da fria água turva
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A noite escura aos teus cabelos enegrece, O desenho do mar que nos curva Retrata a tristeza da fria água turva E em seus olhos soturnos o infinito floresce . Reflui sobre a água negra sua pele clara Vejo-te ao fundo do mar, beleza quase finda E tuas palavras, espere, quais já não ainda, Uma distância perdurável que nos separa . Padecimento! Teu existir é como um véu Que espalhe quanta dor, delito momento Estas inúteis agonias que afastam-me do céu . Sem ti, meus olhos são abertos Porém alma, tenho claro passamento São inundas do nada; um deserto

Nós dois éramos amor. Eu era uma rosa negra e você era um floco de neve, mas erámos incapazes de coexistir, porque as flores não podem florescer no frio. No entanto, quando acabou, a verdade ficou mal interpretada. De repente eu era um espinho da rosa que te feriu até sangrar.
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Nós dois éramos amor. Eu era uma rosa negra e você era um floco de neve, mas erámos incapazes de coexistir, porque as flores não podem florescer no frio. No entanto, quando acabou, a verdade ficou mal interpretada. De repente eu era um espinho da rosa que te feriu até sangrar. E você, com um toque gélido que me tirava a vida e me deixava sem ar. Criamos falsos retratos um do outro, para tornar tudo isso um pouco mais fácil de lidar. Mas a verdade sempre ficará... Ressoando através de todas as mentiras e todos os sonhos que tornaram pesadelos. Nós éramos... ambos: beleza, pureza, fragilidade, amor. Nós... apenas não fomos feitos para dar nosso amor um ao outro. E agora nós dois sangramos, porque a parte mais difícil: é aceitar que não fomos predestinados a sermos um do outro. No fundo já sabíamos... As flores de primavera não vingam no frio do inverno.

Seriam só minutos, que transformaram-se em horas Foram dias, que arrastaram-se por meses, anos Havia algo que a minh'alma pressentia
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Seriam só minutos, que transformaram-se em horas Foram dias, que arrastaram-se por meses, anos Havia algo que a minh'alma pressentia O Tempo ressentido com o destino, cheio de desenganos Onde um verbo mal conjugado, nos hiatos dos meus porquês Alimentaram os monstros que nasceram dos meus medos #Pressentimento

Há tantas lágrimas almejadas pelas íris da alegria, Há tanta alegria desovada no útero de tuas lágrimas por ti desprezadas; Mas a porta se fecha em um mundo onde nunca houve portas,
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Há tantas lágrimas almejadas pelas íris da alegria, Há tanta alegria desovada no útero de tuas lágrimas por ti desprezadas; Mas a porta se fecha em um mundo onde nunca houve portas, E a chave da tua liberdade se afogou nas fechaduras do desengano, E o Desengano sopra uma brisa torrencial de certezas em teus ouvidos, E as Certezas deliram no porão de tuas retinas e de tua alma platônica.

Algo incontrolável tomou conta do meu ser, estou em êxtase absoluto! Incoativa aos séculos... Aonde os desejos do corpo celeste, adormecia em minhas órbitas. Sobre a ponta dos meus dedos, acaricio as rotas dos planetas, e no limbo das constelações; explodo! Refugiando-me num go…
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Algo incontrolável tomou conta do meu ser, estou em êxtase absoluto! Incoativa aos séculos... Aonde os desejos do corpo celeste, adormecia em minhas órbitas. Sobre a ponta dos meus dedos, acaricio as rotas dos planetas, e no limbo das constelações; explodo! Refugiando-me num gozo, nos fragmentos de um meteoro, na explosão do prazer e o caos. Acalmo entre os toques sutis, implodindo-me em colapsos orgásticos. Assim sou feita: de caos! Sempre só, em meus anéis inefáveis...

Há um infinito dentro de cada um. A dimensão de todo o universo, em nossa mente. Um mundo sem fronteiras, num oceano que permeia todo o nosso interior.
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Há um infinito dentro de cada um. A dimensão de todo o universo, em nossa mente. Um mundo sem fronteiras, num oceano que permeia todo o nosso interior. Ainda que haja caos em toda amplitude do nosso ser, há células que copulam entre si, toda uma constelação de calma, para a nossa alma. Somos tão complexos em nós mesmos, que nos limitamos; Em Ser apenas mais um na multidão.

Feito um verbo sendo sorvido pela língua Agairrando-se no céu da tua boca Escorrendo pelos cantos de desejo
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Feito um verbo sendo sorvido pela língua Agairrando-se no céu da tua boca Escorrendo pelos cantos de desejo Vou sugando e sentindo o gosto da poesia que tem o teu beijo No entrelaçar das línguas, brincando com epílogos, traçando os contornos dos nossos lábios Logo, vão surgindo as primeiras estrofes Efervescentes Insanas Traçadas no céu das nossas bocas

Banhei-me nessas águas turvas Sobre o lodo efêmero do oceano Suportando este trôpego desatino
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Banhei-me nessas águas turvas Sobre o lodo efêmero do oceano Suportando este trôpego desatino Presa nas linhas, margens e curvas Por onde anda a humanidade que habitava em mim? Aquela luz emergente de alegria, onde renascia a esperança tão ingênua, quase sem fim Usurparam-me a felicidade, a minha inocência Sobre as sombras instáveis do meu céu Cativeiro da minha essência Num cinza pálido e com nuvens carregadas chovendo sobre a minh'alma Desabas sobre o túmulo do meu peito Agora eu sei o significado do "apocalipse"