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Frase de Cris Milanni

Os meus pensamentos divagam, nostálgicos. O coração ansioso, a taquicardia rotineira causada pela espera. Parece que os dias se arrastam, as horas parecem dias e os dias parecem meses. E tudo está sem cor, ausência da alegria lá fora e aqui dentro, parece está pior. Já não tenho alívio nas drogas em cápsulas, nem sequer em taças de vinho em outra companhia. Caio no impasse, na monotonia dos dias... O meu corpo letárgico, sucumbe aos dias de ócio. A fé parece ter me abandonado. Tornou um rifual e tudo só se repete, nos vazios onde tudo se comporta, mas nada o preenche. O sol nasce outra vez, e mesmo inerte, quase sem vida, o sangue ainda quente ainda percorre o teu trajeto habitual. Sigo na inexistência, nas partículas invisíveis. Deixei de vomitar palavras sem sentido, o silêncio, tem sido o meu triunfo. Nele eu grito e expresso o que eu sinto.

Cris Milanni

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Pensador.com

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Aprecio a liberdade Ser solta como o vento sem ter curva ou paragem
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Aprecio a liberdade Ser solta como o vento sem ter curva ou paragem Sou do instante... da eternidade da profundidade das emoções Amo o amor em tua intensidade tão perto da loucura de ilusões Eu quero sentir todo o Mundo pulsando dentro de mim Enquanto o vento sopra toda Vida em meu rosto

O silêncio é a música da vida. Nenhum de nós nunca mais cedeu... Ao devaneio que se perdeu
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O silêncio é a música da vida. Nenhum de nós nunca mais cedeu... Ao devaneio que se perdeu Custou muito que dizer ao perceber Que tudo nessa vida ainda pode se perder... E quem disse que toda música de amor é só puro merchan pra vender... Ainda vai ter muito do que se arrepender. Não que não seja a coisa mais óbvia a se dizer Mas depois que terminou, nenhum de nós voltou Não que seja a coisa mais triste a se dizer Mas é um fato que não há mais amor Não existe elo algum remanescente Nenhum verso bonito num sol ardente e poente Não é a coisa mais certa a se falar agora... Mas sinto tanto por nós mesmos que nos deixamos morrer Abrindo mão de tudo que nos ligava É por isso que existe o negócio do amor Sempre irá render muito espalhar essa dor A doce angústia se decompondo Em tanto mais e até em certo jocoso louvor De cada dia morrer um pouco Por tudo abandonado, tão atroz e jogado Talvez seja por isso que essa música sempre tocou No silêncio No eterno luto de intervalos que ousamos chamar de estupor. A espera dos dias, tão demorados O eterno amargor por tudo arruinado Aos poucos é possível ouvir um leve sibilar Não de pássaros, mas só o tempo gemendo pelo o que ainda falta levar Sem chorar E até indolor, incolor O silêncio extenua e mata aquilo que queríamos que fosse amor

A noite escura aos teus cabelos enegrece, O desenho do mar que nos curva Retrata a tristeza da fria água turva
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A noite escura aos teus cabelos enegrece, O desenho do mar que nos curva Retrata a tristeza da fria água turva E em seus olhos soturnos o infinito floresce . Reflui sobre a água negra sua pele clara Vejo-te ao fundo do mar, beleza quase finda E tuas palavras, espere, quais já não ainda, Uma distância perdurável que nos separa . Padecimento! Teu existir é como um véu Que espalhe quanta dor, delito momento Estas inúteis agonias que afastam-me do céu . Sem ti, meus olhos são abertos Porém alma, tenho claro passamento São inundas do nada; um deserto