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Frase de Cris Milanni

Algo incontrolável tomou conta do meu ser, estou em êxtase absoluto! Incoativa aos séculos... Aonde os desejos do corpo celeste, adormecia em minhas órbitas. Sobre a ponta dos meus dedos, acaricio as rotas dos planetas, e no limbo das constelações; explodo! Refugiando-me num gozo, nos fragmentos de um meteoro, na explosão do prazer e o caos. Acalmo entre os toques sutis, implodindo-me em colapsos orgásticos. Assim sou feita: de caos! Sempre só, em meus anéis inefáveis...

Cris Milanni

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Cris Milanni

Aprecio a liberdade Ser solta como o vento sem ter curva ou paragem
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Aprecio a liberdade Ser solta como o vento sem ter curva ou paragem Sou do instante... da eternidade da profundidade das emoções Amo o amor em tua intensidade tão perto da loucura de ilusões Eu quero sentir todo o Mundo pulsando dentro de mim Enquanto o vento sopra toda Vida em meu rosto

Os meus pensamentos divagam, nostálgicos. O coração ansioso, a taquicardia rotineira causada pela espera. Parece que os dias se arrastam, as horas parecem dias e os dias parecem meses. E tudo está sem cor, ausência da alegria lá fora e aqui dentro, parece está pior. Já não tenho…
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Os meus pensamentos divagam, nostálgicos. O coração ansioso, a taquicardia rotineira causada pela espera. Parece que os dias se arrastam, as horas parecem dias e os dias parecem meses. E tudo está sem cor, ausência da alegria lá fora e aqui dentro, parece está pior. Já não tenho alívio nas drogas em cápsulas, nem sequer em taças de vinho em outra companhia. Caio no impasse, na monotonia dos dias... O meu corpo letárgico, sucumbe aos dias de ócio. A fé parece ter me abandonado. Tornou um rifual e tudo só se repete, nos vazios onde tudo se comporta, mas nada o preenche. O sol nasce outra vez, e mesmo inerte, quase sem vida, o sangue ainda quente ainda percorre o teu trajeto habitual. Sigo na inexistência, nas partículas invisíveis. Deixei de vomitar palavras sem sentido, o silêncio, tem sido o meu triunfo. Nele eu grito e expresso o que eu sinto.

O silêncio é a música da vida. Nenhum de nós nunca mais cedeu... Ao devaneio que se perdeu
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O silêncio é a música da vida. Nenhum de nós nunca mais cedeu... Ao devaneio que se perdeu Custou muito que dizer ao perceber Que tudo nessa vida ainda pode se perder... E quem disse que toda música de amor é só puro merchan pra vender... Ainda vai ter muito do que se arrepender. Não que não seja a coisa mais óbvia a se dizer Mas depois que terminou, nenhum de nós voltou Não que seja a coisa mais triste a se dizer Mas é um fato que não há mais amor Não existe elo algum remanescente Nenhum verso bonito num sol ardente e poente Não é a coisa mais certa a se falar agora... Mas sinto tanto por nós mesmos que nos deixamos morrer Abrindo mão de tudo que nos ligava É por isso que existe o negócio do amor Sempre irá render muito espalhar essa dor A doce angústia se decompondo Em tanto mais e até em certo jocoso louvor De cada dia morrer um pouco Por tudo abandonado, tão atroz e jogado Talvez seja por isso que essa música sempre tocou No silêncio No eterno luto de intervalos que ousamos chamar de estupor. A espera dos dias, tão demorados O eterno amargor por tudo arruinado Aos poucos é possível ouvir um leve sibilar Não de pássaros, mas só o tempo gemendo pelo o que ainda falta levar Sem chorar E até indolor, incolor O silêncio extenua e mata aquilo que queríamos que fosse amor