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Frases de Cleison Rocha de Melo

42 frases

Lá fora a chuva cai Fria, em uma manhã anti sonora Em uma cidade que descansa
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Lá fora a chuva cai Fria, em uma manhã anti sonora Em uma cidade que descansa Do ronronar de feras terríveis Cruéis sem coração, quente ou frio. Ou melhor, coração têm. Mas não sentem um só único sentimento Bom ou mal interferindo, se ferindo. Retroalimentando a ganância do capital Ainda me lembro de como eram as manhãs Manhas lindas de sol, desnudando tudo. Ao alvorecer em todas as nuanças Como um desenrolar de uma pintura Que dos mais pasteis dos tons possui; Agora não! Vem uma fera sem coração Como um míssil maquinal maquiavélico Composto de fluidos e metal. De cores berrantes, como antes havia os matizes. Mais perfeitos de todo tipo, borboleta, Flutuantes calmas anti- sonoras Agora só o estrondo da fera desembestada Em um poste elétrico tirando uma vida Com o caos sonoro já não mais se dividia as vísceras De quem era o mestre daquela pobre fera Sangue e carne se retorcem em metal O capitalismo retroalimentando Ferindo interferindo quente ou frio, Coração, cruéis. Ferindo interferindo quente ou frio, Coração, cruéis. O capitalismo retroalimentando Sangue e carne se retorcem em metal De quem era o mestre daquela pobre fera Com o caos sonoro já não mais se dividia as vísceras Em um poste elétrico tirando uma vida Agora só o estrondo da fera desembestada Mais perfeitos de todo tipo, borboleta, Flutuantes calmas anti- sonoras De cores berrantes, como antes havia os matizes. Composto de fluidos e metal. Como um míssil maquinal maquiavélico Vem uma fera sem coração Que dos mais pasteis dos tons possui; Agora não! Como um desenrolar de uma pintura Ao alvorecer em todas as nuanças Manhas lindas de sol, desnudando tudo. Ainda me lembro de como eram as manhãs Retroalimentando a ganância do capital Bom ou mal interferindo, se ferindo. Mas não sentem um só único sentimento Ou melhor, coração tem. Cruéis sem coração, quente ou frio. Do ronronar de feras terríveis Em uma cidade que descansa Fria, em uma manhã anti-sonora Lá fora a chuva cai

Vivi Em noites luzentes... Pego me a recordar...
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Vivi Em noites luzentes... Pego me a recordar... Volúpias que vivi... Dolências laceram meu peito... Ouço meu peito plangente... Que morosamente impôs seu fastídio... Atroz sentimento lascivo... Me conduz ao estentor... Imos e cândidos sentimentos me tocam... Em palpite proscrito do amor... Soneto torpe que me faz prantear... Torvas lágrimas... Em palpite proscrito... Do amor...

O sistema estamental da sociedade capitalista contemporânea, ou o topo do mundo está mal interpretado por pensar na resolução de suas definições por um triângulo simples, pois está inserido num processo ainda mais ambíguo, além do esboço Matemático e definição apropriada pura e s…
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O sistema estamental da sociedade capitalista contemporânea, ou o topo do mundo está mal interpretado por pensar na resolução de suas definições por um triângulo simples, pois está inserido num processo ainda mais ambíguo, além do esboço Matemático e definição apropriada pura e simplesmente das ciências exatas por assim dizer, ao qual se utiliza amplamente em qualquer atividade analítica incluindo o presente descrito. O topo do mundo é elegível por seres não como violinos estradivários em grau ressonante sonoro em graus proximais decimais de afinação, é, sobretudo sim, mas principalmente como pano de fundo para rabecas que ousaram afinações proximais reais de estradivários. A esses sim senhores do topo já que quando se está na região proximal ao cume tudo fica mais difícil. Pequenos solos de rabeca em meio a estradivários. Surgindo em qualquer área assim como o sistema estamental poderia descrever a ordem de importância, ou o capital define a classe de representação da pessoa, mas, sobretudo os do topo do mundo surgiram dos campos e construções emergiram das varandas onde se tem roupa quarando, becos e vielas escuras com velas acesas, e sublimes em si como uma flor única e rara surgindo no meio do asfalto, e ninguém sabe ao certo quanto mais aquele ser pode ser o Excelsior em ser.

Contemplação A solidão é como uma brisa... Que aflige a alma do poeta...
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Contemplação A solidão é como uma brisa... Que aflige a alma do poeta... É a calmaria do mar... Que tanto prejudica a pesca... Talvez comparável a lua... A lua que pousa no ar... E só faz chorar na lua... Na lua... lua da escuridão... A lua que foi dada... Para apaixonados Magos, cosmográficos... Bruxos e revoltados... Poetas admiraram... Comporão se apaixonaram... Tocaram e amaram... Sem nunca lá está... E mesmo assim eles... Se sentiram lá...

Eterno Coração de poeta É sólido como uma rocha
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Eterno Coração de poeta É sólido como uma rocha Não confunde sentimentos... E quando ama É intensamente... Coração de poeta É frágil como um bibelô de porcelana... E quando ama Não suporta a dor... Coração de poeta É solúvel como água Quente como brasa e frio como gelo É sólido como aço... E quando ama É pra eternidade...

Tempo, tempo Fiquei aqui tonto A te esperar
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Tempo, tempo Fiquei aqui tonto A te esperar Mas você Fez questão De se Atrasar Só pra me ver Chorar Chorar E nunca Mais Parar Qual é A sua Vez de falar Pra mim O segredo De te amar Só pra te Contar O que ninguém Podia Lé Falar O quanto Podia Te amar.

Prisão Hoje o sol nasceu quadrado Por mais um dia encarcerado
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Prisão Hoje o sol nasceu quadrado Por mais um dia encarcerado Olhei o sol nascer da cela fria Fui condenado sem ser culpado e julgado Estou prezo por um crime Que nem ao menos cometi Fui prezo condenado A uma pena eterna Fui prezo por amar Condenado por provar O que realmente é amar Da minha cela posso sair Mas prefiro não fugir Desse amor que conseguiu Me aprisionar.

Quanto Eu precizo do amor Pra sofrer
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Quanto Eu precizo do amor Pra sofrer Da solidão Pra compor Da tristeza Pra chorar Das lágrimas Pra viver Dos teus beijos Pra sonhar Da magoa Pra crer Do infinito Pra ter Do tempo Pra falar Do sofrer Pra contar O quanto é bom Te amar

Vale dos céus, sonhos do olimpo Ítacar pequena ilha grega habitada por deusas gregas Teus lábios e teus sorrisos
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Vale dos céus, sonhos do olimpo Ítacar pequena ilha grega habitada por deusas gregas Teus lábios e teus sorrisos Orfeu que dos sonhos conheceu por real teus lábios Reluz por brilho próprio pantera negra Serendibite entre as joias Imos e cândidos, os sons da tua voz que queimam minha alma. Acesa a brasa que abrasa meu peito.

Ela é de virgem, ela é de ébano e uma deusa é guerreira de verdade. Inteligente, educada, filosofa é rara de valor é milhão. De amor, seu sorriso já detonou, há tempos um coração.
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Ela é de virgem, ela é de ébano e uma deusa é guerreira de verdade. Inteligente, educada, filosofa é rara de valor é milhão. De amor, seu sorriso já detonou, há tempos um coração. Pensando em você, pensando em viver, uma hora ao seu lado. Melhor que viver 10 anos na frente de uma televisão Se tudo na minha mente se confundi mesmo e não passa de ilusão Melhor olhar seu retrato tentando sentir o perfume que deixa no ar Ou curtindo uma lembrança da lua em teu rosto De cada passada na passarela quando passa Que a minha memória invade e me maltrata

A junção da determinação de luz, nutre e fortalece cada parte individual como um todo, apesar do ardiloso e competitivo individual, o mesmo que fortalece e nutre as partes também suga e drena a força em partes, quanto mais próximo do ponto de luz maior o favorecimento em sentido…
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A junção da determinação de luz, nutre e fortalece cada parte individual como um todo, apesar do ardiloso e competitivo individual, o mesmo que fortalece e nutre as partes também suga e drena a força em partes, quanto mais próximo do ponto de luz maior o favorecimento em sentido natural, assim como a beleza extrema e máxima da natureza não é dado a todas as flores assim como você.

Encontre e encante Vim sair pra me encontrar vou fugir sem parar Da prisão a me cativar humor amor
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Encontre e encante Vim sair pra me encontrar vou fugir sem parar Da prisão a me cativar humor amor Sem parar Não sei não, nem sei seu lugar Vamos pra outro Um outro lugar... Sábios teus lábios calitos Pela ignorância primazia em sonho Dos beijos dos tempos e dos sons Que passa... Que fala...

Chorar... Gostar de sorrir... E sentir vontade do mundo acabar
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Chorar... Gostar de sorrir... E sentir vontade do mundo acabar Pra ver se vai explodir Num turbilhão sem cenário na mão, Um país, alguns alunos para uma nação Cidadania, humildade é união Os tigres saíram do armário Jogados na lona Peles de felinos errados Nem gatos, nem ratos é tigre Devia ser um leão com rugido forte, e boa distinção Lutar e lutar como rodas de rolimã Descendo a ladeira propondo contradição Amor a um ato, a um fato, a uma crítica Gritos cantam, se vai sinfonia e se vai melodia... Transcende o coração maravilha Mortalha batalha não falha na raia

Na espinha dorsal Eu observei nascer num canto do muro Uma planta uma erva daninha
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Na espinha dorsal Eu observei nascer num canto do muro Uma planta uma erva daninha Que sem o abrigo da luz e sem nutrientes Esta declinando sua beleza de flor Rente se prolonga um alto prédio construído Para sonhos... O qual também se assemelha com erva daninha Que nutre e gera brotando Como um prego No coração do país Na espinha dorsal do sistema

Guerra Perguntar ao horizonte Quem poderia,
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Guerra Perguntar ao horizonte Quem poderia, Fazer acalento, acalentar Ninguém há responder... Ir embora com o vento Voltar no outro dia Com raio de sol sustenido Gritar alto ao tempo Porque havia guerra Silêncio pairou a contar... Ao longe... respondeu Quer ser feliz A paz tem que acabar Pra alguém sorrir E outro chorar...

Está escrito no passado Que um dia será Está escrito também
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Está escrito no passado Que um dia será Está escrito também Que será louco por você Um momento não é o bastante A quem se ama Por que não volta ao passado E escreve nessas páginas Chegando longe... Ficara sim mais perto Volta a ter sonhos de adolescente A teus segredos guardados Volta faz novamente, faz tudo no futuro... Garota só não muda teu nome, pra lembrar... Só se sabe, que teus olhos Nunca mudaram os tons

Parte II passado, e de um presente que não voltaria a acontecer, nem em um instante e nem em um outro momento, que os cabelos loiros mostravam de longe que ainda tinha uma vivaz forma e cor, mesmo isso não agradava a si, como já havia sido antes no passado e nem tão pouco no fut…
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Parte II passado, e de um presente que não voltaria a acontecer, nem em um instante e nem em um outro momento, que os cabelos loiros mostravam de longe que ainda tinha uma vivaz forma e cor, mesmo isso não agradava a si, como já havia sido antes no passado e nem tão pouco no futuro, poderia existir mas o que os seus olhos contavam de uma vida toda sem nunca ter visto, que seus cabelos não eram na verdade tão importantes, como a perda de toda sua dignidade ou o momento de não ser o outro com sigo mesmo, ainda buscava no presente o mundo que tinha sido tomado como uma cerveja que se acaba em gargalo, e implodiu toda a razão, de sua existência como um ente que participa dos momentos que se passam com percepção e já não mais analisava, o outro como o um e nem tão pouco se obtinha algum momento nos olhos fundos que se misturavam com o cabelo loiro, antes da cerveja havia um único momento que ainda o outro tinha a percepção do que era o ser em si ali imponente, com as situações que colaboravam com sua própria vilania de sua rotina maquinal, que sempre como um pombo que foge de sua morada que não é mais que um cativeiro pleno, e sempre volta ao mesmo momento, perplexo por não buscar o mesmo que poderia ser o outro na sua imagem joga sua imagem como um tijolo de construção vermelho no contra espelho do motorista, e já sabe que o outro não esta mais ali, apesar do silêncio cortante que os olhos refletidos contínuos mordiam, a memória de um dia que não era um dia mas a noite que apenas quedava nos olhos de todos que encontravam o outro no observador, o resvalar do plástico que não era mais plástico, mas papel e um rato que observava o observador com seus olhos de punguista perdido com um chapéu que tinha meia aba, que não era aba numa noite quente que denunciava a presença de um rélis, do que poderia ser mas não foi, e mesmo quando buscava o momento de ser do outro, que ainda não era o outro mas o mesmo que já havia em tantos becos, com olhos vermelhos e cheiro de cachaça fétida do inicio da noite, que ainda há de haver bailarinos como palhaços e o mais cruel de todos com sigo mesmo, enquanto deveria deixar o outro de ser o mesmo, que sempre foi o mesmo rato com os mesmos olhos vermelhos dos punguistas, que se deslocam por entre o acumulo de corpos mortos, para absorver de suas entranhas de formas viscerais no nada que poderia existir no outro que não é mesmo por seu olhar desconfiado, ter encontrado os olhos do observador que do outro ou de si mesmo nada mais teme, do que ter olhos de rato ou ter hábito fétido no cair da noite, com estrelas que ainda se apresentavam tímidas numa noite quente, após sua cerveja bem trocado por papel em mãos imundas que procuravam não o valor necessário, mas o próprio eu que não era o que existia, mas o que se encontrava como um grande animal de circo, que bem adestrado faz truques que estratifica o outro eu que não é o eu tão pouco o outro de uma deliver, qualquer sem destino num centro sem coração e sem alma que ali o único sentido de ser é onde o ser jaz por jazir, como um corpo morto de um rato em beco qualquer sujo e imundo, não menos que os que ostentavam seu perfume françes, que não se importava tanto como uma doce sedução do buscar o outro perdido, se era o existir ou não existir do mesmo, no mesmo lugar de saber que de françes o nome ostentava mas gruía como a um selvagem que de nada adiantasse os mais fulgazes das identidades de ser o ser em si ou o outro, havia o outro que rasgava os tecidos da noite como a um véu que se parte do ponto de ruptura, do que a no observador como outro, mas que com sua luz brilhante como um sol desconhecido em brilho e magnitude da aurora de um próprio momento de luz angelical, que sua luz paira no ar, o outro que o observador se encontrava como o mesmo, imponente e