Frase de Cleison Rocha de Melo
Lá fora a chuva cai Fria, em uma manhã anti sonora Em uma cidade que descansa Do ronronar de feras terríveis Cruéis sem coração, quente ou frio. Ou melhor, coração têm. Mas não sentem um só único sentimento Bom ou mal interferindo, se ferindo. Retroalimentando a ganância do capital Ainda me lembro de como eram as manhãs Manhas lindas de sol, desnudando tudo. Ao alvorecer em todas as nuanças Como um desenrolar de uma pintura Que dos mais pasteis dos tons possui; Agora não! Vem uma fera sem coração Como um míssil maquinal maquiavélico Composto de fluidos e metal. De cores berrantes, como antes havia os matizes. Mais perfeitos de todo tipo, borboleta, Flutuantes calmas anti- sonoras Agora só o estrondo da fera desembestada Em um poste elétrico tirando uma vida Com o caos sonoro já não mais se dividia as vísceras De quem era o mestre daquela pobre fera Sangue e carne se retorcem em metal O capitalismo retroalimentando Ferindo interferindo quente ou frio, Coração, cruéis. Ferindo interferindo quente ou frio, Coração, cruéis. O capitalismo retroalimentando Sangue e carne se retorcem em metal De quem era o mestre daquela pobre fera Com o caos sonoro já não mais se dividia as vísceras Em um poste elétrico tirando uma vida Agora só o estrondo da fera desembestada Mais perfeitos de todo tipo, borboleta, Flutuantes calmas anti- sonoras De cores berrantes, como antes havia os matizes. Composto de fluidos e metal. Como um míssil maquinal maquiavélico Vem uma fera sem coração Que dos mais pasteis dos tons possui; Agora não! Como um desenrolar de uma pintura Ao alvorecer em todas as nuanças Manhas lindas de sol, desnudando tudo. Ainda me lembro de como eram as manhãs Retroalimentando a ganância do capital Bom ou mal interferindo, se ferindo. Mas não sentem um só único sentimento Ou melhor, coração tem. Cruéis sem coração, quente ou frio. Do ronronar de feras terríveis Em uma cidade que descansa Fria, em uma manhã anti-sonora Lá fora a chuva cai
No pensador.ai desde