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Frases de Cleison Rocha de Melo

42 frases

Sonho Quando um olhar pela primeira vez... Confirmar que realmente existe o amor
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Sonho Quando um olhar pela primeira vez... Confirmar que realmente existe o amor A primeira vista, Olhar de lado por ter vergonha do pecado, Mas com sua perfeição não resistir Olhar-te novamente fundo em teus olhos, O notar que você me olhava Ao contrario com igual Sem nem ao menos saber O nome da amada Fui de encontro a ela sem medo Nem inibição Dar lhe um beijo Em silêncio, pairou no ar... E novamente me olhou Sem nem dizer teu nome Eu acordei e chorei Pois tudo não passou De um mero sonho

A flor rara no planalto central No momento crucial esse homem descia a avenida em busca dos olhos do outro que não eram os olhos do observador , sentiu o retirar da tampa de sua cerveja com suas mãos suadas e trêmulas, ao esperar de um som rasante, um tilintar que não vinha em s…
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A flor rara no planalto central No momento crucial esse homem descia a avenida em busca dos olhos do outro que não eram os olhos do observador , sentiu o retirar da tampa de sua cerveja com suas mãos suadas e trêmulas, ao esperar de um som rasante, um tilintar que não vinha em sua mente, pensando no passado e nos momentos vivenciados a um tempo, e olhava para si mesmo procurando no outro a sua identidade , ou qualquer naco de um tempo de uma pulsar que se explode do nada e do outro, na aurora de um dia que nunca existiu na sua plenitude, mas sempre com um alvorecer voraz de mostrar o mesmo, enquanto o outro objetado na sua absorção das nuances que se encontravam naquele mesmo momento, a ideia de sobejar e fazer um alvoroço voraz, as siluetas dos olhos amargos cravos nas constelações perdidas, na fugaz lembrança de um poeta morto por seu próprio eu que não era o outro, cantante pelas pradarias de um novo orvalho nessa selva de pedra que fulmina no final quando se curva pela idade e pelo tempo atomizado, na penalidade das tristezas que geram penumbras, de sonhos em espirais cantantes de um sonho noturno, que fragrâncias surgiam gritantes, criva na alma e no corpo rente a um poste claro na cidade, com os perfumes, com todos os matizes de cores e tudo mais que se possa acontecer em uma noite em que o melhor seria não deixar que outro existisse, pois a condição do mesmo já não era melhor do que o mundo que se via lá onde as impressões passavam soltas, havia um certo de entendimentos sobre o que busca a luz quando alcança as trevas, em superação ao mesmo que se encontrava perdido e se encontrava no outro que não era mais o mesmo, de antes de passar por tantas provações do seu ser em si que a si não mais se pertencia, quando o sonho não podia mais ser pronunciado pela penumbra do amanhecer, que ainda tarda em quedar e vir a ser o que não é mais que uma noite com seus perfumes fugazes, de uma busca de um quero mais da noite que ainda pra alguns parece estar apenas por um triz de um sobejo maior, ainda sentindo entre os dedos um prazer de sentir até a ultima gota daquela que seria a primeira e ultima cerveja, mas não tão simples e perdida como seria para o outro, que ainda não conhecia o múltiplo no único que devassava os prazeres de muitas noites incessantes, por não ter tido o outro mais que muitas replicas do que já existia, e não se comprometia mais com a razão do que com o motivo do ser e estar de muitas replicas que não levavam os pés soltos no ar dançantes daquele que olhava por todos os lados, os mortos que caminhavam bebiam e dirigiam seus carros como filas de uma grande minhoca bestial, os olhos do observador não era mais o mesmo, mais o outro que ainda com sua cerveja olhava como tantos bebem e morrem e tantos outros dirigem seus carros e morrem e como os que ainda ali se alimentavam como animais em um grande curral onde a eficácia e eficiência maquinal anulava o outro, que nunca existiu ou vai existir pois o momento não era propicio para a busca do eu e nem tampouco do outro que mudava constantemente de análise, para todos buscarem o seu eu mais próximo do que um outro que morria a cada segundo, lento num maçante e repetitivo momento de ter sempre a presença do que a eficácia e a mecanização dos que ali comiam como vermes putrefatos, perdidos na noite em um almíscar de tudo que mudou no sentido de não mais buscar o momento certo, mas sim qualquer fosse o prazer enfadonho do perder de suas vidas tolas, por motivos imbecis e ineficientes para deixa-los por um outro lado do universo, onde não teria mais nada de novo ou de perpendicular ou paralelo, mas sim de um desfecho de perdida de uma vida toda nos olhos fundos que se apresentavam no momento de não ser mais o que deveria ter sido, por toda uma vida de perda, de um outro que não é mais o mesmo que já havia no olhar de um

Parte III perdido com sua proteção de vidro, que por traz da proteção pueril do que é o real em ser e ser por si mesmo com um brilho de olhos negros como a noite, que lusia como a aurora do observador que não era o mesmo desde o inicio de sua cerveja até sua finitude de um peque…
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Parte III perdido com sua proteção de vidro, que por traz da proteção pueril do que é o real em ser e ser por si mesmo com um brilho de olhos negros como a noite, que lusia como a aurora do observador que não era o mesmo desde o inicio de sua cerveja até sua finitude de um pequeno momento, o outro que o observador observava não era mais o outro mais o observador do outro que não é o mesmo de antes da cerveja, ou dos mesmos olhares nunca mais por todo derivar da infinitude universal de uma lagrima ou de um beijo doce sem fim que fica cravado na memória e no tempo eterno, o outro que envergonhava a noite era os cabelos negros do outro que o observador observava já não sendo o outro como uma noite simples, mas como uma noite com o mais belos dos negros da noite, o observador infinitamente patético observou o obvio, do alem dos mares da infinitude da beleza das luses acesas do que já foi mais que ribaltas, uma joia sem igual perola branca sem falhas e natural, ser exatamente perfeita em categoria máxima de ousia natural, perfeita em par de espécie de raridade das fragmentações imperfeitas e improváveis do observador, o outro se tornou o observador por sua postura romântica, e sua extrema perfeição de justiça de mulher, única em espécie que justifica o todo como tudo, integridade no outro que o observador nunca tinha encontrado em outro que gerasse uma identidade de amor, em plenitude da virtude de um poema, o observador rastejou todo o dia por existir um momento apenas, onde o dia se quedasse por um desespero maior de observar o outro como fada e princesa de mármore grego luzido por olhos negros como a noite, o cintilar da constelação do coração maior, que a finitude de um firmamento, as afeições dos outro, de finos traços de ceda e lábios de cereja cor rubra da pele ,observável os traços da ceda que martogam seu nuante dorso, e tés pálida, pavor de desejo dos olhos do observador, destronavam a razão imprudente de frestas, seu fino fil de ceda que saia levemente de seu vestido envergonhado com tamanha a delicadeza de ceda de sua pele perfeita, o observador debruçado em existir apenas aquele instante de plena concepção do divinal em um único fio de ceda raro, que conduziu com maestria de um mestre do caos em beleza todo seu ser e coração fervente de fulgor, o leve toque que conduzia um olhar sem dono por toda extremidade do fil, e leveza de pluma no olhar revelava como um fino fil quedaste como o sol que se cai, revelando secretamente os mistérios de olhos de uma pantera negra, e coração selvagem sem falhas como o rugido de um leão indômito, como um raio que se parte fulminante nos olhos negros, revelavam um momento sem igual e único que não seria esquecido jamais completamente, como um copo meio cheio de infinitas belezas do néctar pueril e cândido, a divina proporção entre o que é uma mulher e uma fera selvagem , pura onda prefulgazes de ternura e carinho, um coração cravejado das mais belas joias dos mais diferenciados matizes, a mais bela das flores que o próprio orvalho e ar sobejam o toque, flor rara que nasce do almíscar da terra molhada perfumada em puro sândalo, vivas ás nuvens que param e nunca mais seriam as mesmas seduzas delicadas como um coração perfeito, céu magnífico em tons pastéis de laranja e vermelho tristes pela beleza dos lábios de cereja, ornado lábios de cereja em simplicidade um anjo na terra, relis mortal que sobeja o ouro branco na terra como o mais puro mármore grego, a princesinha flor violeta de tons azul anil telúrica do caos, a poesia perfeita de Copacabana e contornos retorcidos que o observador transige e curva seu pescoço ao passar, pois sabia que não merecia estar ao seu lado, porque ao seu lado era apenas uma coisa insólita e insignificante, todo o desejo do observador era pertencer nem se quer como um objeto real desse cenário incrível que o outro faz parte

Todas as manhãs são iguais Todo dia quando acordo Olho pela janela do meu quarto
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Todas as manhãs são iguais Todo dia quando acordo Olho pela janela do meu quarto Sem querer olho o céu e o sol Vejo tudo em que passo os olhos Tua face, teu semblante... Teu rosto, tua imagem e a lembrança De um beijo vem... Lembrança de um regalo Com afagos de carinho e solidão Então fica a pairar no ar Como sinos a badalar Corações, não conseguem esquecer De uma flor que ficou fechada Para o amor que não desabrochou Ficou fechada para o amor Que quando se quis desabrochar Viu seus sentimentos No reflexo do espelho e teve medo

Vejo uma lagrima cair no papel Quando penso em teu beijo eu me lembro do gosto do mel Quando penso em desejo eu me lembro do teu corpo suado no meu
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Vejo uma lagrima cair no papel Quando penso em teu beijo eu me lembro do gosto do mel Quando penso em desejo eu me lembro do teu corpo suado no meu Quando penso no perfume das rosas me lembro do seu Quando penso em face tão linda me lembro da tua molhada pela chuva Quando penso em amar eu me lembro do meu que se perdeu Quando penso em te perder eu me lembro do seu olhar e choro Quando penso em você me sinto no céu

Poeta suburbano Compondo com veneno nas letras Declarar, revolta contra
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Poeta suburbano Compondo com veneno nas letras Declarar, revolta contra Aqueles que chegarem agora Tão importante passante Entenda o preço da oferta Aqueles que tiverem um pouco de censura No meio quebrado do dia É hora de acordar A revolução no instante Onde há poucos, quase nenhum... Possui a função do sim Agora tá na hora Temos que entender Revolução intelectual A revolta do cotidiano Um poeta suburbano

Coração juvenilha Perdoou você, sem nenhuma Paixão
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Coração juvenilha Perdoou você, sem nenhuma Paixão Perdoou você, com uma Canção... Perdoou você, em uma Declaração... Perdoou você, te dando Lição... Perdoou você, no meu Coração... Perdoou você, até Então... Perdoou você, de justa Razão... Mas não perdoou você, por ter roubado Meu ...

Flor da estação Sinto um amor de verão Que com certeza...
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Flor da estação Sinto um amor de verão Que com certeza... Vai durar ás quatro estações... Quando chegou o outono As folhas caíram Mas meu amor não caíra Do meu coração Quando passar o inverno Todos frio sentiram Mas continuara quente No meu coração Quando voltar a primavera Meu coração desabrochará Como uma flor ao luar Dentro do meu coração

Fica-se às vezes Fica-se tanto tempo Fica-se em solidão
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Fica-se às vezes Fica-se tanto tempo Fica-se em solidão Fica-se sem solidão Fica-se e se deixa Deixa-se de ser sozinho Deixa-se de ser ausência Deixa-se por companhia Tem-se uma amiga solidão Deixa-se e se torna companhia. Fica-se às vezes Deixa-se de ser sozinho Fica-se tanto tempo Deixa-se de ser ausência Fica-se em solidão Deixa-se por companhia Fica-se sem solidão Tem-se uma amiga solidão Fica-se e se deixa Deixa-se e se torna companhia.

Quase Ficava imaginado que a roupa dela era a sua Via no loiro do cabelo dela o seu
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Quase Ficava imaginado que a roupa dela era a sua Via no loiro do cabelo dela o seu Foi quando quase me ganhou O beijo dela só não me nocauteou Quando do perfume de rosa e abraço Não era o seu toque de seda em beija flor Eu quase fiquei em duvida Mas fiquei no quase Nunca te esqueci, fiquei só no quase E pra convencer que sempre me lembrei O tempo que faz é volta e ida até marte duas vezes Se existe outra de você Tem uma aqui que não vê meus sentimentos E uma lá no céu que ele guardou pra lembrar É uma dele e a outra é minha