A história da humanidade se constitui por guerras, invasões, ocupações e colonizações, há quem diga que também havia amor entre uma coisa e outra.
Frases de Bruno Fernandes Barcellos
178 frases
Para que querer quem não nos deseja? Diversas pessoas se envolvem em relacionamentos sem reciprocidade, se doam, criam expectativas, e se apegam a discursos e possibilidades futuras. Ficam com raiva quando o outro desmarca um encontro, não aparece, some e não dá notícias, mas a…
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Para que querer quem não nos deseja? Diversas pessoas se envolvem em relacionamentos sem reciprocidade, se doam, criam expectativas, e se apegam a discursos e possibilidades futuras. Ficam com raiva quando o outro desmarca um encontro, não aparece, some e não dá notícias, mas a qualquer mensagem já está ansioso (a) para responder. O curioso é pensar porque estas relações desniveladas são tão frequentes, porque será que algumas pessoas se aprisionam a isso? Se há uma busca comum entre as pessoas, é a busca por ser e se sentir amado, porém algumas pessoas escolhem os amores mais difíceis e os mais improváveis para chamar de seu. A tentativa de ser especial na vida de alguém, muitas vezes faz com que as pessoas se tornem mais uma e fiquem aprisionadas em um ciclo de investimento, frustração, aposta que pode ser diferente no futuro, novo investimento e nova frustração. O problema não é gostar do outro, o problema é quando há uma dependência do outro para gostar de si. Querer quem não nos deseja é uma excelente forma de reafirmar a nossa própria rejeição e buscar a psicoterapia é o primeiro passo para reformular a nossa forma de amar(se). Bruno Fernandes Barcellos Psicólogo Clínico - CRP:05/39656 www.facebook.com/psibrunobarcellos
Cultivamos o amor a aparência, não só estética, mas a aparência de prazer, de sucesso, de satisfação. E quando o outro está mais à frente do que a gente acha que deveria estar, nos resta o ódio, a inveja e o rancor de não poder (se) amar.
Parceria é provocação. De um modo geral desde cedo buscamos parceiros, nas amizades, nos grupos, nos amores, mas também nos negócios. É claro que encontramos diversos modelos de parcerias que nos servem em situações e momentos diferentes. E sim, podemos trocar estas parcerias a…
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Parceria é provocação. De um modo geral desde cedo buscamos parceiros, nas amizades, nos grupos, nos amores, mas também nos negócios. É claro que encontramos diversos modelos de parcerias que nos servem em situações e momentos diferentes. E sim, podemos trocar estas parcerias ao longo da jornada. Mas uma parceria produtiva envolve a busca pela reciprocidade, reconhecimento, e provocação. - Reciprocidade para que as doações e o envolvimento seja de ambas as partes e não sobrecarregue nenhum lado; - Reconhecimento para que seja estimulante e prazeroso a realização lado a lado; - Provocação para que as ideias sejam debatidas, com discordâncias e acordos, para a produção de um planejamento que leve a ação. Assim, precisamos verificar o que esta parceria pede de nós e o que elas nos oferece, quais os objetivos que nós temos e quais os objetivos do outro e o quanto de dedicação precisaremos para que seja produtivo. No campo profissional, parcerias em sua maioria são boas, se forem bem acordadas e claras. E para profissionais autônomos, como Psicólogos, é muito importante que esta parceria respeite a sua história e o seu nome.
A inspiração não é uma atitude passiva Se ficarmos 30 minutos próximos a um grupo de crianças, perceberemos uma enorme capacidade em fazer me... Digamos, uma enorme capacidade em criar, pular, subir em lugares inimagináveis, inventar jogos e brincadeiras. Quando vamos crescendo…
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A inspiração não é uma atitude passiva Se ficarmos 30 minutos próximos a um grupo de crianças, perceberemos uma enorme capacidade em fazer me... Digamos, uma enorme capacidade em criar, pular, subir em lugares inimagináveis, inventar jogos e brincadeiras. Quando vamos crescendo aprendemos que todos os jogos e brincadeiras possuem regras, e assim vamos emoldurando a criatividade. Claro que regras e limites são importantes, mas quais os efeitos destes em nossa capacidade criativa? Vemos diversos adultos que dizem ter dificuldade em ter ideias, e que precisam aguardar o momento da inspiração. Consideramos que inspiração envolve ter uma atitude curiosa sobre a vida, mantendo a atenção aberta aos acontecimentos ao nosso redor, e associando os acontecimentos ao que pode ser do nosso interesse ou oportuno para alguém. Então, aprenda a desenvolver uma atitude curiosa, absorvendo os acontecimentos cotidianos como fonte de aprendizado e inspiração, que só se tornam possíveis com uma boa transpiração. E lembre-se, inspiração é o movimento de absorver o ar ao seu redor.
Se há algo de verdade na ilusão, é que ela é atraente. Alivia dores, alimenta sonhos, afasta temores, cria sensações de segurança. E a realidade, muitas vezes é dura, fria, incerta e fugaz, trabalhosa e limitante. www.facebook.com/psibrunobarcellos
Ódio em tempos de Likes. A história da humanidade se constitui por guerras, invasões, ocupações e colonizações, há quem diga que também havia amor entre uma coisa e outra. Se há algo de humano é a agressividade "gratuita", talvez não tão gratuita. Freud nos sinalizou que o ódio…
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Ódio em tempos de Likes. A história da humanidade se constitui por guerras, invasões, ocupações e colonizações, há quem diga que também havia amor entre uma coisa e outra. Se há algo de humano é a agressividade "gratuita", talvez não tão gratuita. Freud nos sinalizou que o ódio antecede o amor, que o desconforto está na origem e assim o ódio ao desconforto. O amor vem depois, quando encontramos algum aconchego. Em um mundo que já passou o ser e ultrapassou o ter, nos resta aparecer. E quando a vida, as circunstâncias, a sociedade, ou a família nos impede de nos vermos como gostaríamos, nos resta odiar. Como diz Sandra Niskier Flander: "Então, se, constitutivamente, o ódio vem primeiro, por outro lado ele desponta como o resultado da constatação de uma deficiência do Outro em suprir aquilo que o sujeito lhe demanda." Cultivamos o amor a aparência, não só estética, mas a aparência de prazer, de sucesso, de satisfação. E quando o outro está mais à frente do que a gente acha que deveria estar, nos resta o ódio, a inveja e o rancor de não poder (se) amar. Bruno Fernandes Barcellos Psicólogo Clínico - CRP:05/39656 Atendimento para adultos e idosos. www.facebook.com/psibrunobarcellos www.facebook.com/motivapsi
O jogo de ilusões. Em um show de mágica temos ao menos 2 personagens, o mágico e a plateia. Um sustentando o outro, negociando atenção e interesse. O mágico oferece sensações, surpresas, e a possibilidade de acreditar no improvável. A plateia oferece interesse, reconhecimento e…
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O jogo de ilusões. Em um show de mágica temos ao menos 2 personagens, o mágico e a plateia. Um sustentando o outro, negociando atenção e interesse. O mágico oferece sensações, surpresas, e a possibilidade de acreditar no improvável. A plateia oferece interesse, reconhecimento e se sustenta por querer acreditar no improvável. Podemos substituir o mágico, pelo chefe, por uma pessoa atraente ou por uma proposta de negócio irrecusável, e a plateia pelo funcionário, por alguém em busca de um relacionamento ou de um dinheiro fácil. Tirando as cores, roupas, luzes e sons, estamos em um jogo de sedução. Um quer seduzir e o outro quer ser seduzido e se esforça em acreditar no impossível. Se há algo de verdade na ilusão, é que ela é atraente. Alivia dores, alimenta sonhos, afasta temores, cria sensações de segurança. E a realidade, muitas vezes é dura, fria, incerta e fugaz, trabalhosa e limitante. Nas frustrações da vida, nas promoções que não saem, nos romances que não engrenam, nos negócios que naufragam no porto, a pergunta mais frequente é: porque escolheram te iludir? Mas para começar uma mudança, talvez seja mais interessante perguntar, porque você escolheu a ilusão? Bruno Fernandes Barcellos Psicólogo Clínico - CRP: 05/39656 www.facebook.com/psibrunobarcellos
Entre eus e outros. Viver é dilemático: se muito me doou, fico sem mim, se nada me doou fico sem o outro. Entre mim e o outro buscarei a afinação, à semelhança, um algo que acho saber sobre mim.
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Entre eus e outros. Viver é dilemático: se muito me doou, fico sem mim, se nada me doou fico sem o outro. Entre mim e o outro buscarei a afinação, à semelhança, um algo que acho saber sobre mim. Entre mim e eu, uma estranheza, um mal-entendido, um algo mais a descobrir. E nestes dilemas falo do que sou e do que não sou, falo do outro, e do outro em mim. E mesmo que nem tudo possa ser dito, vou falando, falando, falando, até que alguém escute e faça o eu ecoar em mim. www.facebook.com/psibrunobarcellos www.instagram.com/psibrunobarcellos
"Respeitar a dor do outro não deveria depender de compreensão, mas sim ser uma condição para a convivência."
Nada mais fácil que odiar o próximo. Em tempos de excesso de vaidade e carência de autoestima, ter um ódio de estimação acaricia muitos egos.
Seja autêntico, ao menos, viva tentando!
Gratidão não é prisão Se for para ser grato que seja em liberdade. Valorizando a história, o cuidado e a caridade.
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Gratidão não é prisão Se for para ser grato que seja em liberdade. Valorizando a história, o cuidado e a caridade. Se seus sonhos te empurram para um caminho diferente, distante ou divergente. Não justifique na gratidão o atraso do qual se ressente. Um favor ou ajuda não precisa de recibo. Não cobra juros ou ressarcimento, quando feito com afinco. Se te algema em chantagens, já não dialoga com o carinho. Tornamos a vida mais sem graça se penhoramos nossa felicidade por um amor sem brilho. Que a gratidão siga com a gente, e sempre componha as nossas relações. Contendo reciprocidade, ressonância e dedicação. Sendo livre para escolher estar junto e não acorrentada em manipulações, carências, dívidas eternas e dourados grilhões. *se gostou curta e compartilhe. Bruno Fernandes Barcellos Psicólogo Clínico - CRP:05/39656 www.facebook.com/psibrunobarcellos
Não seja murcho Conheço muitas pessoas que vivem de projetos, sonhos e fantasias. Mas na hora de realizar adiam, sempre, por mais um dia. As oportunidades surgem, mas tem sempre um problema que a limita, seja a falta de grana, a indecisão, ou a falta de coragem, mas em geral sã…
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Não seja murcho Conheço muitas pessoas que vivem de projetos, sonhos e fantasias. Mas na hora de realizar adiam, sempre, por mais um dia. As oportunidades surgem, mas tem sempre um problema que a limita, seja a falta de grana, a indecisão, ou a falta de coragem, mas em geral são apenas uma desculpa vazia. Pessoas mais ou menos se contentam com a média, com o "todo mundo" e adoram um "tanto faz". Não vibram, não lutam, apenas sorriem amarelo e adiam a vida um pouco mais. Gente murcha não faz festa, não brinda, não sua, não grita, não briga, não chora, não arrisca. Mas reclama baixinho da falta de graça com que leva a própria vida. Não seja uma pessoa murcha. Bruno Fernandes Barcellos Psicólogo Clínico - CRP:05/39656 Atendimento para adultos e idosos. *se gostou, compartilhe. www.facebook.com/psibrunobarcellos www.facebook.com/motivapsi https://www.youtube.com/channel/UCnZchNkkVzCE_EYLH6_kGcw Se inscreva e deixe seu Like.
O mundo precisa de mau senso. Uma paciente chegou muito brava na consulta, mas mantendo o bom humor, terminava cada frase sorrindo e dizendo: -“O que falta no mundo é bom senso!”
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O mundo precisa de mau senso. Uma paciente chegou muito brava na consulta, mas mantendo o bom humor, terminava cada frase sorrindo e dizendo: -“O que falta no mundo é bom senso!” Pensamos juntos o que seria esse “bom senso” e aqui divido um pouco desta reflexão. Bom senso não é objetivo, não é um acordo claro. É sempre uma impressão idealizada de como as coisas deveriam ser, e surpreendentemente concluímos que as coisas deveriam ser do nosso jeito. Rsrsrs A convivência é dura, porque as pessoas não pensam, não sentem e não fazem as coisas como a gente faz ou fantasia. Por isso toda relação tem atrito, e precisa de um eterno cuidado, ajuste e negociação. Disse a ela, será que o que faltaria não era mau senso? Ela entendeu minha ironia. O nosso desafio não é achar alguém que faça as coisas como queremos, mas sim, perceber que precisamos sempre nos expor e as vezes nos impor, para que haja uma negociação e assim podermos enxergar o mau senso, ou aquela boa intenção que invade, negligência e violenta. Achar que fazemos o bem, não significa que seja “bem” para o outro, pois nem todo mundo quer ser tratado como a gente gosta. @psibrunobarcellos
Achar que fazemos o bem, não significa que seja “bem” para o outro, pois nem todo mundo quer ser tratado como a gente gosta. @psibrunobarcellos
O nosso desafio não é achar alguém que faça as coisas como queremos, mas sim, perceber que precisamos sempre nos expor e as vezes nos impor, para que haja uma negociação e assim podermos enxergar o mau senso, ou aquela boa intenção que invade, negligência e violenta. @psibrunoba…
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O nosso desafio não é achar alguém que faça as coisas como queremos, mas sim, perceber que precisamos sempre nos expor e as vezes nos impor, para que haja uma negociação e assim podermos enxergar o mau senso, ou aquela boa intenção que invade, negligência e violenta. @psibrunobarcellos
Todo bajulador é cego e todo bajulado é surdo. Fico impressionado como encontro pessoas que imploram por elogios, parecem cachorrinhos que rolam com a bolinha na boca e deixam a barriga exposta para receber carinho. Nunca fiquei muito confortável com elogios, não é que eu não c…
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Todo bajulador é cego e todo bajulado é surdo. Fico impressionado como encontro pessoas que imploram por elogios, parecem cachorrinhos que rolam com a bolinha na boca e deixam a barriga exposta para receber carinho. Nunca fiquei muito confortável com elogios, não é que eu não consiga reconhecer aqueles elogios que por vez ou outra eu mereça, mas tenho muito cuidado com a fonte dos mesmos. Para exemplificar usarei os extremos, de um lado temos os bajuladores que imploram por amor, utilizando afagos e palavras doces que inflam egos alheios. Do outro lado, os que gostam de ser bajulados, narcisistas que gozam quando encontram uma plateia disposta a “loucuras” por eles. Entendo que em todos nós, em algum momento, podemos nos aproximar de um lado ou do outro, mas aqui me refiro aos que optam por viver mais nas pontas. Os bajuladores são cegos, pois não enxergam o outro em suas contradições, focando apenas nas fantasias de poder. Os bajulados são surdos, que selecionam os adjetivos que preferem ouvir e envaidecidos pedem mais, se negando a escutar e perceber que em meio às qualidades temos muitos defeitos. E nesta ciranda, se finge amor e aplauso, em busca de migalhas de reconhecimento. Por isso informo, elogio quem entendo merecer, pois valorizo muito as palavras, o esforço, a dedicação e a superação e não consigo derramá-las em qualquer graça que façam por aí. Antes de esperar um elogio, esteja disposto a suportar as críticas. @psibrunobarcellos
Cuidado com os parasitas! Parasitas São organismos que vivem em associação com outros dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro.
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Cuidado com os parasitas! Parasitas São organismos que vivem em associação com outros dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro. Alguns se disfarçam de gente. @psibrunobarcellos
Gente rasa não mergulha, porque sempre enxerga a vida na superficialidade da ignorância voluntária. Bruno Fernandes Barcellos Psicólogo Clínico - CRP: 05/39656
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Gente rasa não mergulha, porque sempre enxerga a vida na superficialidade da ignorância voluntária. Bruno Fernandes Barcellos Psicólogo Clínico - CRP: 05/39656 @psibrunobarcellos
Cuidado para não ser tão exigente a ponto de se afundar nos seus idealismos. @psibrunobarcellos
Não deixe o fracasso lhe subir à cabeça Olha, não sei se já reparou, mas para algumas pessoas a pior coisa que pode acontecer na vida é algo dar certo. Elas dão tilt, o cérebro fica bugado, as sinapses fazem greve, e elas ficam com cara de bobos sem saber o que fazer.
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Não deixe o fracasso lhe subir à cabeça Olha, não sei se já reparou, mas para algumas pessoas a pior coisa que pode acontecer na vida é algo dar certo. Elas dão tilt, o cérebro fica bugado, as sinapses fazem greve, e elas ficam com cara de bobos sem saber o que fazer. Ficam programadas para lidar com os insucessos, e se tornam competitivas. É um tentando ganhar do outro em tamanho de problema, quantidade de mancada, atraso nos prazos, pressa para contornar os vacilos anteriores que levam a mais vacilos... Mas tem um lado bom, são pessoas “altruístas”, pois se tiver um erro para cometer, elas se jogam na frente e querem ser pioneiras, carregam mais pesos e assumem a maior carga de trabalho, pois os outros “não fazem direito”. Também são ótimos investigadores, parecem preparados pelo FBI, pois desconfiam de tudo e de todos. São tantas características que poderíamos juntar em um comportamento, que chamaria de “Arrogância do Fracasso”. Pode ser uma fase, e quando tratada com carinho, pode ser passageira. Da uma olhada nos sintomas principais: - Os seus problemas são sempre os piores e mais difíceis; - Não se animam em fazer quase nada, porque não vai dar certo; - Preguiça profunda em começar algo, pois não vai valer a pena o esforço; - Menosprezo ou desconfiança aos elogios que recebem; - Compartilhamento ou marcação em memes sobre mancadas, vacilos e incompetências. Se você de identificou com pelo menos 3 destes sintomas acima, tá lascado. Mas fica triste não, ainda tem jeito pra coisa. O primeiro passo é trabalhar a ideia de que o fracasso não é um privilégio seu, e assim perceber que todo mundo fracassa. Sei que é difícil abrir mão desse Podium, mas você pode ser o melhor do mundo em outras coisas. E nem adianta vir querendo mudar de hoje para amanhã, pois é essa pressa em querer resolver tudo de uma vez ou então desistir, que em muitas vezes faz o “arrogante do fracasso” se manter no mesmo lugar. Observação: o texto pode conter trechos com doses de ironia, caso seja alérgico, sugiro desler. Rs @psibrunobarcellos Bruno Fernandes Barcellos Psicólogo Clínico - CRP: 05/39656
Quando repetimos caminhos que nos levam a decepções e fracassos, não é destino e nem acaso. É autosabotagem. @psibrunobarcellos
Falhamos pois a vida precisa ser inventada, e ela começa bem depois que se encerra os felizes para sempre que finalizam toda história mal contada. Bruno Fernandes Barcellos Psicólogo Clínico - CRP: 05/39656