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Frases de Bruno Fernandes Barcellos

178 frases

Tem dias que sentimos orgulho apenas por sermos nós mesmos.
Intelectualizar a vida não a torna mais inteligível, nem tão pouco, mais interessante. É preciso um limite entre teorizar a vida e viver a vida. Pois, em todos os campos teremos um quantum de 'não-saber'.
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Intelectualizar a vida não a torna mais inteligível, nem tão pouco, mais interessante. É preciso um limite entre teorizar a vida e viver a vida. Pois, em todos os campos teremos um quantum de 'não-saber'. - Ainda bem!

Responsabilize-se. - Queixas não mudam problemas;
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Responsabilize-se. - Queixas não mudam problemas; Você está aonde você se levou; Os outros não estão neste mundo para te fazer feliz; E se você sofre pelo que alguém fez, é com sua autorização; As coisas não vão mudar porque você pede, implora ou glorifica; Você é o único responsável pela sua estadia; Então, perceba seus passos e reinvente seu caminho. Se precisar te empresto minha lanterna; Mas não posso te dizer o caminho; Pois cada um só pode trilhar a sua própria jornada.

A escuta é a ferramenta básica e indispensável para um Psicólogo. É através dela que podemos alcançar o sujeito. Deixá-lo se desvendar e se reinventar.
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A escuta é a ferramenta básica e indispensável para um Psicólogo. É através dela que podemos alcançar o sujeito. Deixá-lo se desvendar e se reinventar. É no (des)encontro entre sujeitos que produzimos novas ideias. De olhos bem fechados para não me perder em julgamentos tolos. Disponibilizo com muito prazer a minha escuta. Pois muitas vezes, quando deixamos de ver, começamos a enxergar

Um piano abandonado, viu-se inútil sem um bom pianista que pudesse tocá-lo. A cidade inteira não se importava com seu som. Muito menos com todos os arranjos e orquestras nos quais participou.
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Um piano abandonado, viu-se inútil sem um bom pianista que pudesse tocá-lo. A cidade inteira não se importava com seu som. Muito menos com todos os arranjos e orquestras nos quais participou. Sua história de nada valia, pois sua música era ultrapassada demais. Muito triste e sem perspectivas, o piano tocava apenas em 'Dó'. A poeira cobriu suas teclas, e suas cordas estavam desafinadas. Havia virado uma mesa, uma tábua forrada com jornais amarelados. Contudo, em uma manhã, um velhinho entrou na loja querendo sorrir. Com seus passos lentos retirou seus óculos e com um lenço os limpou. Mirou o velho piano, cheio de saudades e cercado de 'Sol'. Abriu sua carteira, contou as notas e moedas que economizou por 'Si'. Levou o velho piano, limpou, afinou e lustrou o marfim. Sentou-se ao piano em frente a janela, que se iluminava à luz do jardim. Tocou o velho e o piano, uma música-saudade que os enalteceu. Os vizinhos que não se importavam, logo se encantavam ao som que surgia dali. A cidade logo repensava, porque tanto tempo ouviu música ruim. E o piano encontrou o seu tom, o velho o seu dom e se fizeram arte assim.

Aprecio a ideia de que a psicologia é a "arte do encontro", com todas as técnicas e conhecimentos científicos, não há psicologia sem o psicólogo e principalmente sem as pessoas que acreditam em nosso trabalho e por isso nos procuram. Afinal um dos melhores encontros, é o encontr…
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Aprecio a ideia de que a psicologia é a "arte do encontro", com todas as técnicas e conhecimentos científicos, não há psicologia sem o psicólogo e principalmente sem as pessoas que acreditam em nosso trabalho e por isso nos procuram. Afinal um dos melhores encontros, é o encontro com a gente mesmo.

Alguns de nós passam a vida lutando em busca de verdades... E esses alguns, quando velhos, decidem cessar a busca... Mais sabidos, redescobrem um universo habitado na infância...
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Alguns de nós passam a vida lutando em busca de verdades... E esses alguns, quando velhos, decidem cessar a busca... Mais sabidos, redescobrem um universo habitado na infância... E sem alarde constroem as suas verdades no campo da fantasia.

Gosto das canções, do encontro da palavra com o som. Mas é o entre palavras que me intriga. É o silêncio infinito e, muitas vezes, indecifrável que me encanta.
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Gosto das canções, do encontro da palavra com o som. Mas é o entre palavras que me intriga. É o silêncio infinito e, muitas vezes, indecifrável que me encanta. Porque é o silêncio que me fala, toda vez que eu mesmo não posso falar.