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Frases de Antonio Montes

876 frases

BICICLETA Qualquer hora d'essas... Vou concertar, a minha bicicleta!
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BICICLETA Qualquer hora d'essas... Vou concertar, a minha bicicleta! e sair por ai... Pela descida, subida e divertir E vou sonhar pela noite e sorrir de alegria... vou colocar em açoite todos marasmos dos meus dia. Com vento no rosto... Descerei o mês de gosto com gosto, bem disposto. Farei ciúmes ao boto peixe rosa... Que mal gosto! uma cor no lado oposto. Antonio Montes

ATLETA Não sou atleta, nem jogo bola! Mas sou bom de bicicleta...
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ATLETA Não sou atleta, nem jogo bola! Mas sou bom de bicicleta... Com duas rodas; atiro ao tempo, meu desalento e vou me lendo, muito atento. Rodar me roda e me incomoda! Na descida todo dia rodas, rola e enrola horas... Protegendo, minha alegria. Há quem diga, que fadiga! Na subida, quem me diga... Galgando metro em desalentos sua corrente, é meu tento e com esses... Ranger de dentes Vou pelo meio, desse meu tempo. Voou com asas, dos sentimentos lá para cima, que nem peteca pelas correntes, desses meus ventos se perco o breque, ela não breca. Antonio Montes

COBRANÇA Eu passo... Por esse pasto vasto do mundo
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COBRANÇA Eu passo... Por esse pasto vasto do mundo vejo o estreito e efeitos profundos provocados pelos feitos imundos... Penhasco em pedaços desmoronamentos de cachos, unhadas em sufoco, por poucos, cordas nos pescoços. Sentimentos estão se tornando cacos, pouco a pouco... O mundo cobra o troco. Antonio Montes

A RESTA Tudo que me resta desse amor amigo...
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A RESTA Tudo que me resta desse amor amigo... É amar contigo, no castigo desse amar bandido que inebria os nossos corpos no integro do abrigo escondido... Com volúpia, com castigo, provocando estampido... Ao ouvido, em frenesi contigo. Antigo perigo... Em libido embebido com, paixão, sacudidos de chama disparado, pulsando coração. Digo o que digo desse amor feitos bandidos, e o que me resta ... É amor e amar contigo. As vezes pela fresta, presta vontade desembesta, fogo na testa, n'aquelas vezes escondidos... Paridos alívios. Antonio montes

DANURAS DO MAR A ilha era de areia... E o mar... De ondas,
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DANURAS DO MAR A ilha era de areia... E o mar... De ondas, e com sua maré cheia... Ele vinha se debatendo com sua bravura... Parava no cais, fazendo espumas e danuras todas... Duras... Urrando como se fosse lobo tremendo como se fosse medo em um taco de sombra na calçada de noite escura. Ali havia o mar... Fazendo paetês e brumas... Se dissipando sob lua cheia, bradando o choramingar do lobo banhando os corpos das mais belas sereias. Antonio Montes

PERFAZER Do vinho eu trago um cheio trago... Uma taça e meia telha outra cheia
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PERFAZER Do vinho eu trago um cheio trago... Uma taça e meia telha outra cheia saudades me permeia... E nesse cabo, eu me afago... E me acabo. Do milho um sopro, gosto verde... Quando assado, cozido cural pamonha, paixão em meu varal... Uma vontade, me enche a sede. Uma sede na cede que me cerca em seu emaranhado arredondado nos seus lados e bicos, eu me acabo. Dou- me, com essa dança de lado bailarino em notas, passos errado eu me acabo, no passado desse fado. Antonio Montes

TELA DA JANELA Da tela da minha janela... eu vejo o tempo com suas ondas
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TELA DA JANELA Da tela da minha janela... eu vejo o tempo com suas ondas como se fosse, cortejo de banda tocando horas minutos e momentos, ou... como se fosse um jogo de dama com tabuleiro todo demarcado onde nos somos as pedras prontas para sermos manipuladas. Todavia sendo roladas, p'ra lá e p'ra cá, sem tomar tento da partida nem o ponto onde chegar. Da tela da minha janela... Eu vejo o sol todo em pedacinhos demarcado pelo arame do mundo envolvido nas telhas dos sentimentos... Eu vejo a tabuleiro sendo manipulado pelas feras do poder, onde elas é que fazem as cartas e as regras... Elas é que coloca-as cartas sobre a mesa. Vejo os pequenos tentando sobressair das garras de um esquema posto sobre eles mesmo no qual eles são apenas a peça do tabuleiro e como tais... são jogados para lá e para cá... Feitos de bobos, por todo tempo, pelo tempo todo. Da tela da minha janela... Eu vejo as ruas e as calçadas os passos, passadas e passarinhos eu vejo o tempo demarcado pela tela e a minha saudade toda em pedacinho. Antonio Montes

O TROCO O trocado... que você me deu
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O TROCO O trocado... que você me deu ... Como troco; foi pouco, foi muito pouco o trocado seu... Todo esse troco pouco você me ofendeu... E tornou-se ainda mais pouco... Todo troco que agora é meu. Antonio Montes

MEUS OLHOS Com meus olhos, eu sigo os pássaros
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MEUS OLHOS Com meus olhos, eu sigo os pássaros em passos... E passo pelo caminho. Por onde eu passo eu acho... O rumo d'aquilo, que não me deixa taco... Para que eu possa, andar sozinho. Com meus olhos... Madorna me sonda na sombra... Onde meu rosto, perde o vinco e o brilho. E com meu sonho vago eu vago, no tempo vasto aonde a fé... Me permeia sob os trilhos. Antonio Montes

ALMA Alma penada, vaga sem vaga
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ALMA Alma penada, vaga sem vaga como vaga avatar... Sem pena, nada, as vezes fada no seu lance de voar. Alma penada... Por ai despenada em desprezo, finda, mas, até sabe chorar... Vive com nada no mundo despenada anda passadas mesmo sem saber andar. Antonio Montes

DURO MUNDO Mundo duro roubos sem rumo
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DURO MUNDO Mundo duro roubos sem rumo político que só faz surrupiar. Eu não me acostumo e pago os prumos do mundo, que só me faz levar. Vida fita se ajeita enrica aqueles que não gosta de pagar. Honesto acredita que um dia sem roubo na vida, ainda vai poder enricar. Antonio Montes

BELA JANELA Tantas janelas! Belas... N'elas, um sonhos uma lagrima,
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BELA JANELA Tantas janelas! Belas... N'elas, um sonhos uma lagrima, um mundo... Em cada uma d'elas, um olhar p'ra fora, no qual, ao mesmo tempo... Sentimentos no interior, caminham pelo alento e desalento. Tantas janelas... Um sol em cada uma d'elas! Lá fora... Buzinas, latas, barulhos ensurdecedor, lá dentro... Sentimentos de: simples... Especialista, juiz, pastor, padre e doutor, Lá fora terror, lá dentro, dor... Lagrimas e sonhos que afagam e uma formação de duvidas sob amor. Tantas janelas, n'elas, traidores... de tempo de sonhos frios e quentes de esperanças e de gente inocentes. Tantas janelas fortes... Em suporte de barro, concreto de: Lata, madeira, lona, esteira Tantas janelas... Janelas que nunca rascunhou um ponto no horizonte mas que todas elas projetam... Três ponto e também virgula projeta a próxima linha d'essa riqueza, que vaga pela linha d'essa vida que se chama vida. Antonio Montes

MEUS OLHOS Meus olhos não tem garras... Não faz trapézio, nem escala
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MEUS OLHOS Meus olhos não tem garras... Não faz trapézio, nem escala mas, vaga solto pelo tempo como se fosse potro no campo Em seu tiro, atira-se ao longe bisbilhotando seu encanto. Meus olhos quando tromba, sobre o caule d'aquela arvore... Rapidamente, escala para copa uma vez lá, verifica flores e frutos rodeia as folhas, e passeis pelo verde então ele se da conta, que a flora... É o meio responsável pela sede. Meus olhos, mira, de norte a sul de leste ah oeste, sobre os montes... Depois visita o arco-íres colorido sobe o azul do céu, para em seguida.... Pousar sobre o horizonte e perceber que o mundo sem verde, seria um escarcel, um degredo para saúde um grude tingindo o céu. Ao olhar toda essa peripécias meus olhos se da conta de que não sabe pular e sem voar, inicia a sua descida. Como se tivesse, desfrutando a vida... Tão logo se estica, galopa pelos prados atira-se sobre o horizonte e vai parar na cachoeira da serra lá por detrás da cortina da neblina, ele toma banho na cerração do amanhecer, e jorra partícula de alegria no totem do meu coração. ...Tem horas que meus olhos... Vaga pelas cores e sai por ai cantarolando de felicidade e pulsando com os amores da nossa verdade. O olhar dos meus olhos... Não tem peso nem medidas não se esconde atrás do mundo nem nunca deturpa a vida. Antonio Montes

DOIS CAROÇOS Dois caroços nos seus olhos colado no rosto meu
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DOIS CAROÇOS Dois caroços nos seus olhos colado no rosto meu cisma de tempo passado mascas no couro colado que bisturi do medico roeu. Hoje só resta saudade sob a tela plana do espelho explanação da verdade a qual me tinha em cheio em meio aos meus devaneios. Dois caroços nos seus olhos marcam a desconfiança sua denegrindo a minha imagem no foco da fuleragem aos ventos soltos das ruas. Antonio Montes

O DESVIO Cadê segurança... Cadê saúde, estudo,
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O DESVIO Cadê segurança... Cadê saúde, estudo, tudo que seria p'ra ser... Cadê sociedade massacrada pelo esquema esquema desse mundo... O que faz acontecer? A baixa salarial elevação de imposto sobe tudo, todo tempo pedágio de contra gosto. Tudo tem que pagar até portais de igrejas salvação de alma falsa periga ah que não seja. Paga p'ra comprar o seu depois paga p'ra manter paga p'ra falar com Deus antes paga p'ra morrer. É tanto paga que paga tudo p'ra ser desviado isso que se paga aqui para em outro reinado. Antonio Montes

NOITE TOSCA A noite é bicho macho... Que permeia sombras
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NOITE TOSCA A noite é bicho macho... Que permeia sombras causa enredo e medo faz festas de arromba. É bicho espantador... Onde, homem treme esconde segredos e a fêmea geme. A noite é bicho mágico.... Gambelador de miragem brinca com visão ótica apresenta suas visagens. Vento, sopra na porta tick no pensamentos jugular pula com horta timpanos e sentimentos. A noite quando loca... Vidraça estilhaça raça Bala perdida tiro na roupa coração bate na boca. Portão, portas aos chão estouro de cadeado disparo no coração mensagens... Recados. Vago pela noite tosca é um ato lambrecado uma secura pela boca um medo escorregado. Antonio Montes

O GIGOLÔ O gigolô do bangalô vive a custa da sua flor,
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O GIGOLÔ O gigolô do bangalô vive a custa da sua flor, suspira através d'ela... Com olhar pela janela e palavras de meu amor. Piscou, pisca quando vela ao beneficio da sua tutora vez em quando arandela trás uma flor p'ra donzela e cachaça protetora. Vai a farra e se esbalda esbarra na sua amada volta assim como fada para casa da mandala vai sonhar com a doutora O gigolô de profissão é peça na sua mão manipula a paixão que vive no coração. Coitado é bem tratado outros braços da caricia trabalha como diabo no intimo da sua malicia. O gigolô do bangalô é bambo em seu gingado conta ponto com o pranto e rir do seu rebolado. Antonio Montes

MEU CASTIÇAL No fundo do nosso castiçal ... Havia peixes, sereias,
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MEU CASTIÇAL No fundo do nosso castiçal ... Havia peixes, sereias, havia jardins com pássaros e pétalas de flor ... Até céu havia... Céu com estrelas e lua! Havia lençol prateado No qual para ti registrei sentimentos de amor enluarado que de saturno lhe dei. No fundo do castiçal que eu te dei... Havia até uma batalha de corais no fundo do mar. Corais cheio de cores arco-íres e beija-flores... Transbordando com meu amar. Antonio montes

COMO EU João! João vive como eu... Pobre assalariado,
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COMO EU João! João vive como eu... Pobre assalariado, fincado no emprego comida, todavia simples desagregado da liberdade nunca tem tempo! Para viver em total felicidade. João, mora como eu... Mora em casa simples... As vezes desmorona, as vezes seu bairro se alaga... João paga... Paga, esgoto, luz, paga água... Comida, bebida condução e aluguel paga tudo, nunca tem nada! O João passa como eu... Sempre na falta do mundo passa por emprego, pela fome passa por ai com esperança passa desempregado passa até mesmo... A vergonha de ser homem, homem em um país que os mandantes são lobisomens e esses animais tem auxilio para tudo, tudo... Até mesmo para desviar todo o nosso tesouro, e depositar... Nas terras de outros homens João morre? Sim! Sim, o João morre como eu... Sem dinheiro para ser enterrado, bramura silenciosa poucas lagrimas... Morre em uma casa desprovido de riqueza sobre uma cama apertada, duas tabuas como mesa e bocas bocejando p'ra você... Coitado, uma pessoas tão boa! Homem integro um nobre ser. Antonio Montes

SEM BOTO Não tinha águas nem mar... Os tempos, eram outros
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SEM BOTO Não tinha águas nem mar... Os tempos, eram outros por isso, não tinha lenda muito menos boto, não tinha boto para o efeito, se consumar. Tinha o amar... O amor... O encanto do espírito santo para uma historia se desdobrar. E desabrochou... Desabrochou desdobrando sobre a ingenuidade, da virgem e quebrou o quebranto... Quebrou o quebranto, com o desabrochar do amor, o voou... Voou em voar como se fosse pétalas de flor. Antonio Montes

O MUDO Aquele mudo, falava muito... O problema é, que quando desandava a falar,
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O MUDO Aquele mudo, falava muito... O problema é, que quando desandava a falar, ninguém entendia nada! Mas via, via a sua agonia, querendo explicar... Via a sua, articulação e seus gestos, os quais até parecia um ator de mímica enfeitando-se em seu emaranhado falar. Os ouvintes em sua volta, pouco entendiam... quase ninguém entendia, mas viam a sua fala, falando. Aquele mudo, era um verdadeiro tagarela, adorava falar... Falar com sua fala, falar com sua, voz muda. Quando ele desandava a falar, desembestava com tudo, até parecia o... Usain Bolt as carreiras... Ninguém agüentava mas, gargalhava e aplaudiam. Ele falava com o tempo, com a rua, com seus sentimentos, falava do farfalhar do vento do chilrear das aves, falava da olhada a olho cru, falava d'aquele que falava, d'aquele que não falava, falava d'aquele que ouvia e d'aquele que não ouvia, falava da menina que corria pelas poças d'água, falava do menino que andava nu... Falava do dia, da noite... Falava com os pássaros voando, e dos urubus pretos, pelos céus vagando. Aquele mudo, falava que falava e falando... Falava da seca, da chuva, do norte e do sul, da cidade do sertão... Falava e falava muito! Até ganhou um apelido de mudinho falador. Aquele mudo, falava com todos e com tudo... Entendendo ou não, aquele mudo... Falava com Deus! E todo mundo, do mundo. Antonio Montes

CONVERSANDO Tudo bem amor?! Tudo bem... Estou só conversando;
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CONVERSANDO Tudo bem amor?! Tudo bem... Estou só conversando; eu não quero arengar com você... Você é meu mundo! Eu não poderei ficar sem ti, não posso ficar, sem você que é o meu jardim... A pétala, que n'essa vida me faz florir. Sem ti, meus dias serão longos... Sem horas sem auroras, nem cantigas de senhoras. E quando a noite cair! Como figura, eu estarei as escuras, juntando lagrimas de solidão e nunca mais, poderei sorrir. Sei, sei... Me calarei se quiser... Se quiser, me calo! Não falarei, não falo! Mas te peço, não me expulse de ti... Sem você, sou oásis sem água, pantanal sem jacaré, sem ti, fico zanzando por ai, sozinho a pé! Sem você.... Estarei por ai, vagando, vagando... Vagando em sonhos... As margens de um caminho qualquer. Antonio Montes

FILA NA SENHA Já fazia uma cara, da pegada da senha! E o cara estava de cara, por está na fila
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FILA NA SENHA Já fazia uma cara, da pegada da senha! E o cara estava de cara, por está na fila Uma fila que todos estavam de cara, com ela ... De cara, porque a fila, nunca desandava. Primeiro, por mais de hora ele quarou lá fora, e para engolir o tempo... Ele começou a ler os avisos, a frente dele. Um aviso em particular, chamou atenção .... E ele caiu em si ... E agora! O aviso tinha sido escrito a mão e dizia... Não cobramos contas separadas; obrigada. Antonio Montes

EXORTAÇÃO DO AMOR Eu estava no ápice da via, em dispara, voando as margens das flores...
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EXORTAÇÃO DO AMOR Eu estava no ápice da via, em dispara, voando as margens das flores... Lutando pelo primeiro lugar da corrida! Almejando o primeiro lugar ao pódio. Ai veio você... Com sua bandeira maldita! bandeirou o meu amor assinalou o meu fim... Me exortou-me p'ra escanteio. Parei no meio... Emperrei na partida, fiquei seco como lagoa do norte... Chorei na despedida. No labirinto, sem prumo, em choque... Zanzei sem rumo... Sem tato para felicidade, adoeci. Sem ti, padeci. Sem ti... Almejei o sopro da morte. Antonio Montes