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Frases de Andrê Gazineu

96 frases

Aquilo que é usado para interpretar algo como a distinção do mundo fundamenta-se na diferença entre representar e apresentar ações em desacordos lógicos (com interpretações do mapa das interpretação realista). A seiva da linguagem é análoga ao sangue dos animais: circula por vege…
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Aquilo que é usado para interpretar algo como a distinção do mundo fundamenta-se na diferença entre representar e apresentar ações em desacordos lógicos (com interpretações do mapa das interpretação realista). A seiva da linguagem é análoga ao sangue dos animais: circula por vegetações e alimenta raízes, por absorção da solução existente no solo que é levada ao verdes por meio das células do xilema. São substâncias orgânicas. Tudo o que é verde é xilema. Todo o dilema surge sobre a questão do que é que habita esse reino do indecifrável absurdo, uma vez que não há algo a ser mostrado (em vez de dizer) e, de fato, caracterizá-lo como o oculto e desinteressante. O realismo como objetos que formam a substância do mundo manifesta bipolaridade essencial das proposições lógicas. Como representar sem linguagem?

O mundo é tudo que acontece. O que é fato, é a existência de fatos atômicos. Um quadro lógico de fatos é um pensamento.
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O mundo é tudo que acontece. O que é fato, é a existência de fatos atômicos. Um quadro lógico de fatos é um pensamento. Todos os dias belos e extraordinários que tivemos possuíram raios de sol dourados e pálidos levemente amanteigados. O pensamento é a proposição significativa. Um pensamento lógico é uma proposição com sentido. As proposições são funções de verdade de proposições elementares. Uma proposição elementar é uma função de verdade de si mesma. As propriedades internas de um objeto determinam as possibilidades de sua combinação com outros objetos e outros fatos. O estado das coisas é afetado pela sua forma intrínseca e lógica, não necessariamente (e realmente não necessariamente) complexa. O estado de sobreposição de uma coisa que é poderia perfeitamente existir de outra maneira ao assumir outra forma. A totalidade de todas as coisas que não são fervilham em uma condição de probabilidade infinita. Não ser é poder ser tudo.

Simplesmente qualificar seu pensamento baseado em uma "mitologia poderosa" no sentido de que seria a invenção fantástica de um grande intelectual não cola. Não serve como a verdadeira sabedoria. Como Ran costuma afogar marinheiros em honras a Aegir impressionando suas nove filhas…
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Simplesmente qualificar seu pensamento baseado em uma "mitologia poderosa" no sentido de que seria a invenção fantástica de um grande intelectual não cola. Não serve como a verdadeira sabedoria. Como Ran costuma afogar marinheiros em honras a Aegir impressionando suas nove filhas. Ou puramente porque gostava de afogar pessoas. Onde está toda aquela sagacidade? Para onde foi toda a imaginação, criatividade, talento para explorar as analogias, inteligência e astúcia? Presa nos mitos e ritos, mas não há sabedoria. Não há erva de Jurema. Não há paz espiritual. Não há manifestação sensorial. Não há mistério em que se dissolver. Não há coerência ou veracidade secular. Não há lontras para alimentar com ouro. Irmão, onde me buscarás? Não estou em mitos, tempos, seitas ou na Casa do Senhor. Irmão, a renúncia, a negação sopra por todos os sopros. Livra-te de superstições normais , neuroses e ansiedade patológica, psicossociais. Temos um dever moral contra a natureza adquirida, ou a acordada da condição de normalidade de Gauss em si, onde reside a verdadeira patologia. Só queria ensinar alguém a pensar, livrá-lo de preconceitos, para fornecê-lo com esta clareza mental e paz espiritual, e assim, alterar automaticamente a sua vida a si mesmo, sempre no sentido de uma maior consciência. Irmão, esperais pelos ventos por que no vento há vida. Enquanto estiveres só, nos ventos reside a libertação.

Um bom acompanhamento não deve somar, unicamente, à melodia. Seu caráter é empregar funcionalidade e completude às essências do tema como função tonal, rítmica, fraseado e melodia. Como beber orvalho em lua cheia, necessita revelar a harmonia fundamental que dá o clima do tema mu…
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Um bom acompanhamento não deve somar, unicamente, à melodia. Seu caráter é empregar funcionalidade e completude às essências do tema como função tonal, rítmica, fraseado e melodia. Como beber orvalho em lua cheia, necessita revelar a harmonia fundamental que dá o clima do tema musical e unificar com a exploração dos instrumentos envolvidos na obra. Em segmentos harmonicamente autossuficiente, a melodia invade campos folclóricos e sincopados. Aqui, o acompanhamento é realizado com o silêncio.

Anasabis enxerga possibilidades de luz no caos; Em zazakazi, se blasfema o corpo da verdade santificado na cruz. Por desedificar a história da Crucificação, houve um mero parágrafo de alguma coluna rural;
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Anasabis enxerga possibilidades de luz no caos; Em zazakazi, se blasfema o corpo da verdade santificado na cruz. Por desedificar a história da Crucificação, houve um mero parágrafo de alguma coluna rural; os poetas o leem e o amam. Pentandria transformada em um segredo sibilado, louvores em cavernas e formações florestais com muitos arbustos em uma meia-noite em campos abertos com estames de cinco pontas Não digas ao menos uma sílaba do que falamos para nenhum mortal e não importa quem. A lótus diz que não há a necessidade, não há lugar para o desejo . Martin Schongauer cercado pelos demônios dos homens na espera de serem satisfeitos em uma mente pura e pacífica.

O homem desaparece quando perde a animalidade. O macaco lótus de mil pétalas removeu a ganância e a potência de agir. As feminazis castraram o mundo e não estamos falando de opressão patriarcal. Um verdadeiro homem de compreensão não tem nenhuma ideologia comprada na sessão de au…
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O homem desaparece quando perde a animalidade. O macaco lótus de mil pétalas removeu a ganância e a potência de agir. As feminazis castraram o mundo e não estamos falando de opressão patriarcal. Um verdadeiro homem de compreensão não tem nenhuma ideologia comprada na sessão de autoajuda ou na Eurobike. D. H. Lawrence sendo mal educado com crianças, mas apenas queria explicar o motivo de uma árvore ser verde: porque ela é. No entanto, D. H. Lawrence não mapeou a nova espécie de feminazis. Darwin não teve tempo. Alguém precisa catalogar até que o acúmulo de mera existência fique inchado de horror. O ser humano deve entender que alguns cultivares de morning glory são semeados por seu valor ornamental, ao invés de sua sugestão comestível ou propriedades alucinógenas.

O estrangeiro pensou em seu idioma estrangeiro, “o que até então me havia escapado fora a minha possibilidade de escapar?”. O torturador era um cara velho, parecia ter um pouquinho mais de cem anos, aspecto nômade, cabelo desgrenhado, pele suja e olhos mortos. O resto da tribo e…
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O estrangeiro pensou em seu idioma estrangeiro, “o que até então me havia escapado fora a minha possibilidade de escapar?”. O torturador era um cara velho, parecia ter um pouquinho mais de cem anos, aspecto nômade, cabelo desgrenhado, pele suja e olhos mortos. O resto da tribo estava de boa. Todos estáticos. Alvo silêncio. O torturador sendo o torturador. O torturador sacou sua faca suíça de cabo preto e firme em mãos; 40cm e bem afiada. O estrangeiro diz, “aaaaaaaaaaaai Jesus me salve! Aiiiiiiiii Senhor!”. Um homem baixo e com a cabeça em formato de martelo saca uma faca levemente mais cara e rara, diferenciada por se manter afiada por séculos. O cabo, de osso, um pouco mais pesada. E começou a falar sobre a vida, mesmo sem entender nada sobre.

Para uma história realmente chamar a atenção do leitor, é necessário entreter e desperta sua curiosidade. O enredo deve possuir uma estrutura muito linear e cativante: exposição da situação inicial, apresentação do protagonista, construção da tensão, mais apelo na construção da t…
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Para uma história realmente chamar a atenção do leitor, é necessário entreter e desperta sua curiosidade. O enredo deve possuir uma estrutura muito linear e cativante: exposição da situação inicial, apresentação do protagonista, construção da tensão, mais apelo na construção da tensão, um personagem contrapondo uma tensão absurdamente crescente, um antagonista que não seja uma alternativa barata à resolução da trama e o arremate. Os personagens de contos de fadas não são ambivalentes; eles são ambos bons ou maus, como todos nós não somos na realidade. Cada personagem é completamente bom ou ruim. O homem quer um mundo onde o bem e o mal está claramente discernível como é seu desejo, inato e indomável. Escolher animais como protagonistas atende uma gama de aspectos e invalida outros. Julgamentos antes da compreensão podem ser obtido com a utilização de animais. Lobos são maus, ovelhas obedecem, formigas são trabalhadoras e burros são petistas. Humanos são mais animais; o que força algo que chamamos – e quando digo, “chamamos”, acabo de chamar – de paradoxo-da-decisão-do-que-fazer.

E então ele gritou como o maior vulcão em escudo da terra. E rabiscava. E internalizava. Não no sentido lógico. Ele não dormia em ânsia. Situações, percebeu, não são solúveis em álcool. A fraqueza de seu coração em sua disposição prévia em passear em jardins de inverno e contempl…
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E então ele gritou como o maior vulcão em escudo da terra. E rabiscava. E internalizava. Não no sentido lógico. Ele não dormia em ânsia. Situações, percebeu, não são solúveis em álcool. A fraqueza de seu coração em sua disposição prévia em passear em jardins de inverno e contemplar cada manhã em Cristo, acender velas e de joelhos ardê-las em Leonard Cohen com suas mãos humanas. Reclamava que Deus é lento na velocidade da evolução. Seu sorriso como um cão por um osso, dias em dias. Movendo-se da dor aos cloretos ao invés da pura água doce, e ele riu. Sobre influência de marés, pele em pele. Ombro com ombro. O coração pensava. A mente pensava. A erupção muda o curso dos rios. Foi assim em 79. Foi assim no escuro que ninguém viu. Vê o silêncio de que algo acontecerá? Vê placas ameaçando dez mil habitantes? A idade de bronze desconversada em um dar de ombros. "No momento em que se queima o mal, não é o bem que sobra”, disse em voz de festa.

Se alguma beleza, se alguma vez vi, O que eu desejei, desejei e consegui, era apenas um sonho, um sonho de ti.
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Se alguma beleza, se alguma vez vi, O que eu desejei, desejei e consegui, era apenas um sonho, um sonho de ti. E agora, para as nossas, nossas almas em segredo, que não prestam atenção uns aos outros por medo; Para o amor, todo o amor, de outro enredo Que os descobridores no oceano novos mundos renascidos, Deixe mapas para outros, em um mundo esquecido Possuamos um mundo, cada um envaidecido Minha face no teu olho, a tua: parecido. E os verdadeiros corações lisos fazem descansar; onde podemos encontrar outro assunto a não falar?

Deserto tão quente e árido têm riqueza em vida
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Deserto tão quente e árido têm riqueza em vida normalmente escondida em umidade sorvida. A areia desértica; crítica, simpática à erosão eólica tão melancólica, na sílica telúrica. Em peste, o solo; frívolo, malévolo, díscolo. Isócolo; em fogo: ignícolo. No inverno, nevoeiros Em esteiros, ventos traiçoeiros ventos matreiros desordeiros. Chuva, rara, passageira disserta em areia o sopro assoreia o cerne à veia.

“Você já viu algum rio disciplinado? Rios alternam suas direções. O curso natural das águas seguem leste, seguem norte. Seu ciclo passeia sem tomar caminhos retos. Seu fluxo meneia nada parcimonioso. Não é um ente geométrico da menor distância entre dois pontos. Ele vai e não sab…
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“Você já viu algum rio disciplinado? Rios alternam suas direções. O curso natural das águas seguem leste, seguem norte. Seu ciclo passeia sem tomar caminhos retos. Seu fluxo meneia nada parcimonioso. Não é um ente geométrico da menor distância entre dois pontos. Ele vai e não sabe para onde está largando. Tortuoso rio, vai porque vai. Vai com alento infinito rio alcança. Semelhante ao rio, a vida não é um canal arquitetado pelo homem. Rio planejado não é rio. Rio é liberdade última.” “O rio não possuí livre-arbítrio. É uma falsa liberdade que supera obstáculos.” “Tal qual a vida.” “A vida é um rio subindo a montanha.” “A vida não apresentam suficiência por si?” “Óbvio. Validação é necessária. O ouro é ouro porque brilha?” “Validar por fantasia? Cooptações sociais? Conceitos mutantes?” “Quilates mudam conforme a sociedade? Penso que não. A Conferência Geral de Pesos e Medidas não é baseada em um padrão?” “Não. É algo adotado. Passível de mutação porque a satisfação causada pela pureza do ouro pode ser mutável. “ "É presunçoso querer escolher meu caminho, porque não posso dizer qual caminho é melhor para mim. Devo deixar ao rio para que seja feita a vontade do acaso?" “Você pode fazer o que bem entender, mas não pode determinar o que determinará fazer.”

"Ações definirão quem você é." "Visão sem ação é reino do pensamento." "A ação impensada é burrice."
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"Ações definirão quem você é." "Visão sem ação é reino do pensamento." "A ação impensada é burrice." "Impulso animal inconsciente é burrice?" "Sim. Não... nem sempre." "Ideias poderosas em ação podem mudar o mundo." "Ação é risco." "Não há risco em não fazer nada? Onde está sua lógica? O poeta diz que ação é inteligência verdadeira." "O poeta não entende a potência virtual que expressam possibilidades. Justifica o êxito em ter êxito." "Isto fala mais sobre você do que sobre o conceito. Nunca desista!”

Casta genética das abelhas: abelha-rainha, operárias e zangões. Claro que existem subdivisões como as polinizadoras, batedoras, limpadoras de favos, fazedoras de cera (sindicalistas)... Sociedades de melhor gestão pública, colônias organizadas, possuem maior longevidade, menor ta…
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Casta genética das abelhas: abelha-rainha, operárias e zangões. Claro que existem subdivisões como as polinizadoras, batedoras, limpadoras de favos, fazedoras de cera (sindicalistas)... Sociedades de melhor gestão pública, colônias organizadas, possuem maior longevidade, menor taxa de fertilidade por responsabilidade social; e não por queda da luxúria dos zangões. Mas qual é o ponto aqui? Até onde eu saiba, não fora identificado no genoma humano qualquer indício de sistema de castas. Uma abelha diria que uma invenção tem a capacidade de ser enfeitada como o máximo poder abominável do imaginário. A verdade é fria, mas linda e abstêmia: abelhas morrem pelo bem da colônia. A mentira social humana tem sabor de fast-food.

Quando os novos primatas desenvolveram redes de cooperação altruístas e involuntárias, o cerne sempre esteve na exploração. Escravos construíram campos de batalha onde escravos se digladiavam até a morte para suprir a ociosidade dos seus senhores. Assim, parece que a alma sapiens…
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Quando os novos primatas desenvolveram redes de cooperação altruístas e involuntárias, o cerne sempre esteve na exploração. Escravos construíram campos de batalha onde escravos se digladiavam até a morte para suprir a ociosidade dos seus senhores. Assim, parece que a alma sapiens, transportada, transforma sua violência em si mesma, se não for fornecido algo para se opor a ela, e, portanto, sempre requer um objeto para o qual apontar e atirar. E vemos que a alma sapiens, em suas paixões, em seu código de Hamurabi, em seu Zoloft, inclina-se a enganar-se, criando um sujeito falso e fantasioso, mesmo contrário a sua própria crença arruinada diante de seu rosto.

Capacidade da linguagem: planejar, evitar predadores e caçar grandes animais. Capacidade de transmitir sentimentos: grupos maiores com mais coerência e empatia. Capacidade de mentir descaradamente sobre coisas que não existem: comportamento social, psicanalistas enchendo o bolso…
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Capacidade da linguagem: planejar, evitar predadores e caçar grandes animais. Capacidade de transmitir sentimentos: grupos maiores com mais coerência e empatia. Capacidade de mentir descaradamente sobre coisas que não existem: comportamento social, psicanalistas enchendo o bolso com produções imaginárias, sistemas culturais e de crenças com valores morais duvidosos.

Nossos primos chimpanzés vivem em pequenos bandos em dezenas, e têm sido assim por mais de 800 mil anos. Eles formam laços de amizade, cooperam em caçadas, traçam planos contra babuínos e chimpanzés petistas. Dinheiro, status social, coupés envenenados, cirurgia plástica, casas b…
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Nossos primos chimpanzés vivem em pequenos bandos em dezenas, e têm sido assim por mais de 800 mil anos. Eles formam laços de amizade, cooperam em caçadas, traçam planos contra babuínos e chimpanzés petistas. Dinheiro, status social, coupés envenenados, cirurgia plástica, casas bonitas decoradas com Silestone, posições poderosas em uma estrutura social subdesenvolvida. Por que não há uma civilização Homininae almejando palermices? Porque nossos primos não dominam a ficção. Não constroem concepções filosóficas embutidas mistificado pelo mal em seu dualismo. Vassalos tributários humanos se ajoelhando diante de um rei monoteísta que bebe de irrealidade.

Quantos jovens brilhantes ultra graduados, decididos e diligentes formados em faculdades reconhecidas pelo MEC têm exigido empregos em organizações de alto potencial, prometendo que trabalharão duro para gerar capital que lhes permitirá se aposentar e buscar seus verdadeiros inte…
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Quantos jovens brilhantes ultra graduados, decididos e diligentes formados em faculdades reconhecidas pelo MEC têm exigido empregos em organizações de alto potencial, prometendo que trabalharão duro para gerar capital que lhes permitirá se aposentar e buscar seus verdadeiros interesses confusos quando estão com trinta anos e contando? E quando chegam a essa idade, eles têm grandes prestações, crianças em escolas particulares, casas na periferia que exigem pelo menos duas horas em um trânsito cáustico e uma leve sensação de que a vida não vale a pena sem um provedor via streaming, anticolinesterásicos importados e autocracia da vontade egoísta. O que eles deveriam fazer? Criar cabras? Questionar oligopólios, nações, impérios, alegorias e prestar atenção nas águas dos córregos? No vento balançando folhas? A humanidade, mesmo quando experimenta o pleno prazer, não está satisfeita, porque teme que esse sentimento possa logo desaparecer e deseja intensificação. As pessoas são libertadas do sofrimento não quando experimentam esse ou aquele prazer transubstancial, mas sim quando compreendem a natureza em totalidade de todos os seus sentimentos. Sem papinho de meditação budista. Na meditação, você deve observar de perto sua mente e seu corpo, testemunhar o surgimento de todos os seus sentimentos, e perceber quão inútil é persegui-los. Não seria mais interessante apenas parar e viver em vez de fantasiar?