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Frases de Aldo Teixeira

167 frases

Pressão cardíaca afetiva alta e seus sintomas! O Ministério da paixão adverte, Se persistir os sintomas,
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Pressão cardíaca afetiva alta e seus sintomas! O Ministério da paixão adverte, Se persistir os sintomas, Você, fatalmente, está apaixonado!

Não me pede com esse seu jeito, por favor! Eu não tenho facilidade para dizer não, E seu sorriso é fator complicador dessa operação.
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Não me pede com esse seu jeito, por favor! Eu não tenho facilidade para dizer não, E seu sorriso é fator complicador dessa operação. Quando me pede com esse sorriso, Eu esqueço o que é ter juízo e faço o que for preciso Para te ver sorrir de novo. Fico bobo, analiso cada movimento do seu lábio. Meus sentimentos entram em colapso, Como se eu estivesse no ápice da emoção. Você não tem noção do balanço que transforma. Igual a ponte de Tacoma, na máxima oscilação. Quando você, com os olhos, me abraça, Eu me transformo em caça, e fujo da sua mira. Pois sei que um segundo basta, Para que você inspire todas as minhas rimas. Quando você se aproxima, Eu não consigo pensar direito, Sinto como se eu apertasse o cinto E pulasse do parapeito de qualquer edifício. Afinal, o amor move montanhas, E com o combustível da paixão, nada é difícil!

Não me pede com esse seu jeito, por favor! Eu não tenho facilidade para dizer não, E seu sorriso é fator complicador dessa operação.
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Não me pede com esse seu jeito, por favor! Eu não tenho facilidade para dizer não, E seu sorriso é fator complicador dessa operação. Quando me pede com esse sorriso, Eu esqueço o que é ter juízo e faço o que for preciso Para te ver sorrir de novo. Fico bobo, analiso cada movimento do seu lábio. Meus sentimentos entram em colapso, Como se eu estivesse no ápice da emoção. Você não tem noção do balanço que transforma. Igual a ponte de Tacoma, na máxima oscilação. Quando você, com os olhos, me abraça, Eu me transformo em caça, e fujo da sua mira. Pois sei que um segundo basta, Para que você inspire todas as minhas rimas. Quando você se aproxima, Eu não consigo pensar direito, Sinto como se eu apertasse o cinto E pulasse do parapeito de qualquer edifício. Afinal, o amor move montanhas, E com o combustível da paixão, nada é difícil!

Não há limites, Não temos fronteiras! Nós chegaremos onde bem quisermos!
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Não há limites, Não temos fronteiras! Nós chegaremos onde bem quisermos! Essa consciência te trouxe até aqui. E ela será testemunha da glória, No domínio do tempo! A vontade governará por longos anos, Até a vontade decida que não tem mais prazer Em ter prazer. A mente será governada pelo desejo! E nada, além do desejo, terão vez. A vontade será ditadora. Ela pode te levar até onde você quiser, Pois quando você vai até onde quer, A vontade já governa seus atos! E que a terra seja leve, Para que sua vontade não tema a exposição! Se mostre e se monte com quiser, O desejo pede o poder dos seu atos!

Faz de conta Que a gravidade abandonou a massa E se desprenda!
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Faz de conta Que a gravidade abandonou a massa E se desprenda! Igual a um dente de leão! Faz de conta Que tudo que você toca Muda de cor! Tudo que você tocar terá a cor inversa do prisma. Faz de conta Que não há nada impossível. Não há espaço para repressão, Nem mesmo a sua! Você é seu principal inimigo. Você te obedecendo, Nem que seja a você mesmo! Faz de conta que você é só vontade. Que nada é maior que sua vontade! E a faça, a viva! Faça de conta que você vive sob a vontade! Nada nem ninguém, Nem você, se reprimirá! Faz de conta Que tudo vai acabar amanhã! Nem que esse amanhã dure 200 anos Não pare de fazer de conta!

Cada instante é único, Mesmo na monotonia dos dias. Nada se repete!
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Cada instante é único, Mesmo na monotonia dos dias. Nada se repete! O ciclos se abrem e se fecham! Mas nada é de novo! Nada! Nem mesmo professor, Que dá a mesma disciplina a 20 anos! Nem mesmo o frentista do posto, Que aborda sempre com o mesmo bordão E coloca os mesmos 20 reais! Nem o vendedor, nem o comprador! Nem o relógio, o mestre temporal, É capaz de viver a repetição perfeita. O espaço sempre se modificará! Ele não sabe se conter sem a orientação temporal. Nós não sabemos! Tudo que temos é a existência, Nada além de alguns pares de décadas, Se tivermos sorte! Temos tempo e massa! E não teremos mas tempo, daqui pouco tempo!

Corre o rio, morro a baixo. Correm cortinas nos tilhos, Peixes em riachos.
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Corre o rio, morro a baixo. Correm cortinas nos tilhos, Peixes em riachos. Matilhas de lobos transvestido de ovelha Jantam cordeiros no jornais. Jornais escritos por chupa-cabras, por sinal. As lebres, que morrem sem refletir sobre a morte. E são domesticas por ovelhas, Por velhas mentes. Consciências com engrenagens corroídas Pelo tempo. Por não aceitarem um novo tempo. Ovelhas de três olhos olharão para nosso rebanho, Como nós olhamos para as cabras da idade média. As ovelhas de três olhos, comentarão entre si, Sobre as ideias atrasadas de tal ovelha da vizinhança. Se assemelhando as cabras comuns, de dois olhos. Revoluções por segundo. Percepção periódica. Rota caótica.

Não espere aquela ocasião especial para abrir o vinho, Amanhã você pode não estar mais aqui, Ou talvez esteja, só que sozinho.
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Não espere aquela ocasião especial para abrir o vinho, Amanhã você pode não estar mais aqui, Ou talvez esteja, só que sozinho. Brinda comigo! Se não tiver motivo a gente brinda só por ser amigo. Faz sentido. Seco, suave ou tinto. Mas vinho bom é dividido. Prefiro uma adega vazia, do que um dia esquecido. Brinde com um desconhecido, Com a esposa, marido, Primo, vizinho ou quem for. Só não deixa o vinho ficar mais velho Que seus dias especiais. Cabe a você a escolha! - Por favor, alguém saca rolha?

A valsa dos demônios e dos anjos. Todos no salão, formando pares. A voz do locutor avisa:
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A valsa dos demônios e dos anjos. Todos no salão, formando pares. A voz do locutor avisa: - Se preparem! Vem ai a confusão do ser! A música da vida toca, E cada escuta como quer. Mas a confusão dos rodopios te faz confundir. Quem é anjo, quem é demônio? Não dá mais pra repartir. Faça o teste, veja um anjo, Conte até três e no lugar dele terá um demônio. Alguns arranjos se quebram, Mas não sabemos quem foi. Anjos e demônios são um só. Quase um nó que os une a valsa. E temos a falsa ilusão, de separação. O baile acontecerá no domínio do tempo. Teremos pares partindo, obviamente. Ninguém tem pique de dançar pra sempre. Mas anjos e demônios sempre estarão juntos. Se isso é harmônico ou não, Não importa. A valsa vai te acompanhar, Enquanto a música da vida tocar.

Percebam, as flores não estão mais nos caminhos. As flores que sempre nos acompanharam, Não estão mais nas janelas.
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Percebam, as flores não estão mais nos caminhos. As flores que sempre nos acompanharam, Não estão mais nas janelas. As flores que você procura, com toda fissura, Orbitam a cintura dela. Ela é jardim. Acho que explicando assim, fica mais claro. Roubou todo aroma dos jardins. Levou todas as cores, flores e afins. Mas o azul, em especial. Das profundezas do mar ao manto celestial, Dessas tardes de outono. Ela é dona da beleza. Filha da natureza, com toda certeza. Um corpo de laranjeira, Uma copa toda cheia de sorriso. Cheia tons, Certamente roubou do Éden, no paraíso. Acho que podemos a condenar, Por roubar, Um mar de "jeito doce" de algum lugar. Quem poderá com seu olhar? Arma fatal! Alguém que tenha sido refém, E conseguiu escapar, Me avise com foi, para que eu não faça igual.

Eu conheci Mariela, tem muito tempo. Sempre me tratou com todo carinho que cabia nos braços. Na minha personalidade, tem traços dela.
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Eu conheci Mariela, tem muito tempo. Sempre me tratou com todo carinho que cabia nos braços. Na minha personalidade, tem traços dela. Também. Pudera! Tanto íntimo há nos pé descalços.. Simples, de sorriso fácil. Lembro-me até das sardinhas dela. Passamos tantas tardes sob árvore da escola. Ia comigo as missas domingo, Acreditava em tudo que dissessem a ela. Um dia caminhando a esmo, por ai. Imagina só, você mesmo que lê. Você posto ali, Diante dessa situação. Nesse momento aparecia alguém que sabia atrair. Aquele charme intelectual, Me fazia refletir sobre a monogamia. Dançando nas noites de insônia, Pedindo que a chamassem de Sophia, Mas, o real nome, nem ela mesmo sabia. Certo dia, não resisti. A encontrei encostada num sofá, Pensei de cara em como falar sobre o que sentia por ela. Apaixonado, esqueci que ainda estava com Mariela E me aproximei a Sophia, jurando amor. Dizendo que Mariela não me servia. Que Mariela ria de coisas banais. Mariela era apenas um dos mil reles mortais Com os quais eu não queria me envolver mais. Com o tempo, Sophia foi mudando sua forma. Mostrando me muito diferente. Nas festa sempre se fazia ausente. Falavam até que ela continuava linda, na visão da sociedade. Diziam que Mariela jamais chegaria aos seus pés. Causava saudade em quem a conhece de outros ângulos. Mas nem tudo são flores. Afinal, Mariela não está mais comigo, como se supõe. Então como poderiam haver flores? Mariela sabia de tudo que eu fazia. Sabia de cada encontro que tinha com Sophia. Me dizia, aos prantos que ia me deixar. Mas eu não ouvia. Parecia que não tinha sentido. Até que veio ao fim nosso caso. Nos falamos por alguns dias. Mas não teve perdão, o preço da maçã de Adão. Mas hoje em dia, percebendo, de maneira tardia. O tempo levou, definitivamente, Mariela. Segundo uma pessoa que conhecia ela. Mas não sei se acredito. Por isso, hoje, eu grito. Grito até que ela escute. E volte para onde ela nunca devia ter saído. Se a verem, digam a ela que estou arrependido. Que ela não precisa voltar comigo. Mas se faça presente nem que for como amigo.

Os dias vão passando, lentamente. As despedidas as vezes nem acontecem, Só fica pairando no ar a nova morte.
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Os dias vão passando, lentamente. As despedidas as vezes nem acontecem, Só fica pairando no ar a nova morte. E sabe lá, quem será a próxima vítima dos dias. A vida me surpreende, quase que sempre. Parece que é emaranhado de variáveis Dentro um função descaracterizada. E morre corre como descontinuidade, Apesar dela própria ser constante no tempo.

Se eu te contasse sobre o Universo, Você não caberia em si. Você que já morre com dois verso,
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Se eu te contasse sobre o Universo, Você não caberia em si. Você que já morre com dois verso, Pelos olhos, derramando emoções. Se te explicasse sobre as dimensões Você seria Ícaro, meu caro. Ninguém é tão expansivo que a verdade possa habitar. A verdade, tão plena, e sem lar. Não se diga preparado para ser atemporal. Suas células envelhecem. Caem como frutos maduros em dias de chuva, Em seus banhos diários. Você ainda é terráqueo. Apenas um, inclusive. Observe sua civilização em declive. Você não pode ser morada dos segredos. Não pode destilar, no veneno das palavras, falsas verdades. Nada do que me disseres te fará preparado, Pois a verdade não cabe nas línguas. Terráqueo, você não poderá se ver como universo, Porém o universo é você, não somente, mas tem você nele. Se satisfaça com isso, é o melhor conselho que eu lhe daria. Terráqueo, se algum dia quiseres socorro, Não grite a mim, eu nada tenho com suas loucuras.

Tudo se foi, Eu me lembro tão bem. Tudo por luxo,
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Tudo se foi, Eu me lembro tão bem. Tudo por luxo, Por eu não ser tão ponte quanto me compram. Eu sei que é difícil acreditar, Mas tudo se foi. Hoje é escombro. Memórias em pó, Sob o porta-retratos. Maldito lustra-móveis! Que tiram suas digitais, Do velho e restaurado sentimento. Bendito seja o tempo, Entre as estrelas e as mentiras. Acredite, acabou! Acabou a espera. - Não! Espera! João de barro te explicará.

Esqueceu de onde veio? Não se faça alheio ao problema. Até parece não faz parte do ecossistema!
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Esqueceu de onde veio? Não se faça alheio ao problema. Até parece não faz parte do ecossistema! As minhas queixas, sempre ignora. Não se preocupa com a fauna e flora, Que outrora, era você! Mas não mais, agora. Depois que deixou o paraíso, Alegando ter tomado juízo, Se fez esquecido. Carrega contigo um bordão: "Em nome da evolução" Progressão fanática. 50 anos em 5. Não viu que poucos animais suportam As mudanças climáticas? Espero que tenha uma boa tática! O rio ta cheio de hormônios. No céu, buracos nas camadas ozônio. E a amazônia, O pouco que resto do que era. Tem 5 bois por metro de terra. Só de lembrar que foi eu quem te criei, Me faz pensar aquela frase clássica: "Onde foi que eu errei?" Pois é. Infelizmente, não sei!

Deixa pra lá! Como se fosse possível. Karma!
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Deixa pra lá! Como se fosse possível. Karma! Nunca deixa nada para lá. Tudo retorna. Hoje, eu sinto o que a solidão com vista para o mar. Virou! Em minas não tem mar. Mas tem solidão. E para compensar, dobrou a sensação. Sinto que sou pouco para o mundo. Sinto que sou imundo, Que para nada presto. Tudo que vem da terra, semeado foi.

O poeta é um fingidor. Mas não há mau em fingir. Se não tiver liberdade poética,
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O poeta é um fingidor. Mas não há mau em fingir. Se não tiver liberdade poética, Pra sobressair a ética, Das condições do existir. Me atire a pedra, bem mirada, O primeiro camarada Que nunca precisou fingir. Alguns fingem por ambição, Outros por educação Pra driblar situação. Até dor, faz-se existir. Meu fingimento é poesia, Finjo a dor e a alegria, Finjo enredo, alegoria Finjo até que outro dia, A gente possa enfim fingir.

Surto de felicidade! Acordei logo cedo, Abri a janela.
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Surto de felicidade! Acordei logo cedo, Abri a janela. Minha vizinha Gabriela, gritou: Liga o jornal, Dodo! "Népussive", pensei. Vi um gravata falando do surto nacional. Falava com alarde: Corram, antes que seja tarde. Tem corintiano fugindo para marte, Com medo da epidemia. Fiquei muito preocupado, Afinal, quem não ficaria? No jornal dizia, Que todo mundo estava contraindo a felicidade. E que a cidade de Santa Rita, Já estava em calamidade. Os sintomas eram graves. Alguns começaram a demonstrar amor na rua, Outros passaram a olhar para Lua. Para ser contaminado, Não era necessário nem o contato. Basta um sorriso de um desconhecido. E pronto. Tá contraído. Remédio, na farmácia, hoje, Só tem o tédio. Mas não é recomendado para menores de 170. Aproveito essa poesia, Para pedir oração. Meu caso hoje, Afetou o coração. O doutor não me deu esperança. E disse, para meu alívio, Que era essa a melhor herança Que se podia deixar. Mas que eu teria que aprender a conviver, Teria que ser forte. Que se eu tiver sorte, A morte há de me esquecer!