Frase de Thiago Socio
Quando o absurdo torna-se aceitável, ele passa a não ter limites.
No pensador.ai desde
Quando o absurdo torna-se aceitável, ele passa a não ter limites.
No pensador.ai desde
Sensibilidade: Sempre com dois pesos; Ao mesmo tempo que toca;
Sensibilidade: Sempre com dois pesos; Ao mesmo tempo que toca; Por vezes na troca; Recebe de outros; o oposto. Mas uma parte não tornar se há insensível; Pois sabe o quão bom é sentir; Não deve ser impossível, nem facilmente substituível; Senão apenas será interesse, apenas mentir; Apenas o oposto. Por vezes o mundo precisa apenas ficar sozinho; Compreendendo por que seguir neste caminho; Nem sempre o sensível compreende a brutalidade; Nem sempre o sensível aceita sua incapacidade; Necessita do oposto. Talvez uma parte tenha que insensibilizar; Talvez o insensível possa amar; Uma parte que não sente, não sente tristeza; Olhando para o outro, o mundo, não sente a frieza,; Assim como, uma parte oposta a si mesma. Mesmo assim, continua tocando no que se pode tocar; E fitando tudo o que se estende no imaginar; Não falha no sentir e no fazer ; Porém deve se esforçar no compreender; O que, por vezes o mundo precisa.
As vezes... Para ser fortes devemos ser fracos; A quietude guarda demais;
As vezes... Para ser fortes devemos ser fracos; A quietude guarda demais; A paz guarda medos, fantasmas; Dividimos e subtraímos para parecer menor; Muito sentimos, mas pouco demonstramos; Realmente, existe o que é real e o que mente; A mente se esquece de esquecer; Apenas relembramos o que convém; Não observamos a amplidão e beleza externa; Apenas nos atemos ao que difere; O que fere é nosso ego para não se ferir; O ego se revela insegurança; A insegurança abala a confiança; Temos medo de confiar; Nos afastamos de sermos decepcionados; Nos afastamos de sermos surpreendidos; Nos afastamos de sermos amados.
O tempo. O que ele é? De onde ele vem?
O tempo. O que ele é? De onde ele vem? Para onde ele vai? Todo mundo se pergunta, reflete, entrete, se lembra e pensa... Pelo tempo que se foi... pelo tempo que está por vir. Por vezes o medo de perdê-lo nos atrasa, por vezes, o medo nos arrasa, tornando- nos capazes de carregar tanto... O tempo é figura de linguagem... por vezes é azul, se torna obscuro, por vezes frio, nublado e cinzento. Por vezes está estrelado, porém sentimos que alguma coisa falta... ah, é mesmo, o tempo.... Será que vai chover? Hoje está calor demais! E mais tempo para o tempo... para o tempo..... Ainda assim... diz coisa alguma... Pois se dissesse, isso seria espetacular! Mas tempo não fala, tempo apenas cala e acomoda. Depois disso tudo o que eu disse? Coisa alguma, afinal tempo está... e está diferente agora.... e mais agora... Porém, em meio a o que eu não sei... e talvez nunca possa conseguir saber... o meu tempo está .... Todo tempo é tempo! e enquanto há tempo, vivamos. Se ouro é ouro, chamo-o de ouro, se é prata, chamo de prata e se cobre... provavelmente é só um fio desencapado, cubro também para não levar choque! Nosso tempo.... somos nós, portanto não ato, não desato... Mas se algum tempo tiver tempo, ah! o meu tempo será mais lento.
Prisão mascarada Ruas postes, esquinas viradas. Vejo cabeças, pés e mãos.
Prisão mascarada Ruas postes, esquinas viradas. Vejo cabeças, pés e mãos. O que vejo são vãos. Mascarados de graças baratas. E liberdades santificadas. De olhos afobados apontados. Para os doces pecados. De viver como se fossem vigiados. E isso aumenta a fome, a vontade. A desordem se faz. Por querer demonstrar um cartaz. Quando obviamente. “O que é?” não se responde por si. Natural é ir, vir. E ser no estado de estar. Demonstrar, acorrentar. Soletrar, balbuciar, dá no mesmo. Infelizmente ainda é uma criança. Chora sempre alto, com a esperança. De um prêmio, seria um biscoito? Seria por que tem dezoito? Anda contando os passos para mostrar. A liberdade que tem ao andar. Pobres são os que são. E aqueles que se esforçam para estar. No ato de apontar, remoer. Planejar o libertar. Esvair-se á toda a liberdade. E desta forma de dentro para fora.