Frase de Thiago Socio
Prisão mascarada Ruas postes, esquinas viradas. Vejo cabeças, pés e mãos. O que vejo são vãos. Mascarados de graças baratas. E liberdades santificadas. De olhos afobados apontados. Para os doces pecados. De viver como se fossem vigiados. E isso aumenta a fome, a vontade. A desordem se faz. Por querer demonstrar um cartaz. Quando obviamente. “O que é?” não se responde por si. Natural é ir, vir. E ser no estado de estar. Demonstrar, acorrentar. Soletrar, balbuciar, dá no mesmo. Infelizmente ainda é uma criança. Chora sempre alto, com a esperança. De um prêmio, seria um biscoito? Seria por que tem dezoito? Anda contando os passos para mostrar. A liberdade que tem ao andar. Pobres são os que são. E aqueles que se esforçam para estar. No ato de apontar, remoer. Planejar o libertar. Esvair-se á toda a liberdade. E desta forma de dentro para fora.
No pensador.ai desde