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Outras frases de Evan do carmo

Sobre a Vaidade da Sabedoria A sabedoria não leva a nada. Como morre o tolo, morre o sábio.
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Sobre a Vaidade da Sabedoria A sabedoria não leva a nada. Como morre o tolo, morre o sábio. Tudo o que o sábio sabe é, em última instância, para alimentar a própria vaidade — para poder se orgulhar do que supõe ter entendido. É verdade que, às vezes, a sabedoria o livra de certos abismos onde o tolo cai sem perceber. Evita-lhe perigos, enganos, precipícios. E o tolo, ignorante de tais ciladas, paga caro — muitas vezes com a própria vida, morrendo antes da hora, ceifado pela própria inconsequência. Contudo, nem isso é razão suficiente para que o sábio receba honras imerecidas por seu árduo trabalho em busca do saber. Pois todo conhecimento, por mais vasto, se perde no tempo e no espaço, como areia que escapa por entre os dedos do homem que acreditava segurá-la.

“Você pode escrever bem, acima da média, usando apenas a sua mente, sem buscar recursos tecnológicos. Estude e leia muitos livros, sobretudo os clássicos da sua língua. Depois de 40 anos de exercícios — como eu fiz —, quem sabe assim você se convença de que é um escritor. Além de…
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“Você pode escrever bem, acima da média, usando apenas a sua mente, sem buscar recursos tecnológicos. Estude e leia muitos livros, sobretudo os clássicos da sua língua. Depois de 40 anos de exercícios — como eu fiz —, quem sabe assim você se convença de que é um escritor. Além de tudo isso, escreva 40 livros, como modo de treinar o que estudou, exercitar o aprendido e corrigir o próprio caminho.”

Diante da angústia e da constatação de que tudo acaba no niilismo — nome dado ao empenho de alcançar o vento —, o homem se depara com a finitude inevitável e não encontra sentido na busca por poder, dinheiro ou fama. Tudo o que se faz debaixo do sol é vaidade, competição para ven…
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Diante da angústia e da constatação de que tudo acaba no niilismo — nome dado ao empenho de alcançar o vento —, o homem se depara com a finitude inevitável e não encontra sentido na busca por poder, dinheiro ou fama. Tudo o que se faz debaixo do sol é vaidade, competição para vencer o outro. No entanto, é apenas no outro, no convívio e na partilha com o semelhante, que se pode encontrar alguma razão ou sentido, aquilo que às vezes chamamos de felicidade. Evan do Carmo