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Frase de Douglas Pasquali

Ecos de um Amor Esquecido Nessa noite de luar, sinto em mim o peso do desejo, te penso a cada instante, como uma memória que insiste, flutuante, dolorida, marcada para sempre em minha pele. Nosso amor terminou cedo demais, foi rápido como um sopro — mas cada momento foi encantador, cada segundo um feitiço que hoje me atormenta. Recordo da nossa pequena Eloá, me chamando de pai — uma princesa que me transformou, que despertou em mim um homem diferente. As tardes em família, os almoços de domingo, instantes que pareciam eternos, mas que se despedaçaram como vidro lançado ao chão. A ti me entreguei por inteiro, me dediquei sem reservas, te ofereci meu coração. E, no entanto, fui para ti apenas uma folha de papel: usada, rabiscada, amassada e depois jogada fora. Dói-me o peito admitir — todo o amor que carreguei foi em vão. Hoje, no lugar dos sorrisos, restam cacos de um coração quebrado, resta apenas a solidão. Me tornei para ti uma canção esquecida, que já foi sucesso por um instante, mas que agora jaz empoeirada, silenciosa no esquecimento do tempo. Sou para ti apenas passado, um coitado sem valor — mas ainda guardo em mim o peso cruel da lembrança. Saibas: o que vivemos jamais terá volta. O que foi amor agora é cicatriz. A dor que carrego não é rancor, mas um luto sem fim. Seguimos caminhos distintos, mas um grande amor nunca morre — ele permanece, gravado na carne, cravado no peito. E, mesmo na ruína, por ti ainda carrego respeito. Autor: Douglas Pas

Douglas Pasquali

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Pensador.com

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Dias de Sangue e Silêncio Em dias de hoje o jornal sangra em vermelho, manchetes cruéis rasgam o espelho,
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Dias de Sangue e Silêncio Em dias de hoje o jornal sangra em vermelho, manchetes cruéis rasgam o espelho, do mundo perdido em medo e rancor, onde a esperança já não tem cor. Em dias de hoje só se fala em guerra, a paz já não pisa os pés nesta terra. Pandemias reinam, o riso se esconde, a alegria é um sonho que já não responde. Em dias de hoje o ar tem veneno, corações frios, amor tão pequeno. Máscaras cobrem verdades sombrias, mentiras reinando nas almas vazias. Em dias de hoje já não há confiança, morreu a lealdade, morreu a esperança. Nem homem, nem mulher guardam respeito, só sombras que andam com ódio no peito. Em dias de hoje o sangue mancha a avenida, um tiro covarde apaga uma vida. O medo ecoa, o irmão trai irmão, vende a memória por migalhas no chão. Em dias de hoje o justo é algemado, o ímpio é solto, protegido e amado. Nas ruas o crime é quem dita a lei, e o trabalhador já não vale o que sei. Em dias de hoje… só resta o lamento, um grito calado, perdido no vento. O mundo agoniza, sangrando em silêncio, num tempo sombrio, cruel e doente. Autor: Douglas Pasq

Estrela Guia Nesta noite de lua cheia, olho para o céu e lembro de você, meu avô.
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Estrela Guia Nesta noite de lua cheia, olho para o céu e lembro de você, meu avô. Recordo-me como um doutor, capaz de curar todas as minhas feridas. No fundo, tudo o que mais queria era tê-lo de volta à vida, sentir novamente a sua voz que hoje vive apenas em minha memória. Nossos momentos juntos transformaram-se em sentimento, um sentimento tão forte que, às vezes, sinto sua presença mesmo sem o senhor estar aqui. Hoje o vejo como minha estrela guia, meu exemplo de homem, meu espelho, minha inspiração. Deus o levou, mas não o apagou: o senhor permanece vivo em meu coração. Suas histórias de vida são lições eternas, que sigo guardando e levando comigo como farol de sabedoria. O senhor foi mais que um avô, foi meu paizão, meu abraço mais acolhedor, meu mentor, meu exemplo em tudo que faço. Autor: Douglas Pasq

O Cântico do Infinito Já me perguntei qual é o sentido da vida: nascemos, envelhecemos e partimos…
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O Cântico do Infinito Já me perguntei qual é o sentido da vida: nascemos, envelhecemos e partimos… Mas afinal, por que viemos ao mundo? Não é para acumular riquezas, pois tudo isso é pó e se desfaz. Viemos para deixar novas gerações, para preservar tradições, para honrar a herança da existência. A alma não nasce nem morre, ela é eterna, imortal, infinita. Deus nos enviou com um propósito: perpetuar a vida e o amor, não o ouro, nem o poder. Mas vivemos num tempo corrompido, onde o pecado já parece normal. A traição e a prostituição se espalham, o dinheiro compra até o que não tem preço, e muitos chamam de amor aquilo que é apenas ilusão. Eu creio na vida após a morte, num novo mundo de luz e esperança. Não creio no inferno de fogo, mas sei que os corações sombrios não verão esse horizonte. As almas que escolherem a perdição ficarão perdidas, congeladas, vagando num vazio sem direção, sem terra, sem céu, sem lar. E quem semeia a verdade, colherá a eternidade. Autor: Douglas Pasq

Século XXI: O Cântico da Desilusão Vivemos no século XXI, onde a lei é falha,
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Século XXI: O Cântico da Desilusão Vivemos no século XXI, onde a lei é falha, e o amor — se ainda existe — não passa de um eco, uma palavra sem corpo, sem gesto, sem verdade. O pecado se fez costume, a fraternidade se apagou, e o homem esqueceu o papel que lhe foi confiado. Vivemos num mundo onde já não se fala em Deus, onde irmãos se tornam inimigos, onde a traição caminha de mãos dadas com a covardia. No século XXI, o ouro e a prata valem mais que uma palavra honesta. É um mundo rico — em petróleo, minerais, pedras preciosas — mas miserável em amor, pobre de espírito, sedento de fidelidade, faminto de honestidade. Eis o nosso tempo: um mundo sem compaixão, onde púlpitos se erguem não para a fé, mas para falsos profetas, que exploram a inocência de um povo devoto, cegamente crente. Vivemos cercados de mentiras, em meio a promessas partidas, prostituição, drogas, vícios, e homens que se dizem humanos, mas não passam de sombras, de micróbios corroendo a essência. E quem sou eu neste caos? Sou apenas um poeta — indignado, ferido, mas ainda de pé. Pois não se vence uma guerra lutando sozinho… Oh, baby, bem-vindo ao século XXI.