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Frase de Douglas Pasquali

Dias de Sangue e Silêncio Em dias de hoje o jornal sangra em vermelho, manchetes cruéis rasgam o espelho, do mundo perdido em medo e rancor, onde a esperança já não tem cor. Em dias de hoje só se fala em guerra, a paz já não pisa os pés nesta terra. Pandemias reinam, o riso se esconde, a alegria é um sonho que já não responde. Em dias de hoje o ar tem veneno, corações frios, amor tão pequeno. Máscaras cobrem verdades sombrias, mentiras reinando nas almas vazias. Em dias de hoje já não há confiança, morreu a lealdade, morreu a esperança. Nem homem, nem mulher guardam respeito, só sombras que andam com ódio no peito. Em dias de hoje o sangue mancha a avenida, um tiro covarde apaga uma vida. O medo ecoa, o irmão trai irmão, vende a memória por migalhas no chão. Em dias de hoje o justo é algemado, o ímpio é solto, protegido e amado. Nas ruas o crime é quem dita a lei, e o trabalhador já não vale o que sei. Em dias de hoje… só resta o lamento, um grito calado, perdido no vento. O mundo agoniza, sangrando em silêncio, num tempo sombrio, cruel e doente. Autor: Douglas Pasq

Douglas Pasquali

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Estrela Guia Nesta noite de lua cheia, olho para o céu e lembro de você, meu avô.
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Estrela Guia Nesta noite de lua cheia, olho para o céu e lembro de você, meu avô. Recordo-me como um doutor, capaz de curar todas as minhas feridas. No fundo, tudo o que mais queria era tê-lo de volta à vida, sentir novamente a sua voz que hoje vive apenas em minha memória. Nossos momentos juntos transformaram-se em sentimento, um sentimento tão forte que, às vezes, sinto sua presença mesmo sem o senhor estar aqui. Hoje o vejo como minha estrela guia, meu exemplo de homem, meu espelho, minha inspiração. Deus o levou, mas não o apagou: o senhor permanece vivo em meu coração. Suas histórias de vida são lições eternas, que sigo guardando e levando comigo como farol de sabedoria. O senhor foi mais que um avô, foi meu paizão, meu abraço mais acolhedor, meu mentor, meu exemplo em tudo que faço. Autor: Douglas Pasq

O Cântico do Infinito Já me perguntei qual é o sentido da vida: nascemos, envelhecemos e partimos…
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O Cântico do Infinito Já me perguntei qual é o sentido da vida: nascemos, envelhecemos e partimos… Mas afinal, por que viemos ao mundo? Não é para acumular riquezas, pois tudo isso é pó e se desfaz. Viemos para deixar novas gerações, para preservar tradições, para honrar a herança da existência. A alma não nasce nem morre, ela é eterna, imortal, infinita. Deus nos enviou com um propósito: perpetuar a vida e o amor, não o ouro, nem o poder. Mas vivemos num tempo corrompido, onde o pecado já parece normal. A traição e a prostituição se espalham, o dinheiro compra até o que não tem preço, e muitos chamam de amor aquilo que é apenas ilusão. Eu creio na vida após a morte, num novo mundo de luz e esperança. Não creio no inferno de fogo, mas sei que os corações sombrios não verão esse horizonte. As almas que escolherem a perdição ficarão perdidas, congeladas, vagando num vazio sem direção, sem terra, sem céu, sem lar. E quem semeia a verdade, colherá a eternidade. Autor: Douglas Pasq

Século XXI: O Cântico da Desilusão Vivemos no século XXI, onde a lei é falha,
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Século XXI: O Cântico da Desilusão Vivemos no século XXI, onde a lei é falha, e o amor — se ainda existe — não passa de um eco, uma palavra sem corpo, sem gesto, sem verdade. O pecado se fez costume, a fraternidade se apagou, e o homem esqueceu o papel que lhe foi confiado. Vivemos num mundo onde já não se fala em Deus, onde irmãos se tornam inimigos, onde a traição caminha de mãos dadas com a covardia. No século XXI, o ouro e a prata valem mais que uma palavra honesta. É um mundo rico — em petróleo, minerais, pedras preciosas — mas miserável em amor, pobre de espírito, sedento de fidelidade, faminto de honestidade. Eis o nosso tempo: um mundo sem compaixão, onde púlpitos se erguem não para a fé, mas para falsos profetas, que exploram a inocência de um povo devoto, cegamente crente. Vivemos cercados de mentiras, em meio a promessas partidas, prostituição, drogas, vícios, e homens que se dizem humanos, mas não passam de sombras, de micróbios corroendo a essência. E quem sou eu neste caos? Sou apenas um poeta — indignado, ferido, mas ainda de pé. Pois não se vence uma guerra lutando sozinho… Oh, baby, bem-vindo ao século XXI.

O Arquiteto da Eternidade Sou o marinheiro perdido no mar, sou o piloto que teme ao aterrissar,
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O Arquiteto da Eternidade Sou o marinheiro perdido no mar, sou o piloto que teme ao aterrissar, sou resistência que insiste em lutar, sou nuvem clara a te guiar. Sou a dor que ensina a viver, a ferida que insiste em florescer, sou pedra que aprende a renascer, sou o fim de guerras que vão se perder. Sou você ontem, sou ele amanhã, eco profundo em túnel de afã, sou a eternidade que nunca se cansa, sou busca e luz, sou fé e esperança. Sou guia do profeta, voz que consola, sou invisível presença que te ampara e rola, sou quem responde antes da pergunta soar, sou o onipotente a te guiar e cuidar. Sou Deus, sou força, sou arquiteto do céu, sou o universo contido no véu, sou tudo e nada, sou tempo e direção, sou o eterno pulsar do coração.