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Frase de Isabela Reis

a vida pede muito de nós e, no momento, ela me pede paciência. As coisas têm de caminhar como devem, não correr como quero. No final tudo muda, tudo volta, tudo melhora, e tudo vai dar certo.

Isabela Reis

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Isabela Reis

sortudos os ignorantes; não são loucos de saber das loucuras do mundo.
Em um de seus belíssimos contos, Clarisse Lispector tratou da felicidade, mas não de um modo geral e sim da felicidade clandestina. Uma garota, após ser vítima da maldade de outra que a fazia ir todos os dias à sua casa, para que esta lhe emprestasse um livro, o qual queria muito…
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Em um de seus belíssimos contos, Clarisse Lispector tratou da felicidade, mas não de um modo geral e sim da felicidade clandestina. Uma garota, após ser vítima da maldade de outra que a fazia ir todos os dias à sua casa, para que esta lhe emprestasse um livro, o qual queria muito ler, finalmente, após dias e dias de expectativa, consegue o tal. Mas ela não começou a lê-lo imediatamente; "fingia que não o tinha, só pra depois ter o susto de o ter." E ela criava várias situações para que "esquecesse" de que o possuía, e, com isso, tinha a toda hora aquela felicidade de encontrá-lo ao acaso; perdê-lo, esquecê-lo, reencontrá-lo. E essa é a maior de todas as felicidades, aquela que vem aos poucos, quando se finge ter perdido, ou esquecido, somente pelo prazer do eterno reencontro.

Possível continuação do conto "A melhor e a pior comida do mundo" de Pedro Bandeira. O cozinheiro, novamente, respondeu:
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Possível continuação do conto "A melhor e a pior comida do mundo" de Pedro Bandeira. O cozinheiro, novamente, respondeu: - E o que há de pior do que a língua, senhor? A língua dá vida àquelas palavras mal pensadas, ditas e entendidas. É a chave da incompreensão entre as pessoas, órgão da mentira e da inconsequência. Graças à língua é que se destroem cidades, graças à ela o amor termina. A língua é o órgão ausente na indiferença, na frieza, na incompreensão. É a língua que torna eternos os versos de amores impossíveis, imaginários, inacabados de grandes poetas, e as ideias melancólicas de grandes escritores. Com a língua se aliena, se persuade, se desvia, se corrompe, se mascara, se engana, se critica, se nega. Com a língua dizemos "fogo", "guerra", "morte". A mesma língua que dizia "eu te amo" nada mais diz. O que pode haver de pior do que a língua?