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Frase de janine kussler

Gosto do perfume dos livros antigos, páginas amareladas, ásperas, como memórias que resistem ao tempo. Gosto de rir do que é bobo, do que não cabe na lógica, mas transborda no riso. Gosto de comprar inutilidades, pequenos achados sem função, mas que enfeitam o instante e acendem, por um dia, a alegria.

janine kussler

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de janine kussler

Trago comigo parte do mundo, no meu DNA, muito mais do que a maioria das pessoas, trago energia, trago caos , trago incoerência, inconsistência, trago a paz, o amor, a sorte e a paixão Trago o whisky, trago a sorte, trago a morte. Trago o mistério e a resposta, a dúvida oculta,…
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Trago comigo parte do mundo, no meu DNA, muito mais do que a maioria das pessoas, trago energia, trago caos , trago incoerência, inconsistência, trago a paz, o amor, a sorte e a paixão Trago o whisky, trago a sorte, trago a morte. Trago o mistério e a resposta, a dúvida oculta, a pista e o norte Trago a vida, trago o espelho, a coragem, a luxúria selvagem, trago o ventre e o fogo já dormente, "aburrido..." E se te trago é uma dádiva, uma troca, um pouco de mim vai, um pouco de ti fica Em um grito, um eco, um gemido Trago comigo o mundo em pedaços, cravado no sangue, bordado nos traços — mais do que muitos, mais do que sei, trago o que sou, e o que deixei. Trago energia, trago o caos, sou incoerência, sou vendaval. Trago a paz que dorme em silêncio, o amor febril, a sorte — o incêndio. Trago o whisky queima-garganta, trago a morte que nunca espanta. Sou mistério e sou resposta, sou a dúvida oculta, a pista, a rota. Trago a vida em seu espelho, a coragem, o desejo vermelho. Luxúria em carne, ventre em brasas, o fogo adormecido nas madrugadas. “Aburrido...” — murmura o tempo, mas sou um grito, um eco, um lamento. E se te trago, é dádiva e troca: um pouco de mim vai, um pouco de ti, ainda me toca. Trago tudo — e nada explico. Sou o verbo antes do grito.

Entre Mentes Há algum tempo anseio o saber — não o que dorme nos livros empoeirados,
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Entre Mentes Há algum tempo anseio o saber — não o que dorme nos livros empoeirados, mas o que se aprende com o corpo cansado, com o tropeço, o erro, o fardo. Como vampira, sugo teu intelecto, saboreio tua razão, teu susto, teu afeto, digiro o que entendo, excreto o que sobra — e o resto, ah, o resto, me dobra. Uma parte de ti em mim se instala, como lembrança que nunca se cala, e sigo, voraz, faminta, errante, à caça do próximo semblante, buscando no outro o que me falta, eco antigo, alma farta. Procuro o que não sei nomear — mas saberei, quando encontrar, eterna metamorfose do pensar, esperança cansada de esperar. Mas a verdade — ah, a verdade — não tem alma, nem saudade, é fria, nua, imortal, e eu — humana — sigo, buscando o que é real.