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Frase de May Lu

Gosto de coisas simples Que me tocam a alma... Lavam-me as amarguras. Gosto de olhar para o céu E ver o sorriso escancarado do sol De ver o arco-íris cruzando as nuvens Numa mistura de cores que me rasga aos olhos São-nos presentes de Deus. Gosto de beijo na testa Aliviada respiro o ar Do profundo carinho revelador Imprescindível... Gosto de um abraço apertado demoroso Sincero... Caloroso É-me aconchego. Gosto de andar de mãos dadas Com os dedos entrelaçados De sentir o coração na palma Sinto-me segura É-me necessário É abrigo. Gosto de palavras soltas Um papo legal Alto astral Sem preconceito Que desce doce ao paladar E permanece na boca Faz-me sentir renovada Ante as durezas da vida Gosto de ouvir música com a alma... Esquecendo os tons Apreciando os sons Apenas deixando-me embalar No meu próprio ritmo Minha harmonia Gosto de despreocupada andar Sem me importar com a hora de voltar Sem pressa de chegar Somente ir caminhando Apreciando a liberdade Olhando à volta À frente Apenas sentindo... Gosto de estar com a família Superando as diferenças Rindo juntos E se choro for Chorando mais juntos ainda Pois isso é amor é ninho Gosto de coisas simples A essência Que me deixam com saudade... E quase sempre desejosa Para que novamente aconteça

May Lu

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de May Lu

Amo como criança De jeito simples rasgado
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Amo como criança De jeito simples rasgado Sem medo Sem segredo Amo de olhos vidrados Sem restrições Sou criança crescida Que ainda chupa pirulito Masca chiclete Fazendo caras e bocas Estourando bolhas no rosto Mas não deixo de crescer Sai a criança Chega a mulher A esposa mãe Companheira... Cheia de cuidados De amor Amando como Mulher-menina que sou ou Menina-mulher Não preciso entender Só preciso amar como criança.

Quão bom é pegarmos as cinzas do passado E usarmos sobre elas a alquimia do amor Transformando-as em poesia
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Quão bom é pegarmos as cinzas do passado E usarmos sobre elas a alquimia do amor Transformando-as em poesia Posto o que já é cinza não nos queima mais Então porque fazer disso uma mágoa? Espalhemos as cinzas com leveza Desatemos os laços do passado Deixando que seja levado aos ventos Para colhermos paz e amor Plantemos pitadas de doçura Sobre as energias negativas É cansativo demais Ocupar nossos corações Com coisas que não mudam Com pessoas de espírito pequeno Olhemos os gomos do tempo A beleza de um entardecer A majestade de um amanhecer São linhas tão rápidas Tão diferentes Nunca as mesmas! Espaços de luz e sombras Que condicionam todo o esplendor A suntuosidade dos intervalos Saibamos aproveitar o néctar! O sabor está na transição A vida continua... ensina-nos Tudo muda! Acreditemos que podemos E devemos fazer diferente Melhor... Sem medos Com a alma leve Renovada! Com o coração aberto Espalhemos as folhas do outono Aproveitemos os espaços do tempo O importante é caminhar Continuar a travessia Abrirmos os braços ao que está por vir Semeemos hoje as sementes Para colhermos as flores do amanhã Da primavera que há de chegar.

Ser poeta... É ter nas pontas dos dedos Todas as promessas do mundo
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Ser poeta... É ter nas pontas dos dedos Todas as promessas do mundo E bordá-las em cores de seda Ser poeta... É sentir a solidão e o silêncio Que há no interior das pedras E abrigá-los dentro dos versos Ser poeta... É desvendar os mistérios que se abrigam No interior das pálpebras do tempo E dar asas à imaginação Ser poeta... É procurar novos caminhos Para a cegueira da humanidade E libertá-los da escuridão Ser poeta... É rasgar o fundo da terra Onde se aninham todos os segredos E despi-los em cada verso de um poema Ser poeta... É abranger todos os horizontes E não ter medo de voar Ser poeta... É virar a alma do mundo do avesso E contemplar a poesia Ser poeta... É ver o mundo sem janelas.