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Frase de R. Matos

No outono as folhas vão caindo, o olha felino de tigre com retidão é virtude admirar Senhor dos animais, pele branca destino listrado de negro das montanhas ao rio um só domínio Proteja os exércitos florestais, entre arbustos defendei com o seu limite o seu lar como um imperador dessas terras governar Protetor dos indefesos dos demônios da noite, e dos que já se foram um guia intelectual Nas montanhas do Oeste como um vigia noturno sem descanso executar sua tarefa com compor por essas coníferas montanhosas cobertas de branco como noivas da lua. No cair do inverno a sabedoria e prioridade nessas terras com paciência encontrar o caminho do equilíbrio Mestre conselheiro, das matas com parcimônia um futuro planejar por terrenos verdes preservado pelo gelo O preto do crepúsculo do Norte anuncia a estação da tartaruga negra, soberana no fim das estações Guiou com sabedoria e respeitos dos demais animais para longe das impurezas da vida no frio tempo Na primavera no brotar de os girassóis com benevolência como um dragão em perfeição sete vezes encantar com o desabrochar dos campos Como um jarro velho, rachada cheia d’água sem percebe pelo caminho flores amanhecer para a vida Como no Leste não se viu campos e camélias como as suas cores variadas de dar inveja ao arco-íris Que a profusão das borboletas e aves e pássaros deem o recado aqui é o único lugar que possa ser chamado de lar Quando o sol novamente clarear já será verão com ética e retidão e claridade entre os seres da mata se harmonizar Como uma ave do paraíso cintilando suas penas brilhantes ao revoar Que haja sol que se faça o sol para essa cidade de animais, que não falte amor e sobre clamor entre os protetores de boa vontade Que seu verde seja vivo, conserve a chuva também em seus lençóis e com respeito e dignidade dividem essa terra com igualdade Deixais para trás suas convicções e embarque na proteção do que um dia deixará de existir, seres das matas e sementes das árvores brotem em seu coração um dever a cumprir Cuide hoje para não chorar sua falta amanhã.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.