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Frase de R. Matos

Nos tempos bíblicos ela habitou o mar é em muita gente ainda hoje está presente Você forte foi Jó, aguento de todas as maneiras a dor e como uma superstição a criatura um dia que Deus falou Veemente monstro aquático, que habita no interior de cada um Ninguém e de o encarar friamente sua face gelada Sobre o céu a terra e os mares que sairá ileso a enfrentar sua rusga Quem abrirá com sua lâmina sua garganta onde o veneno do terror ataca As ondas se balançam e alcançam o topo das nuvens com sua submersão A espada é a lança não conseguem lhe tocar, o bronze e palha, a prata papel é o ouro é apenas brilhante Debaixo da tempestade onde o mar negro se confunde com céu noturno na madrugada Serpente, dragão gigantesco terror da incompreensão de muitos corações Raios de sangue brotam de sua boca a espuma da fúria gota de suas presas, fúria incontrolada se torna em seu caminho Sua boca arde como chamas ao falar seus dentes vociferam Do seu olhar procede a raiva por suas vitórias, e suas narinas expandem como panela de pressão exalando fumaça Como recitado no livro sagrado Pesque com anzol, amare sua língua espiritualmente e não abra chance para ser pego Insólita desentendida por sua grandiosidade de criação mítica entre os hebraicos divindades em culturas pagãs Navegue sobre eles e veja a criação a mistura de oscilações seja poético em entender que o que pode parecer mal não é Castigue nos dias de fúria o dragão que fugiu, o que sobrou desta espécie sua cabeça será servida ao seu povo Duas interpretações numa mesma criatura, seu lado manipulador de mentes persuasivo e regente de zelotipia Não se deixem enganar a serpente do mar foi criada e habita sobre as águas de seu reino, até onde o farol possa iluminar Não deixe sua mente escuras para falsas interpretações de mitos urbanos Perto disso você e pô ou patavina Criações grandiosas exigem mingua mento intensos para compreender a natureza da vida o poder da existência e entender que o mundo não feito por partículas ou moléculas.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.