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Frase de R. Matos

Castelo Posso ser grande imponente as vezes até, bonito, mas por trás desse muro bate um coração Soberba todas acham que eu tenho, mas o que eu mais queria era um dia fazer sua alegria Não tenha medo pode entrar, sou espaço, muitas vezes um labirinto propositalmente para evitar sua ida Torres ao alto que tocam o céu, com o efeito extasiante ao alcançar, mas no fim há de recompensar a vista que se encontra por lá De reis e rainhas eu sou morada, condes e duquesas já passearam pelos meus jardins, príncipes já bailaram aos sons das minhas galerias Por montanhas e rios sou cercado, jamais alvejado mais sempre admirado pelos que querem me depauperar Protetores até possuo, mas não é fácil me guarda, guerras, romances presenciei, mas nenhum deles conseguiu me escudar durante o todo sempre Durante todo esse tempo que permaneci de pé, só me falto sua presença, pois além de você só o tempo pode me vencer.

R. Matos

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.