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Frase de R. Matos

Ao Norte e a Oeste das cordilheiras de Cárpatos o coração da lenda De dor e tormentos nessas valas e passadiços a cidadela sobreviveu Das paredes escritas e uma promessa não comprida, da grafia na sua água encontrada, mas seu coração perdido Decapitados por sua obediência e honrados por tirar água das rochas Soam os sinos da igreja negra, estilo gótico de um grande incêndio o seu nome enunciou No coração da Transilvânia respirou o ar da maligno pelas lendas do tirano engrandecido Antigo, antigo jeito na forma da moldura das janelas ruas coloniais no caminho de Vlad Ruínas a sua fortaleza deixou de batalhas com otomanos se fez, em Bran a lenda continuou e de lá durou Empalador de inimigos na região de Valáquia e nos seus degraus muito sangue derrubou A lendária crueldade se espalhou de tal forma que sobre seu próprio povo uma obediência divina deles tinha Da ordem do dragão seu mito foi espalhado, mas no fim também decapitado em batalha teve seu fim esperado Fecharam os ouvidos do mundo para a renegação como em Jerusalém nenhum homem fez tanto por ela Hoje floresça da relva belas flores e das montanhas um puro ar juvenil pelas suas praças Por séculos como hoje continua retribui o sol até tarde De coroas por estrelas ordenadas sobre a cabeça de sua áurea paira a força de seus vitrais Enegrecidos por fora com um ar jubileu e puro por dentro foram o encanto de suas terras As consequências do amor, subiram os degraus da igreja negra Da cabeça da águia negra, do auroque de todas as sete colinas da região formado está meu brasão Ascenção do príncipe sobre os leões desenfreados apoiam a gigante sequoia do reino De gotas derramadas no mar os rios encheram e para casas antigas de ruas longas esparsas brotou um povo sublime em suas lendas e histórias Fieis na sua determinação até o fim dos sinos badalarem.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.