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Frase de R. Matos

A raciocinar por horas a fio a pensar por que seu estado de monotonia Cresce normalmente como criança, a vida segue em anos inicias como deve ser Criança assim como o seu ser natural com suas faltas, irá aprender errando e aceitando Locomotiva e como o rápido florescer da sua adolescência Conturbada brigada como toda arte de guerrear Iluminado parece o seu futuro por muito tempo acreditou em seu rápido sucesso Mas todos os anseios da juventude nem sempre são creditados Insista suba como pipa todas as aspirações que ainda possui jovem criança O que conseguir realizar um feito já será próspero Sua saga tomou rumo no que pudesse dizer uma coisa natural da vida Mais não foi levado exatamente de um jeito espontâneo As pessoas precisavam ser levadas a sério, ter seus sentimentos compreendidos Falar com personalidade ser astuto e um verdadeiro cordial em seu ser, o que não cumpriu Ser furacão como personalidade poderá encantar donzelas a si conquistar Se resumiu sendo taxado como um gaiato que não crescia apesar da idade, que não tomava para si suas consequências A maturidade não era seu forte e nunca foi, esqueceu de amadurecer o seu interior por completo Assim seguiu criticado, arruinado em seu interior mais sabia as dores da vida tem que ti fazer assimilar Quer evoluir, ter circunspeção em suas condutas foi preciso apanhar e perde o que não queria Se livrar das suas pesadas mochilas que o impediam de voar de perde seu medo e parti Seguir o caminho e percorrer por estradas mais tortuosos e castigadas Mais e primordial perde para achar Ter a maturidade ser em todos os sentidos homem, no jeito literal da palavra Tocar no fundo da alma de um jeito simples e cativante sem perde a ternura de menino com o jeito de homem.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.