Pular para o conteúdo

Frase de Clisomar Lima

Conheci um homem muito rico Que no dia do seu enterro Vestia um terno fino Seu esquife de madeira trabalhada E de flores pela beirada Conheci um homem muito pobre Que no dia do seu enterro Uns trapos lhe cobriam Seu caixão estava mais para um caixote E nas beiradas muita gente Chorando sua morte Depois de alguns dias Não se via diferença Da terra que os cobria Diferença talvez Só além do que meus olhos viam Caixão ou caixote Pro verme não se conta Nem a sorte

Clisomar Lima

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Clisomar Lima

HÁ TEMPO Há tempo de sorrir Há tempo de chorar
Continuar lendo

HÁ TEMPO Há tempo de sorrir Há tempo de chorar Há tempo de acalentar Há tempo de parar Há tempo de recomeçar Há tempo de aprender Há tempo de ignorar Há tempo de crer Há tempo de si perder Há tempo de achar Só não sei quanto tempo Tem de tempo Pra ter tempo De ter tempo O tempo que passou E nada aproveitou São tempos perdidos Que nem ao tempo Importou

Fala Brasil (A voz Brasil) Em Brasília 19h Começa agora um Brasil
Continuar lendo

Fala Brasil (A voz Brasil) Em Brasília 19h Começa agora um Brasil Que nunca existiu Mas quem está no poder Precisa de meios Pra se defender Ou tentar convencer Em Brasília 19h15 O aumento do imposto compulsório Contribuiu para segurar O aumento do petróleo Em Brasília 19h30 Não existe inflação Brasileiros comem mais frango E mantivemos o preço do pão Em Brasília 19h45 No nordeste brasileiro A seca castigou Mas foi resolvida Com as frentes de trabalho Que o presidente autorizou Em Brasília 20h Começa agora O Brasil de outrora