Frase de Clisomar Lima
Se cada homem tem seu valor, que seja, pelo menos, infinitamente caro.
No pensador.ai desde
Se cada homem tem seu valor, que seja, pelo menos, infinitamente caro.
No pensador.ai desde
HÁ TEMPO Há tempo de sorrir Há tempo de chorar
HÁ TEMPO Há tempo de sorrir Há tempo de chorar Há tempo de acalentar Há tempo de parar Há tempo de recomeçar Há tempo de aprender Há tempo de ignorar Há tempo de crer Há tempo de si perder Há tempo de achar Só não sei quanto tempo Tem de tempo Pra ter tempo De ter tempo O tempo que passou E nada aproveitou São tempos perdidos Que nem ao tempo Importou
FILHOS Bom seria não tê-los Só pra nunca
FILHOS Bom seria não tê-los Só pra nunca Ter que sentir a dor de perdê-los. Mas quando os tem Que seja eterno esse amor
Fala Brasil (A voz Brasil) Em Brasília 19h Começa agora um Brasil
Fala Brasil (A voz Brasil) Em Brasília 19h Começa agora um Brasil Que nunca existiu Mas quem está no poder Precisa de meios Pra se defender Ou tentar convencer Em Brasília 19h15 O aumento do imposto compulsório Contribuiu para segurar O aumento do petróleo Em Brasília 19h30 Não existe inflação Brasileiros comem mais frango E mantivemos o preço do pão Em Brasília 19h45 No nordeste brasileiro A seca castigou Mas foi resolvida Com as frentes de trabalho Que o presidente autorizou Em Brasília 20h Começa agora O Brasil de outrora
O Luxo e o Lixo Sou camarão ou escargot que enfeita o prato do gourmet Sou a dor da fome, que faz sua barriga doer!
O Luxo e o Lixo Sou camarão ou escargot que enfeita o prato do gourmet Sou a dor da fome, que faz sua barriga doer! Sou granito que veste seu chão; Sou terra batida, no seu barracão. Sou piscina, com laterais gramadas; Sou esgoto, a lama em frente a sua casa... sou enxurradas. Sou o relógio rolex de ouro; Sou algema no braço do touro. Sou o carro importado que mandaram blindar; Sou o sujeito do qual precisam se cuidar. Sou a conta bancária, no paraíso fiscal; Sou o nome no DPC, pobre mortal. Sou vidraça da sua cobertura; Sou brecha no barraco, em cada curvatura. Sou a faculdade pública dos que podem pagar; Sou a mensalidade dos que deixaram de estudar. Sou móveis finos, que embelezam sua sala; Sou o colchão ganho, que cheiro de urina exala. Sou o Lago Sul, moradia de nobre; Sou invasão, moradia de pobre. Sou político que conseguiu se eleger; Sou o voto que não soube escolher. O luxo só precisa do lixo para continuar a luxar; O lixo, continua onde está. Dependendo da maneira que se vê: O luxo é o lixo, ou vice-versa?