Frase de Francisco de Olivas
Amantes Sob o brilho da luz da rua E a escuridão pálida da lua Caminha Solidão opaca, Negra e com ressaca Após arrastadas bebedeiras, Com pessoas sorrateiras Na noite sem estrelas Sem amor e sem belezas Sob o brilho da luz da rua E a escuridão pálida da lua, Caminha um homem opaco Meio a meio Mulato. O homem do dia a dia Sentindo a ressaca da ironia Em noites sem estrelas encontra-se com Solidão Sem perceber apenas sua ingênua traição. Sob o brilho da luz da rua E a escuridão pálida da lua Os Outros se assombram por uma janela No quarto escuro acendem uma vela Rindo do Mulato até doer Do quão banal é ter que o olho ver Pessoas tão ignorantes Em nosso mundano mundo repleto de amantes.
No pensador.ai desde