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Frase de R. Matos

Como um ladrão o dia chegou e ouve escuridão Como um eixo fora da rota o sol se tornou um blackout Se protegem e se consagrem se tranquem e não saiam Hecatombes e intempéries acontecerão, montanhas despencaram Terremotos e estrelas abalaram a terra, a sombra da lua se tornara rubra Água não passará de impura o veneno correrá por onde esteja A terra se tornará um verdadeiro lago de fogo, tortura e dor O holocausto celestial nas alturas rodara Edifícios tão alto como as nuvens ruíram O desespero tomará de conta nós pobres desvalidos Nenhuma outra guerra ou carnificina será comparado a esse dia Os gritos de socorro, jamais serão ouvidos Se apego ao santo e tenha seu interior hábil O inverno aconteceu, o fim chegou humanidade As armas mais poderosas e sofisticadas serão inúteis Poucos restarão dos justos, verdadeiros no meio do rebanho Enterrarão o que sobrar nas ruas dos cadáveres Que um dia habitam esse mundo Choraram pelos que partiram, no meio de tantos outros, será comum esse ato Estejam alertas, o heroísmo não pregara nesse tempo.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.