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Frase de R. Matos

Esse eu domino bem Quem demonstra com afeto, com afeto não será correspondido, lema sentença de carregar para a vida Tempo perdido não, eu diria amor não aproveitado, começaremos nossa história. Humildade e dignidade e outras características invejadas até pelos anjos, às vezes não são suficientes, para conquistar o amado, o que é era uma pena E ela tinha isso tudo e muito mais, talvez fosse o sonho de qualquer outro homem na terra Ele mas um boêmio, descontrolado atraente bonito muito educado porém mais um louco na noite Amoriscada ela de uma forma, como Deus com suas criaturas, não se sabia os outros o que ela com distinção e elegância viu neste mancebo. Não obstante com sapiência ela revelou que ele é uma pessoa maravilhosa por dentro escondido por de trás de um rapaz baderneiro O pior do que isso, ele poderia ser isso que apenas ela enxergava, mais ele não queria amar, ou pelo menos não amar a ela Chegamos a velha história de um amor não coadunado, isso também ela não sabia e insistia com o ocorrido sem saber que seu coração poderia ser pisoteado Atos formas e esforços, que não seriam feitos para outros foram cometidos, uma princesa se esforçando pelo plebeu Nisso se chega ao um sentimento vexação, não é preciso entender de amor nesse ponto que quando um não dá valor simplesmente a fila anda, não o ponto final nesse caso não chego Há uma coisa que ela entendeu que poucos na terra, entendem acatamento você merece por ter essa tenacidade naquilo que ser quer e tem apego Nada disso converteria o pensamento dele na sua vida, ele como senhor da sua vida não queria ser apegar, as pândegas e esbornias eram suas alegrias Um mundo que para ele era tudo, mais para quem sabe são os tártaros dá vida Não se apegue aquilo que é passageiro hoje, amanhã será dissolvido Mas como tudo nesse mundo tem seu extremo, e preciso desperta as vezes por você, é bom sim se doar amar ou próximo mais chega o momento que ela não aguento Fraqueza, desdouro, queda não veria dessa forma até as mais belas árvores um dia param de dar frutos, a sua riqueza está na sua valorização, ele não deu, mais o redentor irá recompensar Lembramos o povo de Deus também, vacilava quando não creia em mais nada, assim ela se tomou de si é acordou, nada nesse mundo pode amar tanto ela como ela amou alguém, há não ser ela mesmo Não se procure um amor e tente muda-lo após isso, amores são construídos naturalmente, ame como se fosse impossível é viva como seja possível.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.