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Frase de R. Matos

Catástrofe lhe faz recuar, parar, congelar Não saber lhe dar com ela não é necessariamente fraquejar Espernear de forma alguma vai solucionar, seu coração parou de pensar Equilibrasse nas pernas, façam delas seu possante seu cavalo seu errante O momento inicial e fundamental é preciso se sentir vivo, ao mesmo tempo morto A pancada e brutal, mas como ele nasce em você um ser imortal Revés sobre sua alegria, respire esse ar levante temos que lutar Desobedeça suas perspectivas feche os olhos e escute apenas o seu lar Esvazie de suas rotinas e opções confie no certo, calma tudo vai se concertar Poder fugir saindo pelas beiradas poderia, tenho certeza que não será feito Nossa própria convicção não deixará de lutar, armação para lutar perfeito Trace seus traços para no compasso da solução esquecer o tempo que nada era mais solucionado Estrelas já esperavam seu desperta, quase todos esqueceram, aí você chora emocionado Suando pelos olhos á evidenciação de suas lutas ganhas e não reconhecidas são auferidas Obrigado por aparecer hecatombes, um dia você viria, apesar de uma hora não querida O homem precisa acorda, e guerrear com aquilo que não se sabe para ser enfim suprida Se torna de seus mais longínquos pensamentos, que a felicidade não seria eterna Há não ser que se espere enfim o dia que nela o criador nós conduza a eviterna Enquanto isso afronte e arroste seus pesadelos por mais dolorido que és Aprenda e trilhe no viés do seu convés Aspirar-se em exemplos de derrotas para não reprisar deslustre, ache seu caminho, confie A maior luz e você mesmo se guie nela, e sua vitória sobre seus problemas vai chegar, se arrepie.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.