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Frase de R. Matos

Com olhar de tigres guardarei suas torres, rastejante como serpente na terra locomover, com as patas da águia segurar seus atacantes, bigodes de carpa para localizar e chifres de veado para se consagrar Energia de fogo representado que destrói e faz nascer, de um lugar muito longe imperador vim ti proteger Continuo regendo as águas, e do tempo controlo como relógio eu faço as horas, dos céus caóticos e alvacento em vim para sua cidade guarda Palácios e jardins imperiais eu estou grafado, meu nome e respeito e humildade entre as famílias do seu povo Constelação somos no leste, oeste no sul e norte, ornado com a coroa, entre os mares estou na onda e pela chuva sou a gota Assim como no começo diante das adversidades foi padecido, mais não há pesar tudo que foi feito não há e nem terá volta, o pesar não existiu nas aspirações dos protetores Suba o rio carpa navegue contra a correnteza, destrua suas fraquezas e supere a si mesmo, chegue no fim do seu dia surpreso e recato pelas suas ações Cataratas e rochedos a contornar, para no topo dá montanha chegar Cansado, ferido, langoroso, mas não abatido pelo trajeto, já não tem mais tempo por que dele agora eu sou o senhor, salte a porta do dragão junte-se a manada aérea O esforço necessário leva apenas a um caminho jovem carpa ao sucesso é progresso Viajante centenário, como seus irmãos realizam um verdadeiro bale nos céus louvam as nuvens castiga a seca, alimenta as águas Reservado aos príncipes e ao alto escalão, tanque de guerra impenetrável pelos inimigos invejados por uma nação acompanhado No imperador escrito em sua pele está, couraça repelente repulsivo para os que querem machucar, nessa pele verte fácil não será Há casa um dia imperador terei que regressar, meu fogo e queimor deixará de agasalhar e no seu próprio povo terá que confiar para a paz encontrar Emissários o império mandou correram montes, vales e floresta para no fim encontrar os dragões das velhas épocas Implorar não adianta, sou o senhor do tempo, mas não da morte ela vai me levar e por essas nuvens deixarei de dançar Luzes do lugar que não posso controlar virão me buscar, para outros céus irei velejar meus irmãos com vocês vão ficar arcando seu povo para na confiança retomar O ciclo não há de parar, as carpas como nem um ser igual da água nascer subir a montanha com coragem inabalável, para do fogo criar e nascer e fazer dele jamais se apagar na nação unificar até os fins dos tempos, mostrar que era pequeno por fora mais um grandioso dragão chinês.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.