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Frase de R. Matos

Quem dera quem não tem nenhum tivesse apenas um, um mesmo Amigo você é raro assim como a flor de lótus, encontrar dois como você, me faria mais um grande sortudo no mundo Irmão é fácil confundir companheiro de todas as formas, eterno companheiro não nós abandonamos em momentos difíceis Sua sinceridade e lucidez no olhar como se me corrigisse em erráticas da minha vida, mais mesmo assim não deixa sozinho Os elementos da mais forte conserva não se comparam, o que você fez na nossa amizade, ti carregarei por toda a vida, mesmo se não lhe ver mais Até nas mais fundas lembranças recordarei do seu legado, tenho certeza aonde está uma estrela brilha em seu lugar Olhar sensato, tato certeiro companheiro velho amigo companheiro O que dizer daquele dia de chuva, é eternamente saudável viver novamente aquilo na memória, como e divertido e faz sorrir por dentro dançar na chuva com o amigo Qualquer jornada mesmo posso contar com você, aventuras ou seja o que for até mesmo salta de paraquedas, inspiração aventureira não é seu forte Lhe comparo a você a uma tatuagem, não é preciso marca a pele para que você esteja comigo, seu companheirismo marco minha vida Talvez é tenho quase certeza por mais aberto que esteja para novos laços de amizade, não encontrarei em outro lugar alguém comparado a você Não que esteja fazendo comparação, mais a sua herança em amizade será recordada Espero eu que onde esteja uma estrela no céu, brilhe é conduza a você alegrar e ter afeição é ser justo com outras pessoas assim como foi comigo Nas horas de dor, naquelas em que você mesmo que ficar sozinho, não importava a situação você estava lá, em que meus problemas eram em parte seu também Não a adrenalina ou palavras demais para descrever, o que você proporcionou ao nosso companheirismo É bom saber aonde estiver estará apoiando em minhas ações, crueldade seria eu não lembrar de você, obrigado por poucas e sinceras palavras expressar e felicitar que um dia te conheci e vivi, esteja nas mãos de algo maior reze e ore pelos seus amigos.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.