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Frase de Matt Ianella

⁠⁠Quando eu morrer Por mais que venha me doer E eu tenha que gemer Espero que o fim não venha surpreender. Pois antes quero me arrepender Subir e a Deus ver Não descer. Quando eu morrer Não quero tristeza nem sofrer E sim que façam chover Lagrimas de lembranças pelo meu feliz viver. Mas que minha morte venha ser Mais um motivo pra seguir e vencer. Quando um dia eu for Que meu objetos energizados de amor Quero que cuidem com o mesmo valor. Pois já que não os posso levar Que boas recordações deem quando desempoeirar. Quando um dia eu for Espero não deixar rancor Espero que saibam perdoar. Sei que nunca fui um bom cantor Mas que herdem meu dom de emanar E os males e dor, cantar até espantar

Matt Ianella

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Matt Ianella

⁠O universo no conselho a persistir, Da mudança repentina no horizonte. Sussurrando um novo tempo por vir,
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⁠O universo no conselho a persistir, Da mudança repentina no horizonte. Sussurrando um novo tempo por vir, Que ainda havia juventude nessa fonte. Como uma espécie de surdez, Tal ignorância em não enxergar. Medo de destruir a terrestre solidez, E permitir toda a paisagem sideral mudar. A vibração positiva indicando uma rota, Mente preparada faz introdução. Coração na mesma cegueira idiota, Rejeita do cosmos a instrução. Quiza a grandeza de Urano não permita, Observar galáxias como outros continentes. Visitar outro sol, a Via láctea cogita, Me aquecer no calor das estrelas cadentes.

⁠Tá na moda e eu não sou a moda. Sou a árvore desse galho que poda. Mais que só a carência, amor é a tendência e cafona é a vazia foda. Te oriente, sou decente, a maldade está na mente e eu não sei me insinuar. Não sou alma descarada, nem de santo tenho nada. Não me curvo ao deli…
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⁠Tá na moda e eu não sou a moda. Sou a árvore desse galho que poda. Mais que só a carência, amor é a tendência e cafona é a vazia foda. Te oriente, sou decente, a maldade está na mente e eu não sei me insinuar. Não sou alma descarada, nem de santo tenho nada. Não me curvo ao deliberado, é só uma questão de palpite, ter o desejo ponderado, à tudo que tem um limite. Ainda sou orgânico, sei sentir e existir, mesmo que forçado ao mecânico, do padrão a se seguir.