Frase de Salgado Maranhão
Atemporal no fim da linha o que sobra é a poesia: construção sobre ruínas plasmada em palavras e silêncios. quem saberá os limites da beleza e do desespero? a vida em sua face oculta sobrevive de engordar serpentes. o amor em sua loja de ourives (relume) a lapidar o inatingível. no avesso do des/haver o que resta é o infinito não ser em seu azul atemporal.
No pensador.ai desde