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Frase de Jurandi França

Simplicidade Que possa ter de alma A sensibilidade de sentir na face Ventos que driblam montanhas Embala se no vale Enchendo os pulmões de esperança Neste momento único Não há lembrança de saudade Uma parcial da vida feito de escolha Entre tantos outros meios Simplicidade Das pedras posso ver livremente Vapor Escolho a felicidade Brisa fresca Alegra se coração, aquece o amor. Juntos e ao mesmo tempo é bom ver-te Mesmo para um coração denodo Vazio Abre um sinal verde Em curto intervalo de tempo leve Chuvisco Inesquecível sensação De ver, viver. Face gelada da constante brisa Esvoaçado fio capilar Ventos da montanha Uma vida inteira a se lembrar Jurandi França

Jurandi França

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Pensador.com

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Outras frases de Jurandi França

Amar é tão bom Que até o sofrer De amor faz bem
No silêncio da madrugada Em que se ouvem grandes barulhos Das atitudes de nosso subconsciente
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No silêncio da madrugada Em que se ouvem grandes barulhos Das atitudes de nosso subconsciente Coisas que aconteceram acontecem, vividas. Presas ao passado na gaveta da mente esquecidas Consciência ausente do mundo No reflexo desses acontecimentos Tal como a luz de um flash em fração de segundo Corpo em repouso de um sono profundo. Vem e volta torna-se vida De algum lugar, do real distante. Relativo ao consciente Do passado ao presente até o submerso do futuro Saltando a janela da mente Faz-nos viver em um mundo paralelo a realidade Dormindo ou acordado é a mesma verdade.

Sonho sem sono Cara de sono cachorro sem dono De casa fugiu
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Sonho sem sono Cara de sono cachorro sem dono De casa fugiu Cansado e com fume arrego pediu Sem colo, o homem sozinho se viu. Longe do aconchego pó ai pelo o beco sentindo frio Lembranças do olhar meigo Perdeu o sossego O amor reagiu Vagando em fim, sem solução. Abrindo os olhos, vendo a ilusão. A saudade aperta minha porta aberta Do seu amor ainda sou dono Sonho sem sono dono do seu coração

Poeta da madrugada Amores perdido pela a estrada Noite dividida
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Poeta da madrugada Amores perdido pela a estrada Noite dividida Quase sem sono Boêmio na vida Parte de costela Sofrência assumida Descaso De face caída Caminhar pela a estrada de terra Flor amarela O outro lado da cerca Mina de água Salivar por desejo amoroso Sinistro As mesmas teclas da vida insistem Amor Ao longo desta sinuosa estrada Tenho visto Boêmio na vida Poeta da madrugada Não desisto