Pular para o conteúdo

Frase de Jurandi França

Sonho sem sono Cara de sono cachorro sem dono De casa fugiu Cansado e com fume arrego pediu Sem colo, o homem sozinho se viu. Longe do aconchego pó ai pelo o beco sentindo frio Lembranças do olhar meigo Perdeu o sossego O amor reagiu Vagando em fim, sem solução. Abrindo os olhos, vendo a ilusão. A saudade aperta minha porta aberta Do seu amor ainda sou dono Sonho sem sono dono do seu coração

Jurandi França

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Jurandi França

Amar é tão bom Que até o sofrer De amor faz bem
No silêncio da madrugada Em que se ouvem grandes barulhos Das atitudes de nosso subconsciente
Continuar lendo

No silêncio da madrugada Em que se ouvem grandes barulhos Das atitudes de nosso subconsciente Coisas que aconteceram acontecem, vividas. Presas ao passado na gaveta da mente esquecidas Consciência ausente do mundo No reflexo desses acontecimentos Tal como a luz de um flash em fração de segundo Corpo em repouso de um sono profundo. Vem e volta torna-se vida De algum lugar, do real distante. Relativo ao consciente Do passado ao presente até o submerso do futuro Saltando a janela da mente Faz-nos viver em um mundo paralelo a realidade Dormindo ou acordado é a mesma verdade.

Poeta da madrugada Amores perdido pela a estrada Noite dividida
Continuar lendo

Poeta da madrugada Amores perdido pela a estrada Noite dividida Quase sem sono Boêmio na vida Parte de costela Sofrência assumida Descaso De face caída Caminhar pela a estrada de terra Flor amarela O outro lado da cerca Mina de água Salivar por desejo amoroso Sinistro As mesmas teclas da vida insistem Amor Ao longo desta sinuosa estrada Tenho visto Boêmio na vida Poeta da madrugada Não desisto

A casa de minha infância Uma cidadezinha na verdade uma vila Quase esquecida
Continuar lendo

A casa de minha infância Uma cidadezinha na verdade uma vila Quase esquecida Por alguma propriedade rural engolida Das poucas ruas posso lembrar-me do lado esquerdo Da casinha quase na esquina Não é essa aqui Aquela La subindo a Rua La em cima Com pintura a cal amarela desbotada Partes que já caiu o reboco O celebro se agita a recordação vem aos poucos A rua de terra batida Época de muita poeira Em outrora uma massa vermelha grudadeira A frente um pé de sete copas dos grandes Cerca de madeira Há estou vivendo de novo Num pequeno cômodo uma velha tarimba Em cima um colchão de palha Na parede pendurado num prego Meu picuá e estilingue Pela a janela vejo onde hoje é pasto Já foi uma grande palhada Ao pé de macaúba me vejo a sua sombra Apanhando coco muito usado em casada.