Frase de Eliza Yaman
Amor em decomposição O amor que tive apodreceu no peito, como cadáver preso à eternidade. Não há perfume — só o desafeto, e a carne exala a própria saudade. Teu nome vibra em células partidas, como um lamento ácido e profundo. E eu sou ruína, sombra entre ruínas, amando o nada que restou do mundo.
No pensador.ai desde