Frase de Eliza Yaman
A dor que não se expõe, se transforma. E quando vira verso, ninguém vê o sangue, só o brilho. (Eliza Yaman)
No pensador.ai desde
A dor que não se expõe, se transforma. E quando vira verso, ninguém vê o sangue, só o brilho. (Eliza Yaman)
No pensador.ai desde
Amor em exílio (Eliza Yaman) Exilado de ti, sou estrangeiro,
Amor em exílio (Eliza Yaman) Exilado de ti, sou estrangeiro, num país onde o amor não tem fronteira. Falo tua língua, sou teu parceiro, mas não cruzo o abismo da bandeira. E mesmo longe, ainda te pertenço, como o céu pertence ao mar que o espelha. Sou teu, embora o mundo me dispense, sou tua ausência, tua centelha.
Depois da dor, não quero mais o que era. Quero o que é real, mesmo que doa. Porque só o que é verdadeiro permanece.
Teu corpo em minha memória (Eliza Yaman) Teu corpo vive em mim como um segredo,
Teu corpo em minha memória (Eliza Yaman) Teu corpo vive em mim como um segredo, guardado entre os espaços do que sou. É sombra que me veste sem ter medo, é luz que me desnuda e me tocou. Não há distância que te desfaça inteiro, nem tempo que dissolva o que deixaste. És tatuagem viva no meu peito, és o perfume que jamais se afaste.
Teu silêncio me sangra (Eliza yaman) O que me fere não são tuas palavras,
Teu silêncio me sangra (Eliza yaman) O que me fere não são tuas palavras, mas o silêncio que deixas no lugar. É como se arrancasses minhas lavras, e me deixasses só com o verbo amar. Fico a colher o eco do que foste, como quem junta espinhos sem saber. Teu silêncio é punhal que ainda me encoste, e me sangra sem nunca me vencer.