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Outras frases de Michael Bruthor

Eu sei como as estrelas se formam no escuro E como o silêncio sussurra verdades no ar Eu conheço o som dos segredos que nunca escutamos
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Eu sei como as estrelas se formam no escuro E como o silêncio sussurra verdades no ar Eu conheço o som dos segredos que nunca escutamos E vejo o tempo dançar sem ninguém para olhar Eu sei o gosto do medo antes do nascer do dia E a dor que ecoa, mas que ninguém irá sentir Eu sei que a esperança é um fio fino, quase quebrado Mas ainda assim, ela nos faz persistir E mesmo quando tudo parece se desfazer Há um poder que nasce do nosso olhar Do nada, criamos um universo inteiro Entre o nada e o infinito, podemos amar Eu sei onde as sombras se escondem, esperando luz E como os sonhos se perdem nas margens do mar Eu conheço o frio que invade o coração Quando as promessas se perdem, quando esquecemos de lutar Mas eu também sei que há fogo na escuridão E que a verdade está além do que conseguimos enxergar Eu posso moldar o tempo com um simples toque E transformar o medo em um motivo para acreditar E mesmo quando tudo parece se desfazer Há um poder que nasce do nosso olhar Do nada, criamos um universo inteiro Entre o nada e o infinito, podemos amar Eu sei que o destino nos testa com mãos invisíveis Que o mundo nos prende com correntes que não podemos ver Mas é no caos que encontramos a força para quebrar E na incerteza que descobrimos como crescer Eu posso fazer com que o silêncio cante uma canção E transformar a dor em um hino de redenção Posso iluminar os céus com um simples suspiro E fazer o tempo se curvar à nossa direção Eu sei que há um poder que ninguém pode roubar Um amor que cresce, mesmo quando tudo morre E no final, é o que criamos do nada que vai durar É o que fazemos em silêncio que nos torna imortais E mesmo quando tudo parece se desfaze Há um poder que nasce do nosso olhar Do nada, criamos um universo inteiro Entre o nada e o infinito, podemos amar E no espaço entre o sonho e o real Encontramos um amor que nos faz voar Pois do nada, surge tudo que importa Entre o nada e o infinito, vivemos para amar. "Entre o nada e o infinito, é no caos que descobrimos nossa força, e no silêncio, criamos um amor que transcende o tempo."

⁠Ato II: O Julgamento das Almas Nas trevas profundas, eu os vejo, Aqueles que suplicam por um vislumbre de luz.
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⁠Ato II: O Julgamento das Almas Nas trevas profundas, eu os vejo, Aqueles que suplicam por um vislumbre de luz. Mas o que é luz neste abismo de medo, Onde o destino de todos é cinza? Bruxas, dizem, bruxas condenadas, Mas onde estão as marcas do mal? Quem entre nós não carrega pecado? Quem pode julgar o inferno nas almas? O malho está em minhas mãos, Mas meu coração arde com dúvidas, Eu, que sou o carcereiro, Sou também prisioneiro das sombras. Inocente sou, mas culpada estou, Aos olhos que veem sombras nas estrelas. Minha vida, presa a um fio de mentiras, Minha alma, à beira do abismo da loucura. Eles dizem que sou filha da noite, Que meus feitiços dobram o vento e a lua, Mas sou apenas uma alma perdida, Afastada da luz que se esvaiu. Não sou eu a bruxa, Sou a chama que implora por redenção, E, em ti, vejo a última esperança, Será que me condenarás também?"* Teus olhos me atravessam como lâminas, Tu imploras por justiça, mas que justiça posso dar? Sou eu, também, uma vítima da lei, E na minha fraqueza, sou prisioneiro de ferro." Sou a flor no inverno, Cortada pelo gelo da noite. Meu destino é frio, é morte, A menos que tua compaixão me salve." Nas tuas palavras vejo verdade, Mas a verdade é sempre um espelho quebrado. Como posso salvar uma alma, Quando minha própria está presa ao abismo?" "No abismo do julgamento, a luz e as trevas se entrelaçam, e aqueles que condenam são tão perdidos quanto aqueles que suplicam por redenção."

⁠Ato I: O Juramento de Julgamento No silêncio do templo, eu me prostro, Perdido entre o martelo e a luz,
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⁠Ato I: O Juramento de Julgamento No silêncio do templo, eu me prostro, Perdido entre o martelo e a luz, Devo ser a mão que pesa a balança, Ou o coração que busca a verdade? Por onde anda a justiça dos homens? Nas sombras, ela se esconde com medo, E eu, seu servo, me vejo entre almas, Vendo pecadores em cada suspiro de vento. Eles me pedem a espada e o fogo, Que eu decida quem viverá ou cairá, Mas não sou deus, nem demônio, Sou apenas a sombra de uma vontade distante."* Julga com mãos de ferro, Silencia a chama do espírito. A lei é o que nos guia, E a dúvida é tua queda." Mas como posso ser o algoz, Quando a própria verdade se esconde de mim? Seremos todos sombras perdidas, Caminhando entre o nevoeiro da incerteza? Ó, destino cruel, que nos amarra, A um ciclo de dor e traição. Não há paz no julgamento do inocente, Nem redenção no cair do malho. "Na balança da vida, a verdadeira justiça se perde entre as sombras; somos todos prisioneiros de um destino que nos desafia a encontrar luz na incerteza."

⁠Ato IV: A Queda do Justo O ferro frio das grades ao redor, Mas são minhas mãos que forjaram essas correntes.
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⁠Ato IV: A Queda do Justo O ferro frio das grades ao redor, Mas são minhas mãos que forjaram essas correntes. Fui eu, juiz de sombras, Aquele que se tornou prisioneiro de si. Caminhei com a certeza do justo, Mas meu coração carregava a dúvida. E agora, o eco da culpa me consome, Uma maré de lembranças, um rio de vergonha. Ó céus, onde está a redenção, Quando as mãos que julgam são impuras? A inocência que condenei vive em mim, E a morte dela é o fim do meu espírito."* Nós somos as vozes do tempo, Eternamente a espreitar no vento. Julgas que o esquecimento virá, Mas a alma carrega o peso das eras. Vem, Johann, ouves o sussurro do vento? Vem, caminhas na trilha dos condenados. O destino nos une outra vez, Mas desta vez, é a tua alma que será julgada. Anneliese... teu nome ecoa em meu coração, Tua sombra me segue, tua voz me chama, Mas que redenção há para um homem perdido, Quando a própria noite o abraça em silêncio? Caminho pelo vale da morte, E tu és a luz que não posso alcançar. A justiça, um sonho destruído, E agora, sou apenas um fragmento de escuridão. "Fui o escultor de minha própria ruína, crente na justiça que agora me condena, e na escuridão que me abraça, percebo que a maior sentença é viver sem redenção."