Frase de Michael Bruthor
Ato II: O Julgamento das Almas Nas trevas profundas, eu os vejo, Aqueles que suplicam por um vislumbre de luz. Mas o que é luz neste abismo de medo, Onde o destino de todos é cinza? Bruxas, dizem, bruxas condenadas, Mas onde estão as marcas do mal? Quem entre nós não carrega pecado? Quem pode julgar o inferno nas almas? O malho está em minhas mãos, Mas meu coração arde com dúvidas, Eu, que sou o carcereiro, Sou também prisioneiro das sombras. Inocente sou, mas culpada estou, Aos olhos que veem sombras nas estrelas. Minha vida, presa a um fio de mentiras, Minha alma, à beira do abismo da loucura. Eles dizem que sou filha da noite, Que meus feitiços dobram o vento e a lua, Mas sou apenas uma alma perdida, Afastada da luz que se esvaiu. Não sou eu a bruxa, Sou a chama que implora por redenção, E, em ti, vejo a última esperança, Será que me condenarás também?"* Teus olhos me atravessam como lâminas, Tu imploras por justiça, mas que justiça posso dar? Sou eu, também, uma vítima da lei, E na minha fraqueza, sou prisioneiro de ferro." Sou a flor no inverno, Cortada pelo gelo da noite. Meu destino é frio, é morte, A menos que tua compaixão me salve." Nas tuas palavras vejo verdade, Mas a verdade é sempre um espelho quebrado. Como posso salvar uma alma, Quando minha própria está presa ao abismo?" "No abismo do julgamento, a luz e as trevas se entrelaçam, e aqueles que condenam são tão perdidos quanto aqueles que suplicam por redenção."
No pensador.ai desde