Frase de Michael Bruthor
Ato IV: A Queda do Justo O ferro frio das grades ao redor, Mas são minhas mãos que forjaram essas correntes. Fui eu, juiz de sombras, Aquele que se tornou prisioneiro de si. Caminhei com a certeza do justo, Mas meu coração carregava a dúvida. E agora, o eco da culpa me consome, Uma maré de lembranças, um rio de vergonha. Ó céus, onde está a redenção, Quando as mãos que julgam são impuras? A inocência que condenei vive em mim, E a morte dela é o fim do meu espírito."* Nós somos as vozes do tempo, Eternamente a espreitar no vento. Julgas que o esquecimento virá, Mas a alma carrega o peso das eras. Vem, Johann, ouves o sussurro do vento? Vem, caminhas na trilha dos condenados. O destino nos une outra vez, Mas desta vez, é a tua alma que será julgada. Anneliese... teu nome ecoa em meu coração, Tua sombra me segue, tua voz me chama, Mas que redenção há para um homem perdido, Quando a própria noite o abraça em silêncio? Caminho pelo vale da morte, E tu és a luz que não posso alcançar. A justiça, um sonho destruído, E agora, sou apenas um fragmento de escuridão. "Fui o escultor de minha própria ruína, crente na justiça que agora me condena, e na escuridão que me abraça, percebo que a maior sentença é viver sem redenção."
No pensador.ai desde