Frase de Jurandi França
O vento que balança o arbusto É o mesmo que baila o pó No qual se tornará Quando a luz do sol Não será útil aos olhos Crepúsculo no final da vereda Dos pés não haverá pegadas Apaga- se a luz do corpo No escuro seguirá pela a alameda Não a sentimentos No sereno da noite dá fruto a alma Flores colhidas no jardim de Sarom Repousa na duvida Destino sem saber Silenciosa, passageira Perceba se em vida Antes Fardos não tão poucos leves Arrastado por si mesmo A vida em turno Flores Espinhos, aroma perfumado Não há vida Fim no começo
No pensador.ai desde